terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Eternidade

Eternidade

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No Cemitério do Caju, em plena Cidade do Rio de Janeiro, participando do velório e enterro de um amigo meu, olhei em frente à capela, na quadra adiante, em uma sepultura ali localizada, e nela encontrei o seguinte folheto, que falava de alguém que já morreu há uns dez anos atrás, e nele escrito as seguintes palavras: “A Luta continua. A Vida permanece. Na Terra, procurei fazer tudo direito, trabalhar com alegria e realizar bem todas as coisas. Hoje, mergulhei na eternidade. Aqui, encontrei Alguém que já me esperava. Ele me disse que era o Chefe dos infinitos eternos. Ele me mostrou um quartinho de dormir, e falou que ali seria a minha morada eterna. Que eu podia passear à vontade pelas ruas e avenidas da eternidade, mas que sempre retornasse para aquele quartinho, a fim de descansar de minhas caminhadas. E, com o decorrer do tempo, fui conhecendo a eternidade.

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Aqui, o lugar é grande, tem muita gente, muitas pessoas conversando, crianças brincando de correr, jovens estudando, mulheres namorando e sendo paqueradas pelos homens, os idosos e mais velhos dando conselhos para os mais novos, ensinando-lhes com sua experiência de vida os seus caminhos vividos até aqui e agora.
Existe aqui um povo enorme distribuído em pequenas comunidades que se juntam, se unem e se reúnem para debater as suas idéias e discutir os seus problemas, achar respostas para as suas dúvidas e incertezas e soluções para as suas interrogações de cada momento, seus questionamentos espirituais e existenciais que aqui lhes aparecem.
Encontrei aqui pequenas casas, ruas estreitas e largas avenidas, praças para a gente sentar e se distrair, um cafezinho e uma água que nos oferecem de vez em quando, um pãozinho para comer, um lanche com guaraná e biscoitos para a gente fazer, um beijo que eu recebo de uma garota que por acaso passou por aqui, um amigo querendo repartir e compartilhar suas dificuldades e boas coisas que a vida nos dá a cada instante.
Tem muitos jardins por aqui. Muitas rosas e passarinhos em grande quantidade. Frutas pra comer. Árvores gigantescas para nós apreciarmos, enfim, um imenso espetáculo da natureza e um universo sem fim cujas criaturas bendizem e glorificam sem cessar o Autor e Criador de toda essa riqueza natural, de toda essa beleza universal e de toda essa grandeza divina.
Aquele Alguém que me recebeu tão bem quando cheguei aqui é o Responsável por tudo isso, o Autor da Vida e Criador do Amor, o Fundamento de todas essas coisas e de todos esses seres.
Aquele Alguém descobri mais tarde que era Deus, o Senhor.

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O Caminho de Deus é o Bem e a Bondade.
Ser bom e fazer o bem, eis a estrada do Senhor.
Nessa caminhada eterna, amamos a vida e praticamos o amor, vivemos em paz uns com outros, andamos na luz do conhecimento da verdade, praticamos a justiça, buscamos ser pessoas direitas, respeitar para ser respeitados, ser responsáveis por nossos atos, chegar à liberdade e atingir a felicidade, ter saúde pessoal ao mesmo tempo em que procuramos o bem-estar dos outros, ser amigos e generosos, fraternos e solidários, ordeiros e pacíficos, positivos e otimistas, alegres e contentes, construindo sem destruir, sorrindo sempre para as pessoas que nos rodeiam e estão ao nosso lado, pondo em ordem a nossa mente, disciplinando a nossa razão e organizando os nossos conhecimentos, renovando-nos interior e exteriormente a cada dia, libertando-nos de preconceitos e superstições a cada momento, abrindo-nos a novas possibilidades na vida cotidiana, favorecendo as boas tendências da moda, trabalhando a nossa imagem de modo ético e transparente, crescendo, progredindo e evoluindo espiritualmente, desenvolvendo as nossas capacidades e potencialidades diárias, usando a nossa criatividade na construção de bons valores, boas virtudes e boas vivências, utilizando igualmente nossos dons, carismas e talentos na produção de boas idéias e bons conhecimentos, de uma existência mental e emocionalmente equilibrada e virtuosa, satisfazendo-nos vocacionalmente e realizando-nos profissionalmente, articulando também nosso próprio ponto de vista pessoal, nossa visão da realidade que nos cerca, nossa interpretação original sobre os seres e as coisas, nosso olhar crítico e dialético, eustático e insofismático diante da vida, do tempo e da história, da natureza e do universo, da criação que nos envolve, e da eternidade que está a nossa frente e por trás da gente, a nossa direita e a nossa esquerda, em cima de nós e debaixo de nosso corpo espiritual, tendo em vista dar continuidade ao movimento eterno da existência humana e divina, alternando-se em trabalho e descanso, atividade e repouso, mobilidade e constância, ordem e progresso, disciplina e desenvolvimento, evolução e organização, crescendo sem cessar, empenhando-se sem parar e esforçando-se por construir a sociedade de Deus, a cultura dos séculos infinitos, o progresso sem fim, o saber sem medidas, o discernimento espiritual que tudo esclarece, elucida e evidencia, o conhecimento sem fronteiras, a boa ética sem limites, uma fé no Senhor tranqüila e sem barreiras, calma e sem obstáculos, serena e sem bloqueios, de tal forma que a luz de Deus brilhe para sempre sobre todas e cada uma de suas criaturas que fazem o bem e vivem em paz, constróem o amor e produzem a boa vida da eternidade.

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Aqui e agora, na eternidade, esse bom caminho de boas virtudes, bons valores e boas vivências precisa ser consolidado, estabilizado e continuado, mantendo suas bases fundamentais que dão razão à existência e sentido à vida, a partir das quais se constrói a sociedade eterna e se eleva o edifício do infinito, e que contribuem efetivamente para a maior glória de Deus, seu louvor para sempre e sua adoração pelos séculos sem fim, e, igualmente, possibilitam a boa saúde espiritual e o bem-estar existencial do Povo do Senhor, de suas comunidades de amor e vida, de seus grupos e indivíduos que fazem da cultura do bem e da paz e da mentalidade de bondade e concórdia a sua principal estrada de perfeição, excelência ética e moral, grandeza religiosa, riqueza imortal e beleza perpétua.
Com efeito, consolidando esses princípios no meio do ambiente eterno, estabilizando entre o povo suas fontes de conhecimento e discernimento, e dando continuidade às boas idéias e boas experiências que vive, teremos certamente uma feliz eternidade, com mais respeito entre as pessoas e mais responsabilidade social, coletiva e comunitária, mais condições de liberdade, maiores opções de vida que estabeleçam de fato o bom convívio entre as pessoas e melhores alternativas de trabalho que possam produzir concretamente o verdadeiro progresso das gentes eternas e o autêntico desenvolvimento de seus povos infinitos.
Desse modo portanto ficam estabelecidas as raízes da evolução dos tempos infinitos e seus lugares eternos, de seus momentos públicos e privados, de suas situações subjetivas e objetivas, de suas circunstâncias criadoras de mútuas amizades e recíprocas generosidades, de altos graus de fraternidade e de grandes níveis de solidariedade.
Eis pois como os graus da temperatura da eternidade podem aumentar, elevando a boa qualidade de vida que já se tem e tornando excelentes as nossas relações humanas e os nossos relacionamentos com Deus, com os outros e com nós mesmos.

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Em função do bem vivido, do direito praticado e do respeito experimentado uns em relação aos outros, aqui e agora, no oceano da eternidade, vamos nós existindo eternamente, realizando com amor e alegria nossos trabalhos e atividades cotidianas, rezando e louvando, bendizendo e glorificando para sempre o Fundamento de todos os fundamentos, o Autor do Bem e da Bondade, o Deus do direito e da justiça, o Senhor do respeito e da responsabilidade que mantemos mutuamente, ajudando-nos assim uns aos outros na construção de uma eternidade livre e feliz, justa e fraterna, ordeira e pacífica, bondosa e solidária, amiga e generosa, que faz do otimismo sua razão de viver, do sorriso o sentido da sua vida e da alegria a expressão máxima da sua existência.
Crescendo, progredindo e evoluindo pois positivamente conseguimos superar qualquer tipo de agressão e violência, ultrapassar a maldade e a ruindade de alguns e transcender o mal-estar e a má-vontade que muitas vezes toma conta da maioria.
Com essa filosofia de vida positiva e otimista, de alto-astral e auto-estima elevada, de fé em Deus e amor ao Senhor, vamos vencendo a luta da vida, ganhando a guerra entre o bem e o mal, e dando ao Senhor dos Senhores e Deus dos deuses a devida vitória do Bem Vivo, do Direito justo, e do Respeito responsável.
Por isso é boa a eternidade.

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Mas por que a eternidade nos faz tão bem assim ?
Porque aqui e agora se vive com equilíbrio e segurança, bom-senso e estabilidade, constância na fé e permanência fiel em uma espiritualidade natural onde Deus é o Senhor que garante a nossa vida equilibrada e sustenta a nossa existência segura, estável e permanente, consolidando então entre nós as nossas bases doutrinais, os nossos princípios fundamentais e os nossos valores e vivências morais e espirituais, ao mesmo tempo em que estabiliza as nossas experiências sociais, políticas e econômicas, e dá continuidade eterna ao nosso amor a Deus e à sociedade eterna, a esse povo infinito que faz da sua existência espiritual um grande momento eterno de liberdade e felicidade junto Àquele que é o Fundamento de todos os fundamentos possíveis, infinitos e inesgotáveis, inefáveis e incomensuráveis.
Desse modo, portanto, vivendo com equilíbrio mental e emocional, agindo com juízo natural e bom-senso espiritual, pondo ordem na nossa mente e no nosso corpo, disciplinando as nossas atividades físicas e racionais, e organizando a nossa base de conhecimentos naturalmente constituídos e culturalmente desenvolvidos, é possível viver bem a nossa eternidade, evitando pois as loucuras da violência e da maldade, ignorando o mal-estar entre os grupos e indivíduos que ora ou outra possa existir, excluindo então do nosso meio a cultura das más coisas da vida, comportamentos tristes, violentos e marginais, e a mentalidade ainda presente em alguns de que a tristeza e a angústia, o ódio e a inveja, o ciúme e o olho grande, sentimentos contrários e adversos entre nós, devem permanecer junto a nós, disseminando portanto atitudes violentas e marginais que vêm a contagiar e cultivar os agentes da maldade e os instrumentos da ruindade e da ignorância.
Ao contrário, aqui e agora, devemos sim continuar a ser otimistas e positivos, ser bons e fazer o bem, viver em paz uns com os outros, fazer da bondade e da concórdia o sentido da nossa vida.
Tal o desejo de Deus no meio de nós.
A Boa eternidade não admite malucos nem doentes mentais.

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Convivendo uns com os outros, aprendemos que a vida é processo, movimento permanente de transformação, constante mudança de valores, interesses e atitudes, contínua metamorfose ambulante, sem limites ou fronteiras, sem bloqueios ou barreiras, sem surpresas ou obstáculos. Quando estes ocorrem, ela os supera crítica e dialeticamente, ultrapassando-os com otimismo e ações e operações positivas, transcendendo-os tendo em vista a consolidação de seus princípios fundamentais, a estabilidade de suas intenções e experiências vitais e a continuidade de suas atividades naturais e culturais, globais e diferenciais, universais e integrais, sempre crescendo para a frente e para o alto, sempre progredindo existencial e espiritualmente, sempre evoluindo social, política e economicamente, sempre se desenvolvendo interior e exteriormente, buscando enfim sua completa paz interna e externa, seu perfeito bem maior e bondade suprema, e sua excelente vivência de boa saúde e bem-estar elevado, a experiência de Deus.
Ora, ela sabe pois que é processo, e que eternamente viverá buscando a sua perfeição.
Sua caminhada é eterna, por isso nunca acaba.
Movimenta-se perenemente.
Sua dinâmica processual portanto é perpétua.
Por conseguinte, tudo aqui e agora faz-se eternidade, mutabilidade infinita, contínua novidade e diferente construção de boas alternativas e boas possibilidades para todos.
Eternamente logo nos transformamos.
E em tal transformação processual permanente consolidamos nossos projetos de cultura e conhecimento, estabilizamos nossa consciência sempre renovada e sempre renovadora de situações reais e atuais, e damos continuidade ao nosso viver cotidiano, à nossa boa existência espiritual de filhos e filhas de Deus, o Senhor de toda a eternidade.

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Em nossas atividades diárias, descobrimos outra coisa: que dependemos uns dos outros.
Somos dependentes.
Somos interdependentes.
Livres, mas dependentes.
Liberdade com dependência.
Dependemos uns dos outros para ouvir uma música ou saber as notícias e as novidades que acontecem aqui e agora na eternidade.
Dependemos uns dos outros para beber uma água e tomar um cafezinho.
Dependemos uns dos outros para comer alguma coisa e nos alimentar, e assim nos fortalecer espiritualmente, ter boa saúde e realizar bem as nossas atividades, trabalhando pois com alegria e amor ao que fazemos e desenvolvemos.
Dependemos da oração de uma pessoa, do trabalho de alguém, da ajuda de um determinado grupo ou indivíduo, da cooperação de todos para uma atividade definida, da interação dos membros da sociedade eterna tendo em vista compartilhar as nossas idéias boas e ótimos conhecimentos que adquirimos durante a vida, as nossas boas intenções e interesses, as nossas virtudes, valores e vivências de cada dia, de tal modo que os frutos, efeitos e conseqüências desse nosso comportamento seja o crescimento de todos, o bem-estar de toda a coletividade e o bem-comum de toda a sociedade eterna.
Portanto, nossa liberdade tem necessidade da nossa interdependência.
Desse modo se constrói a boa eternidade de Deus.

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Outro detalhe importante que devemos considerar nesses espaços infinitos e nesses tempos eternos é o fato de que vivemos a nossa vida de cada dia a partir dos desejos humanos que possuímos e de nossas necessidades naturais, com os quais movimentamos a nossa existência cotidiana e realizamos o nosso trabalho de cada momento satisfazendo pois esses desejos que palpitam dentro de nós e realizando ainda essas necessidades da nossa natureza, produzindo então boas idéias e boas experiências, construindo para nós ótimos conhecimentos e ótimas atividades espirituais, possibilitando assim a felicidade geral e o bem-estar de todos.
Em função desse trabalho e desse descanso de cada dia, nossos desejos de criaturas humanas se satisfazem e nossas necessidades naturais se realizam proporcionando-nos sempre a cada instante circunstâncias de progresso e ordem, repouso e desenvolvimento, descanso e trabalho, paz e evolução, crescimento e estabilidade, onde o bem que fazemos e a paz e a concórdia que vivemos se tornam construtores dessa caminhada eterna da sociedade infinita do povo de Deus, rumo à Bondade Suprema e à Verdade Superior, pontos de chegada desse processo construtor de novas e diferentes realidades, realidades que transformam a comunidade eterna em um povo sempre livre e feliz, de bem com a vida e em paz com a sua consciência, calmo na sua alma e tranqüilo no seu espírito.
Logo, na boa eternidade, temos desejos a satisfazer e necessidades a realizar, tais como comer e beber, vestir-se e fazer higiene espiritual, andar e caminhar, namorar e paquerar, amar e criar, saber e conhecer, discernir e fazer a diferença entre as coisas, ordenar e disciplinar, planejar e organizar, construir e não destruir, abraçar o bem e a paz e rejeitar o mal e a violência, criar amigos e beijar as mulheres, brincar com as crianças e sonhar com os jovens, aprender com os mais velhos a sabedoria da vida, alegrar os tristes e motivar os desanimados, animar os deprimidos e incentivar os aflitos e angustiados, ser amigo e generoso, fraterno e solidário com as pessoas que estão ao nosso lado e em torno de nós, ter fé em Deus, rezar e acreditar no Senhor, confiando sempre na sua Bondade infinita e na sua Misericórdia eterna.
Esse fato nos dá segurança espiritual, garantia de que tudo está bem a nossa volta, e todos se encontram em paz duradoura.

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Tomar consciência de que o mal existe, e optar pelo bem em sua vida, eis uma prática comum aqui e agora na boa eternidade.
Também há a má eternidade.
Mas quem escolhe o bem e a bondade, e a paz e a concórdia em suas vidas de cada dia será sempre feliz ao lado de seu Deus, construindo – e não destruindo – as boas coisas da vida, junto com o povo do bem e da paz, e do amor e da vida, cujo Senhor é o Bem Supremo e a Paz Superior, o Amor mais alto e a Vida mais elevada, Perfeito em suas obras, completo em suas atividades e excelente em suas experiências cotidianas.
Portanto, urge conscientizar-se dessa realidade do bem e do mal, e optar pela prática da bondade e da concórdia, assumindo um compromisso responsável com a construção de um mundo eterno melhor onde todos tenham voz e vez, seus direitos reconhecidos, compreendidos e respeitados por todos, ao mesmo tempo em que sejam cumpridores de seus deveres e obrigações.
Logo, conscientizar-se e comprometer-se são as regras básicas do bom comportamento espiritual em que a consciência do bem e do mal leva-nos – por sermos amigos de Deus – a um compromisso radical, respeitoso e responsável com a prática do bem e da bondade, e da paz e da concórdia, que devem existir realmente entre todos e cada um dos filhos e filhas de Deus.
Vivendo assim seremos os mais felizes de toda a boa eternidade.

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A Boa e feliz eternidade é o lugar dos que amam, respeitam e valorizam a Deus, o Senhor Fundamento de todos os fundamentos, que, na realidade eterna, possibilita a todos viverem de bem com a vida, em paz uns com os outros, gozando felizmente das boas coisas que a vida tem, a vida de Deus, a vida sem fim, plena de amor e fraternidade, generosidade e solidariedade, transformadora e libertadora no sentido de que ali naqueles espaços infinitos todos se respeitam mutuamente, o direito e a justiça falam mais alto, a verdade e a liberdade fazem de todos e cada um agentes de saúde e bem-estar, situações que dependem realmente da boa consciência de valores e intenções que se possui, da existência que coloca Deus em primeiro lugar e da espiritualidade fundada no bem que se faz e na paz que se vive, na bondade que se pratica e na concórdia que se experimenta.
A Cultura do que é bom e a mentalidade de que o bem e a bondade são os fundamentos de tudo e de todos na eternidade, de fato, tornam possível um convívio tranqüilo entre as pessoas que lá estão, o reino da calma e da bonança de pensamentos, sentimentos e comportamentos.
Ser bom e fazer o bem – eis o princípio da paz, a garantia do amor, a segurança mental, física e espiritual.
Isso é Deus.

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O lado bom da eternidade é que aqui a gente pode crescer em todos os sentidos, progredir em todas as direções e evoluir em todas as circunstâncias que se nos apresentem, desde que Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, seja sempre o centro das nossas atenções, o ponto mais alto das nossas atividades e o eixo vital e essencial de nossas vivências e experiências eternas, o que significa na prática um comportamento voltado para o bem que fazemos e a paz que vivemos a cada instante, sempre construindo o amor e a vida ao nosso lado e em torno de nós, desenvolvendo pois a vida fraterna e solidária, amiga e generosa, que se identifica com a cooperação mútua sempre que necessária e a colaboração recíproca sempre que possível, ajudando-nos assim uns aos outros, trabalhando portanto na criação constante de outras, novas e diferentes condições de saúde pessoal e bem-estar coletivo, onde todos e cada um se sintam amados, respeitados e valorizados pelo que são – filhos e filhas de Deus – e pelo que fazem – seus trabalhos, exercícios físicos e mentais, e operações espirituais – de tal modo que o resultado final de tudo isso é uma eternidade livre e feliz, ordeira e pacífica, em que todos os direitos sejam respeitados e todos os deveres e obrigações sejam cumpridos com compromisso e responsabilidade, sobressaindo sempre em nosso convívio diário e no permanente relacionamento come as pessoas, o quase perfeito equilíbrio mental e emocional, o controle disciplinado de nossas paixões, desejos e anseios os mais diversos e o domínio quase completo de nós mesmos, ainda que nesse processo de realizações infinitas os nossos limites se evidenciem, as nossas fraquezas se manifestem e os nossos esforços sejam reconhecidos.
O importante sempre é recomeçar, levantar-se sempre em cada queda, ressuscitar constantemente em todas as aparências de morte, subir novamente com empenho sempre que houver uma descida, nascer de novo a cada momento, em cada situação vivida, em quaisquer circunstâncias experimentadas.
Tenhamos sempre a consciência certa de que Deus sempre compreende a todos e cada um de nós, e nos ajuda sempre que preciso a fim de continuarmos eternamente a nossa caminhada para a frente e para o alto, com Ele, dEle, por Ele e para Ele, o Divino Amigo, o Fundamento de todos os fundamentos, o Senhor de toda a eternidade.

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Sorrir, alegrar-se e ser otimista – eis as marcas registradas de uma boa e feliz eternidade aqui e agora no meio de nós.
Com o pensamento positivo, vivemos melhor os nossos relacionamentos cotidianos.
De alto astral, o nosso convívio diário se torna mais alegre, feliz e contente.
Se a nossa auto-estima está elevada, então conseguimos alegrar os tristes, animar os desanimados, motivar os deprimidos e incentivar os angustiados, além de levar carinho e entusiasmo aos que padecem de enfermidades, ou estão sujeitos às moléstias comuns neste tempo e lugar, ou se encontram doentes e acamados em seus locais de abrigo.
Assim nasce a nossa liberdade, fundamento da nossa felicidade.
Livres, tornamos os outros livres.
Felizes, fazemos os outros felizes.
O que importa neste momento eterno é preservar o nosso eu, e garantir a nossa paz e segurança interiores, fontes do nosso equilíbrio mental e emocional, bases do controle que exercemos sobre a nossa cabeça e princípios do nosso domínio sobre nós mesmos.
Seguros, calmos e tranqüilos, fazendo sempre o bem e vivendo sempre em paz, amando a vida e praticando o amor, é possível a glória de Deus, em função da qual louvamos, adoramos e bendizemos o Senhor para sempre.
A partir destes sustentáculos espirituais, físicos e mentais, a eternidade se torna saudável e agradável, e seu povo mais feliz e de bem com a vida, experimentando em seu meio continuamente a fraternidade que nos liga e a solidariedade que nos une e reúne, a amizade construída a cada passo e a generosidade criadora de oportunidades para todos.
Esse é o caminho da vida espiritual que cá usufruímos com amor.
Deus é a sua origem e o Senhor a sua luz e inspiração.
Assim, a nossa felicidade é eterna.
Tal a eternidade de quem é bom e faz o bem.

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A Eternidade é um processo em construção permanente pois aqui todos caminham para sempre, se movimentam produzindo condições de vida e trabalho, saúde e educação, a partir de que as relações humanas e sociais tendem a se tornarem boas, boas de se viver, viver pacificamente uns com os outros, fazendo do amor fraterno e solidário, amigo e generoso, a porta da felicidade, que nasce de uma prática de liberdade cujo fundamento é o Senhor Deus, razão de sermos livres e fonte do seu jeito respeitoso e responsável, equilibrado e de bem com a vida, alegre e otimista, visto que liberdade não é simplesmente fazer o que se quer contudo unir ordem com justiça, direito com respeito, liberdade com responsabilidade, otimismo com bem-estar, ou seja, é o compromisso assumido com o bem de si próprio e o bem alheio, de tal modo que esse intercâmbio de bondades e concórdias que nos libertam de verdade, tornem progressivos os espaços infinitos, evoluindo material e espiritualmente, crescendo física e mentalmente, desenvolvendo portanto todas as possibilidades de bem-viver em comunidade e todas as alternativas viáveis que ofereçam oportunidades para todos e cada um desta Cidade Eterna de participarem dos favores de Deus e dos benefícios do Senhor comungando assim com uma realidade amorosa e prazerosa, boa de ser vivida e ótima em suas manifestações humanas, naturais e divinas, o que configura o tempo e o lugar em que estamos como acontecimentos de eterna felicidade ou fenômenos de uma liberdade feliz centrada em Deus de Quem recebe os princípios de sua contente aceitação da parte de todos os seus habitantes.
É uma caminhada sem fim cujo ponto de chegada extrapola seus próprios objetivos e suas mesmas finalidades porque o caminho é eterno e Deus é a sua meta para a qual nos dirigimos diariamente mergulhando cada vez mais e melhor na sua inesgotável realidade, no seu inefável acontecer, no seu infatigável movimento incessante e na sua insuperável perfeição cuja qualidade de vida supera todas as excelentes existências que então caminham sempre nesse contínuo processo de construção de suas outras, boas, novas e diferentes capacidades e potencialidades de vida em plenitude.

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Como na Terra, neste início de século XXI, também aqui e agora no Planeta Eterno ocorre o fenômeno da globalização, unindo as pessoas entre si em todos os tempos e lugares, em qualquer situação vivida ou em quaisquer circunstâncias praticadas, nos momentos passados, presentes e futuros, nos instantes reais e atuais que experimentamos hoje, fazendo as relações humanas entre grupos e indivíduos interagirem, realizando então intercâmbios sociais e culturais, políticos e econômicos, artísticos e científicos, históricos e filosóficos, morais e religiosos, compartilhando pois relacionamentos que se cruzam pelo caminho e comportamentos que se chocam durante a caminhada, sempre visando o crescimento de todos e cada um, o seu progresso material e espiritual, a sua evolução física e mental, e o seu desenvolvimento sustentável capaz de garantir às gerações presentes e de amanhã melhores condições de vida e trabalho, saúde e educação, e maiores oportunidades de satisfação vocacional e profissional, grandes possibilidades de boa saúde pessoal e bem-estar coletivo, e ótimas alternativas de liberdade, fundamento da felicidade.
Esse fluxo de mútuas cooperações e colaborações recíprocas transforma o complexo de vida da eternidade em um verdadeiro e profundo repertórios de conteúdos de conhecimento de qualidade, já que estamos de fato realizando o processo de construção dos ambientes infinitos e suas experiências eternas cujo fim é Deus, o Senhor de toda a eternidade.
Nessa eterna caminhada, nos realizamos, porque vamos nos aproximando cada vez mais e melhor da Fonte da vida e Razão do nosso ser, pensar e existir, Origem do nosso amor e Princípio da nossa existência, o Fundamento verdadeiro de todos os fundamentos possíveis.
Em tal processo sem fim, nos tornamos livres e felizes, visto que Deus, o Senhor, o Criador, o Autor da Vida, é por nós, aqueles que fazem sempre o bem e vivem permanentemente em paz, construindo o amor, a fraternidade e a solidariedade, e destruindo tudo o que é contrário à vida, à bondade das pessoas e à concórdia entre os seus habitantes, cidadãos da eternidade.
Aqui, a globalização já existe há muito tempo.

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O que contribui efetivamente para esse panorama globalizado se tornar uma realidade cá entre nós é sem dúvida a ferramenta de reflexão e o instrumento de debate de que os cidadãos eternos se utilizam para crescer interior e exteriormente, progredir física e mentalmente, evoluir espiritualmente, desenvolvendo pois a sua criatividade natural ao lado de seus dons, carismas e talentos, satisfazendo assim o seu campo vocacional e realizando ainda a sua área profissional, o que de fato conduz o Povo de Deus a uma boa vida social e a um bem-estar individual e coletivo, tornando-o então um povo mais fraterno, amigo e solidário, de bem com a vida e em paz consigo mesmo, que faz do amor a Deus a sua lei maior e melhor, em função do qual produz as suas atividades de vida, se comporta com fé e confiança no Senhor, Aquele que lhe garante a existência e a sua segurança nesta Cidade Eterna.
Aqui, fazemos da reflexão o caminho para novos e diferentes conhecimentos de qualidade.
E do debate a porta de entrada para uma boa visão da realidade eterna, interpretando-a sempre à luz do Senhor e com a nossa capacidade e potencialidade humanas e naturais de refletir e raciocinar em grupo tendo em vista alcançar uma vida melhor para todos.
Surge pois desse modo entre nós a Tempestade Cerebral – o intercâmbio de idéias refletidas em conjunto e debatidas visando a liberdade da gente, fonte da nossa verdadeira felicidade.

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A Realidade dos mortos que viveram na Terra e hoje estão aqui na Cidade Eterna é uma situação que reflete o seguinte pensamento:

“Os Mortos não morrem...

A Vida é eterna.
Os Mortos não morrem.
Homem e mulher vivem para sempre, segundo o desígnio de Deus, o Senhor, que nos criou para sermos eternos, livres e felizes, como Ele também é eterno, livre e feliz. Somos criaturas de Deus. Fomos criados para a eternidade – a eternidade da vida e do amor, a eternidade do bem e da paz, a eternidade da luz espiritual.
Deus é o Senhor.
O Senhor de toda a eternidade.
O Senhor do direito, da justiça e da verdade.
O Senhor da Bondade.
Felizes os que praticam o bem e vivem em paz,
porque serão chamados filhos de Deus, o Senhor.
Felizes os que amam a vida e fazem do amor a sua lei maior e melhor,
porque viverão eternamente ao lado do Senhor Deus.
Felizes os que procuram a luz da verdade,
porque serão livres e felizes para sempre.
Felizes os que abraçam o direito e a justiça,
porque andarão sem medo pelos tempos infinitos.
Felizes os que agem com juizo e bom-senso.
porque serão amados, respeitados e valorizados pelo Senhor Criador e seus seguidores.
Felizes os que respeitam a ordem da natureza,
porque serão considerados dignos das moradas eternas.
Felizes os que atuam com responsabilidade,
porque serão aprovados pelo Direito de Deus.
Felizes os que buscam a saúde pessoal e o bem-estar de todos,
porque serão governados eternamente pelo Espírito Superior, Superior a tudo e a todos.
Felizes os que favorecem a liberdade,
porque serão felizes eternamente.
Felizes os que seguem a sua própria consciência,
porque o Autor da Vida os abençoará eternamente.

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Também se enfatiza por aqui no Mundo Infinito, o Oceano da Eternidade, a importância e a necessidade da oração, sentido da nossa vida espiritual.
Com essas palavras, podemos entender o valor da oração na nossa caminhada espiritual aqui no Universo de Deus:

O Poder da Oração

Honrar, amar, agradecer, louvar, adorar, bendizer e glorificar a Deus, o Senhor, é , na verdade, a forma de comunicação que o homem e a mulher mantêm perante a Suprema Divindade.
Tal ferramenta de oração, quando cheia da graça e do amor de Deus, tem o poder, diante da misericórdia divina, de alcançar verdadeiramente graças, milagres, benefícios e maravilhas para a humanidade.
Todavia, para que a oração tenha poder e força diante do Senhor nosso Deus, é necessário, da parte da criatura, um grande amor e boa-vontade, uma grande fé e boas obras, cuja realidade vivida e praticada obterá grandes favores, bênçãos e graças
dAquele que é o Senhor do tempo e da eternidade, Deus da vida e da história, Criador do homem e da mulher, Autor do bem e da paz.
Logo, devemos cultivar, desenvolver e abraçar fortemente o amor de Deus na nossa vida, a fim de que, amando a Deus e ao próximo, alcancemos e sejamos agraciados, como disse, com os benefícios e maravilhas do Senhor Deus.
Na oração, quanto maior e melhor o amor a Deus e ao semelhante, aos irmãos e irmãs, aos pobres, necessitados e desfavorecidos, maior e melhor a misericórdia divina sobre nós, todos e cada um, possibilitando assim da parte de Deus uma grande abertura gracial, a partir de que o Senhor derramará sobre seus filhos e filhas grandes favores, grandes graças, grandes e majestosas bênçãos.
Deste modo, quando rezarmos diante de Deus, deixemos o coração falar mais alto, orando com amor. Certamente, Deus, o Senhor, responderá imediatamente com abundantes benefícios e maravilhas, graças e favores, sobre nós, suas amadas criaturas.

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O Espírito de Deus é o Comandante da eternidade.
Apesar de povos diferentes e indivíduos variados que habitam este Planeta Eterno, o Espírito é único e sempre o mesmo, universal e natural, necessário e indispensável, protetor dos justos e providente sempre que preciso, construtor do bem das pessoas e da paz de suas consciências, do amor fraterno e solidário e da vida que sempre cresce, progride e evolui, desenvolvendo a criatividade de todos, os seus dons, talentos e carismas, a sua vocação espiritual e a sua profissão nos meios eternos.
Aqui, o nosso trabalho de cada dia é construir a saúde mental, física e espiritual de todos, e o seu bem-estar no convívio que todos estabelecem com cada um.
Providente e Construtor, o Espírito do Senhor nos conduz permanentemente nos caminhos do direito e do respeito, da justiça e da ordem, do bem e da paz, do amor e da vida, da liberdade e da responsabilidade, da fraternidade e da solidariedade, da amizade e da generosidade, da felicidade e do bem-estar, e da saúde baseada no otimismo que alegra, na alegria que levanta e no sorriso que constrói.
Assim é a eternidade.
A Estrada dos justos.
O Caminho de quem anda direito.
Tal é a vereda do Senhor.
A Via da paz e da liberdade, fontes da felicidade.
Somos eternos.
Eternos na justiça, no direito e na verdade.
Não há outra opção.

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Paulatinamente, o povo da eternidade vai se conscientizando de que o seu destino eterno é estar de bem com a vida e viver em paz uns com os outros, afastando aos poucos do seu convívio diário a violência de alguns grupos e indivíduos, a agressividade de certas pessoas em conflito consigo mesmas e a maldade de quem ainda não entendeu a vontade de Deus a nosso respeito, não compreendeu portanto a sua bondade criadora de boas, outras, novas e diferentes possibilidades de vida e trabalho para todos e cada um, não assumiu logo o compromisso responsável de construir juntos e unidos para toda a sociedade eterna uma vida de qualidade espiritual, onde os favorecidos possam gozar da calma de sua alma e da tranqüilidade do seu espírito, vivendo então uma vida equilibrada, praticando a solidariedade a sua volta, respeitando-se uns aos outros, experimentando em si e nos outros uma existência direita e verdadeira, justa e fraterna, ordenada e organizada, disciplinada e autêntica, transparente em seus valores e virtudes éticas e que proporcione a esses beneficiados uma realidade cujo clima de cooperação mútua e recíproca colaboração manifeste a ordem da eternidade, a saúde espiritual dessa imensa população e o bem-estar dessas criaturas de Deus.
Assim pois Deus será louvado eternamente.
Porque o Planeta Eterno haverá de compreender que estando bem consigo mesmo e com os outros – eis a glória do Senhor, a felicidade do povo e a alegria feliz e contente de toda a comunidade eterna.
Pouco a pouco, vamos tomando a consciência dessa realidade, assumindo ao mesmo tempo compromissos responsáveis com o Criador, Autor da Vida, e com toda a população que mora e vive e trabalha aqui na eternidade.

21

A Vontade de Deus aqui na sociedade eterna é que todos e cada um tenham dignidade de vida elevada, maior qualidade de trabalho, saúde e educação, excelentes atividades que concretizem a sua boa ética comportamental e a sua espiritualidade natural, o respeito mútuo e a responsabilidade social e ambiental, o otimismo de suas experiências com as pessoas e o ótimo equilíbrio e bom-senso em suas relações com indivíduos e grupos variados, diferentes e até divergentes. Desse modo, pode-se construir um Planeta Infinito mais humano e divino, mais natural e espiritual, onde as pessoas se amem, se respeitem e se valorizem reciprocamente.
E, ao final, o Senhor de toda a eternidade seja louvado, bendito e glorificado, pelo direito e o respeito entre as pessoas, a liberdade e a responsabilidade nos ambientes individuais e coletivos, a saúde pessoal e o bem-estar social de suas criaturas, que devem lutar por uma vida melhor, em que seus direitos sejam venerados e suas obrigações e deveres cumpridos com compromisso, seriedade e responsabilidade.
É o Povo de Deus caminhando eternamente em busca de sua felicidade sem limites e sem fronteiras, sem as possibilidades do mal e sem as tendências da maldade e da violência.
No bem que fazemos e na paz que vivemos, eis a nossa saúde, felicidade e bem-estar.
Esse o desejo de Deus para nós.

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O Sentido da eternidade aqui e agora é caminhar sustentando o progresso de todos e a evolução de cada um, exercício esse que o Povo de Deus deve fazer cotidianamente, ajudando-se assim uns aos outros a conquistar para si e suas famílias melhores condições de vida e trabalho, saúde e educação, mais saúde pessoal e bem-estar coletivo, onde seus direitos sejam respeitados e cada qual cumpra devidamente com seus deveres e obrigações, mantendo assim a ordem social e a justiça eterna, favorecendo a conquista da liberdade e o usufruto dessa felicidade infinita que Deus propõe a cada sujeito nessas áreas e condições de eternidade, para o que todos devem responder com atitudes sensatas e equilibradas que manifestem o seu amor ao Senhor e o seu bom desejo para com as comunidades que aqui existem, beneficiando desse modo a fraternidade universal e a solidariedade dos povos que cá moram e trabalham.
Desse jeito emergente de viver e existir, vamos vivendo bem a eternidade, louvando o Senhor Espírito de Deus por suas maravilhas, favores e benefícios em nosso favor, e glorificando-O eternamente por suas obras cheias de otimismo e equilíbrio capazes de animar os tristes, motivar os deprimidos e incentivar os mais medrosos e aflitos na procura por sua liberdade, fonte da verdadeira felicidade, que vem de Deus.

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É sabido de todos aqui na eternidade que o Espírito de Deus trabalha constantemente para a nossa promoção humana, natural e cultural, para a elevação de nossa dignidade pessoal e coletiva e para que tenhamos diariamente mais qualidade de vida e trabalho, saúde e educação, que nos permita estar de bem com Deus e com os outros ao nosso redor, em paz com nosso espírito, calmos na alma e tranqüilos no corpo e na mente, equilibrados emocionalmente, positivos e otimistas com relação aos destinos das criaturas neste Planeta Eterno, sabendo de antemão que o Senhor nos é favorável sempre que optamos pelo bem e a bondade em nossas existências de cada dia e de toda noite, sempre que preferimos a paz e a concórdia em nossos relacionamentos e atitudes, evitando assim a maldade que nos persegue e a violência que nos ameaça cotidianamente, e ignorando de vez ações baseadas na injustiça e na mentira, na falta de respeito e na ausência de juízo e bom-senso.
Agindo assim temos sempre os créditos espirituais que Deus nos reserva por toda a eternidade.
Somos cumulados de favores.
Enriquecidos de benefícios.
Tal o projeto de Deus para nós.

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Embora o Senhor Deus nos oriente sempre no caminho do bem e da bondade, da paz e das boas virtudes, da sensatez da alma e do equilíbrio da mente, da calma do corpo e da tranqüilidade do espírito, do otimismo e do bom-senso, da alegria e do contentamento, da liberdade e da felicidade, da ordem e da justiça, do respeito e da responsabilidade, da saúde e do bem-estar, não podemos ignorar a presença do mal entre nós, a insistência da maldição e seus efeitos no meio da realidade eterna. Devemos ser realistas. Ser bons mas não ser bobos. Saber que o mal existe e está no meio de nós. Por isso, devemos lutar sempre contra ele, e não favorecer a sua violência capaz de destruir vidas e estragar o bem que fazemos e a paz que vivemos. É nossa obrigação combater a maldade. Batalhar em prol da bondade e do bem-estar das pessoas ao nosso lado e em torno de nós. Sim, é a guerra entre o bem e o mal, característica presente e insistente aqui e agora na eternidade. De fato, não podemos dar créditos à maldição que nos rodeia e deseja a nossa queda e o nosso abatimento, a nossa tristeza e tudo de contrário à nossa natureza boa e de bem com a vida, e em paz consigo mesma. Com efeito, aqui e agora, a luta continua eternamente, certos da vitória do bem sobre o mal, da paz sobre a violência, da luz sobre as trevas, da vida sobre a morte e do amor sobre o ódio. Temos consciência de que a justiça de Deus permanece no meio de todos e cada um de nós. Esse fato nos alegra, ao sabermos então que o Espírito de Deus governa todas as coisas tendo em vista o nosso bem e o melhor para nós. Assim trabalha o Senhor. Ele favorece quem é bom e amigo das pessoas. E desestimula os praticantes da maldade e os comprometidos com a violência. Ele só quer o nosso bem. E é por isso que Ele trabalha incessantemente. Sua alegria é a nossa vitória. Sua vitória é nos ver sempre alegres, felizes e contentes. Assim é a o ambiente da eternidade.

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Aqui, nessas realidades eternas e nesses ambientes de infinitude, vivemos como que mergulhados no oceano do Espírito de Deus, nadando felizes em suas águas puras e cristalinas, dentro do mar da eternidade. Existimos como bóias no interior dessas águas eternas refrescantes, pacíficas, calmas e tranqüilas, o que nos faz pessoas equilibradas e sensatas, otimistas com relação aos nossos destinos eternos, alegres e contentes em nosso convívio diário com grupos e indivíduos diferentes mas não contrários a nós, que partilham dos nossos mesmos interesses e intenções, praticantes da bondade que renova e da paz que ordena a nossa vida cotidiana, disciplina a nossa cabeça e organiza as nossas idéias e conhecimentos, sentimentos e experiências as mais diversas e profundas.
Essa paz interior dentro do oceano da eternidade é fundamental para uma vida de harmonia com Deus e com o próximo, capaz de nos dar saúde física e mental, e bem-estar material e espiritual.
Graças a Deus, a paz é uma constante no meio de nós.
De bem com a vida, vamos construindo sempre a feliz eternidade.

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A boa, feliz e perfeita eternidade é um processo aberto em permanente construção, o qual se realiza em função dos bons valores da consciência e das ótimas virtudes da experiência de cada dia e de toda noite, das boas intencionalidades das criaturas de bem e dos ótimos interesses dos cidadãos e cidadãs desta sociedade eterna, que caminha sempre criando as razoáveis condições de liberdade e felicidade, saúde e bem-estar, bom-senso e equilíbrio, otimismo e alegria, ordem e justiça, respeito e responsabilidade, para toda a sua gente ansiosa por santidade e uma boa vida de grandes realizações em prol de sua população lutadora e trabalhadora, produtora dos fundamentos de um Planeta Eterno livre e feliz cuja base de sustentação e fundamento de sua existência real e atual é o Espírito de Deus, Senhor de toda a eternidade.
Contudo, é preciso sempre sermos realistas, e nos conscientizarmos de que o mal existe, e combate contra o bem e a paz das pessoas aqui na eternidade.
Todavia, com Deus somos vencedores.
Com o Senhor do nosso lado e a nosso favor, podemos ganhar a guerra entre o bem e o mal, a bondade e a maldade, e sermos assim eternamente felizes junto ao Onipotente, Deus e Senhor de nossas vidas, Razão de nossas realidades eternas e Sentido de nossa existência nesses séculos infinitos.
Sim, a felicidade é eterna.

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É importante notarmos que em quaisquer lugares e momentos diferentes em que nos encontrarmos aqui na eternidade sempre estaremos na presença de Deus, que conhece perfeitamente todos os nossos passos, sabe muito bem por onde andamos, entende como ninguém a nossa vida cotidiana e compreende como só Ele sabe os nossos problemas, conflitos e dificuldades, sempre avaliando as nossas atitudes pessoais e coletivas e constantemente examinando o nosso comportamento em relação às outras pessoas deste Planeta Eterno, o que Lhe permite julgar com perfeição as nossas obras e atividades que mantemos diariamente em comunidade ou sozinhos por acaso nestes espaços infinitos e tempos eternos.
Ele, Deus e Senhor, sabe bem quem são as suas criaturas.
Conhece cada qual pelo nome, pelas ações e pelos relacionamentos que estabelecem com Ele, com os outros e consigo mesmos.
Ele é o Espírito de Deus, Fundamento de todos os fundamentos, Senhor de toda a eternidade, Causa da Vida e Razão da Existência, Sentido da realidade interior e Inteligência Suprema e Superior que governa todas as coisas e preside todos os seres.
Ele, o Dono da Terra e Gerente do Céu, Gestor da eternidade e Administrador dos acontecimentos que aqui e agora ocorrem no meio de nós.
Sim, estamos presentes em Deus.
E Ele é Presença marcante na nossa vida de cada dia e de toda noite.
Ele é o Senhor.

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Hoje, Senhor Deus, quero Vos agradecer por estar aqui e agora na Feliz Eternidade e poder gozar com meus companheiros de caminhada e parceiras de estrada do privilégio de estar na Vossa presença, Senhor Deus, e viver assim mergulhado no Oceano da Eternidade e nadar a cada dia e toda noite em suas águas puras e refrescantes, profundas e cristalinas, saboreando então as maravilhas de Deus e os beneplácitos do Senhor, consumindo as suas graças sem fim e comungando com seus dons naturais, e participando de seus talentos inseridos em nossa natureza e de seus carismas introduzidos em nossa humanidade.
Obrigado, Senhor Deus, por esse privilégio.
De poder estar aqui e agora na Vossa Presença majestosa e maravilhosa, gloriosa e grandiosa.
Agradeço-Vos, Senhor Deus, por essa imensa graça, da qual infelizmente muitos não podem comungar e participar, porque são maus e propagam a violência e a agressividade ao seu lado e em torno de si.
Obrigado, Senhor Deus, por esse privilégio único, do qual poucos podem gozar e experimentar as suas delícias sem fim e as suas gostosuras eternas.
Obrigado, mais uma vez, Senhor Deus.

29

Em meio ao convívio entre o bem e o mal aqui na eternidade, temos ainda a possibilidade de optar pelo melhor caminho eterno, aquele que nos orienta especificamente para Deus, identificado com a estrada da bondade, do bem que se faz a todo instante e da paz que se vive a cada momento, do amor à vida e do respeito às pessoas que estão ao nosso lado e em torno de nós, da responsabilidade por nossos atos no cotidiano e do compromisso com a fraternidade universal e a solidariedade entre os povos, do bem-estar social e cultural e da saúde política e econômica de cada indivíduo e de todos os grupos humanos, criaturas que buscam a liberdade, fonte da verdadeira felicidade, que trabalham com alegria e fazem bem todas as coisas, vivem uma vida direita, justa e verdadeira, autêntica e transparente, caminham com equilíbrio e bom-senso, e vivem sempre otimistas no seu dia a dia, alegres no meio das comunidades, sempre com um sorriso no rosto para oferecer aos homens e mulheres que constituem o Povo do Senhor, felizes por estar na Sua Presença Infinita e Eterna, base da alegria sem fim e fundamento do repouso aconchegante e tranqüilizante, que acalma a nossa alma e pacifica o nosso espírito.
Esse o lado bom da eternidade.
Existe também o lado contrário.
Todavia, nós preferimos o Senhor e o seu convívio eterno e maravilhoso, glorioso e grandioso.
Que bom, Senhor, estar aqui e agora, junto a Vós, gozando eternamente dos vossos beneplácitos, favores e benefícios sem limite.
Deus é maravilhoso.

30

As bases da felicidade eterna se sustentam em princípios de vida bem consolidados, em valores éticos e religiosos bem estruturados, em regras sociais, ambientais e psicológicas bem orientadas e em normas existenciais bem sistematizadas, de modo a assegurar às criaturas de Deus uma vivência eterna bem firme e forte capaz de definir boas ações e determinar ótimos comportamentos, atitudes sensatas e equilibradas, uma vida onde o otimismo mobiliza as suas atividades cotidianas, aliado da alegria de viver e se comportar com integridade sempre com um sorriso para oferecer às pessoas com quem convivemos diariamente, assumindo pois a possibilidade de nos ajudarmos uns aos outros, cooperar mutuamente para o bem-estar de todos e cada um, colaborar reciprocamente para o desenvolvimento da liberdade, fonte da verdadeira felicidade, cultivar a fraternidade entre as pessoas e ser sempre solidário com quem necessita do nosso amparo e requer o nosso esforço em dar a mão a quem precisa de nossa bondade ativa e caridade eficaz.
Eis a boa eternidade.
Uma sociedade de Deus.
Um Povo do Senhor.
Nele, as condições de uma vida feliz pelos séculos infinitos.
Realmente, somos felizes.
Porque nos seguramos nAquele que garante o nosso bem-estar espiritual e a nossa saúde física e mental.
Ele, o Senhor dos senhores.
Deus eterno.
Base da nossa felicidade sem fim.

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Se cá na eternidade você deseja ser verdadeiramente feliz, então abrace a bondade, que vem de Deus.
Porque a bondade constrói uma vida de felicidade sem fim.
A Bondade cultiva sentimentos de alegria e otimismo, faz a gente sorrir para as pessoas, nos ajuda a praticar a fraternidade e ser generosos, amigos e solidários uns com os outros.
A Bondade nos faz sair de nós mesmos e nos aproximarmos dos outros.
A Bondade nos ajuda a ajudar sempre quem precisa ou não de nós.
A Bondade ilumina e fortalece a vida das pessoas.
A Bondade é o bem que a gente faz e a paz que nós vivemos cotidianamente neste Planeta Eterno dentro desta sociedade de tempos e espaços infinitos.
Como é bom ser bom!
Como é bom fazer o bem sempre!
Deste modo, Deus fica do nosso lado e a favor de nós, nos enchendo de inúmeros benefícios e créditos sem fim.
Deus é bom.
Devemos nós ser bons também.
Deus é Amigo.
Devemos também nós ser amigos igualmente.
A Bondade Divina nos torna mais humanos.

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Cá no Planeta Eterno de vez em quando é bom fazer silêncio e reservar momentos para se colocar tudo em ordem na nossa vida, disciplinar as nossas atividades cotidianas e organizar as nossas idéias e conhecimentos que tornam as nossas experiências espirituais mais saudáveis e mais agradáveis.
O Silêncio tranqüiliza a nossa alma e acalma o nosso espírito.
O Silêncio pacifica a nossa consciência e faz repousar os nossos problemas de cada dia e as nossas dificuldades e conflitos de quase toda noite.
Com o silêncio, tudo é colocado no lugar e em seu tempo dentro da nossa existência de cada instante.
Sem o silêncio, a nossa realidade diária e noturna se perdem na confusão da sociedade e se misturam com as turbulências do meio em que vivemos atualmente.
Precisamos do silêncio.
Nele, encontramos a Deus.
Nele, a boa oração e a ótima reflexão sobre a vida de cada hora e de todo minuto vivido por nós.
Nele, a chave do sucesso e o segredo da felicidade.
Nele, Deus vem a nós.
Nele, uma eternidade mais repousante e mais sossegada.
Cultivemos pois o silêncio.

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A Paz que eu procuro aqui e agora nestes tempos eternos de espaços infinitos, além de ser um dom de Deus, precisa ser construída a cada instante e a todo momento, e ela só será alcançada a partir do bem que fizermos às pessoas e da bondade praticada com otimismo e alegria em nossa vida, como também cultivada pela experiência de equilíbrio e bom-senso colocados em nossa existência cotidiana.
Deste modo, em paz, desenvolveremos a vida da eternidade, ajudando-nos uns aos outros, criando entre nós as condições vitais de liberdade, fonte da verdadeira felicidade.
Concorrem para essa paz interior a atitude de respeito mútuo e de responsabilidade social que assumirmos durante essa caminhada eterna.
A Paz interna e externa são frutos do bem feito e da bondade praticada.
Deus é isso.
A exemplo do Senhor, sejamos pacíficos sendo bons e fazendo o bem durante a nossa permanência neste Planeta Eterno.
Em paz, temos mais saúde e bem-estar.

34

Viver com autenticidade é uma das exigências para quem quer caminhar bem aqui na eternidade.
Ser transparente em suas idéias e atitudes.
Ser verdadeiro com as pessoas ao seu lado e em torno de si.
Ser de fato autêntico, assumindo uma postura de verdade nos seus relacionamentos e perante os acontecimentos a sua volta.
Tal é a base da liberdade.
Essa a fonte da felicidade.
Seremos autênticos quando formos fiéis ao Espírito de Deus que governa este Planeta Eterno.
Esse é o comportamento correto de quem é filho e filha de Deus.
Esses os verdadeiros amigos do Senhor.
Que buscam a verdade.
Que anseiam pela liberdade.
Que aspiram pela felicidade.
Eis a experiência vital de quem segue a Deus, se orienta com suas leis e diretrizes, fazendo a sua eternidade ter um sentido perfeito onde se procura o bem de todos e a paz comum a todas as comunidades que aqui e agora vivem, os grupos e indivíduos moradores e trabalhadores desse universo infinito de momentos eternos.
Sejamos autênticos.
E seremos agradáveis ao Senhor.
Seremos verdadeiros amigos e amigas de Deus.
Abracemos a verdade.
Sejamos transparentes.

35

Nestes contextos infinitos e ambientes eternos, que vivemos aqui e agora, observamos 2 realidades diferentes e contrárias, misturadas entre si, mas que possuem cada qual seu mundo próprio onde se destacam, de um lado, o universo do bem e da bondade, da paz e da concórdia, e, por outro lado, o campo do mal e da maldade, da violência e da agressividade.
Cá na eternidade, esses contextos se misturam, se chocam um com o outro, diante dos quais devemos fazer a nossa opção de vida espiritual, buscar a nossa alternativa psicológica e procurar qual seja a vontade de Deus para a nossa existência de cada dia e de toda noite nesses ambientes de tendências infinitas e possibilidades eternas.
Acredito que o Espírito de Deus, que governa a eternidade, tenha a sua preferência, o seu partido, a sua ideologia espiritual e a sua filosofia de vida, que certamente se identificam com a prática da bondade, ser bom e fazer o bem a todos e a cada um, e viver em paz e na concórdia uns com os outros.
O contrário disso, na verdade, é a outra realidade eterna, da qual não comungamos nem participamos de seus interesses agressivos nem de suas intencionalidades violentas.
Preferimos o Partido de Deus.
O Partido do bem e da paz.
O Partido da bondade e da concórdia.
Essa a nossa opção de vida eterna.
Tal a nossa alternativa de existência infinita.
Preferimos Deus.

36

As tendências e as possibilidades das 2 Eternidades, a do Bem e a do Mal, são conhecidas de todos. Aliás, é um caminho que devemos escolher, e que possui consequências vitais ou não para toda a vida eterna. Neste Planeta Infinito, quem opta pelo Bem e a Bondade, terá certamente uma vida equilibrada e de bom-senso, otimista até demais, alegre e contente, feliz e sorridente, onde o direito e o respeito são alternativas viáveis, se procura ser responsável por seus atos e comprometido com uma vivência de fraternidade e solidariedade junto a todos e cada um. Aqui, Deus reina e o Senhor da Vida impera pelos séculos dos séculos. Ao contrário, quem escolhe o mal e a maldade conseguirá em sua existência eterna uma realidade de violência e agressividade a sua volta, onde o desequilíbrio mental e emocional, físico e espiritual é constante, vive-se com pessimismo e negativismo todos os instantes eternos. Esses são os 2 caminhos eternos. Quem vive bem e o bem terá a paz eterna. Quem pratica o mal terá a confusão na cabeça e uma vida de efeitos maléficos e desfavoráveis para sua vida inteira. Deus abençoa os bons que fazem o bem. O contrário ocorre com quem é mau.

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A Boa Eternidade é o Reino do Espírito de Deus, o Espírito do Amor e da Vida, o Espírito do Bem, da Luz e da Paz. Guiados por esse Espírito Divino podemos viver bem a Eternidade, repousando as nossas almas e descansando os nossos espíritos. Orientados por esse Espírito Eterno é possível caminharmos construindo um Planeta Eterno mais saudável e agradável para todos e cada um, onde a lei seja o equilíbrio mental e emocional e o bom-senso das coisas, o otimismo em relação à vida, o prazer de viver com alegria, sempre sorrindo para as pessoas ao nosso lado e em torno de nós. Vivendo deste modo nos respeitaremos uns aos outros. Praticando essas virtudes espirituais seremos felizes para sempre. Tal experiência espiritual nos dá as devidas condições de viver bem a nossa eternidade aqui e agora. Em sintonia com Deus e em harmonia com o Espírito do Senhor seguiremos seguros por essa nova estrada de existência em que todos buscam ser amigos e gerar a sua volta a fraternidade entre si e atitudes solidárias e atividades onde impera a generosidade das pessoas e o bem-estar e o bem-comum das sociedades eternas. Aqui a felicidade é seguir as orientações positivas do Espírito de Deus. Cá entre nós existe uma lei eterna onde a ordem é viver no Amor de Deus e o Direito se identifica com uma vida de respeito, compromisso e responsabilidade. Deus reina conosco, os amigos do bem e colegas da paz. O Senhor é bom e pacífico. Sejamos nós também.

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Eternidade é sinônimo de desenvolvimento. Aqui e agora, evoluimos sempre, avançamos para melhor. Progredimos espiritualmente. Crescemos nas experiências diferentes de consciência e nas práticas sempre novas de liberdade. Mudamos sempre para melhor. Temos princípios e valores que nos orientam para a vida eterna. Nosso Planeta de realidades infinitas e ambientes eternos se desenvolve segundo a vontade superior do Espírito de Deus, o Senhor de toda a eternidade. Ele é o motor de nossas virtudes éticas, de nosso saber espiritual e de nossas atitudes equilibradas cheias do bom-senso humano e divino, com impulsos de otimismo e positividade, instantes que nos fazem caminhar animados e contentes cá nesta realidade eterna. Somos um povo feliz. Estamos sempre na presença de Deus. Gozamos desse privilégio saudável e agradável. Que bom, Senhor, estar aqui nesse tempo de infinitudes e nesse espaço de perpetuidades onde o povo de Deus caminha feliz com o seu Senhor, Deus único, vivo e verdadeiro, o Deus da Vida e Senhor da Bondade. Que bom, ó Deus, estarmos aqui e agora diante da Vossa Majestade Divina e podermos gozar eternamente de vossos créditos e maravilhas, dons e graças, favores e benefícios, talentos e carismas. Que bom, Senhor.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Capital Ecológico

Créditos Ambientais
Capital Ecológico

Todo produto, objeto, situação ou investimento em prol do meio-ambiente, capaz de garantir o seu equilíbrio natural, sustentar a ordem dos ecossistemas, definir a disciplina do ambiente dos seres e das coisas que nele habitam e trabalham, determinar a sua organização ecológica, tornando o convívio ambiental, social e cultural bastante saudável e agradável, razoável e inteligente, alegre e otimista, sensato e equilibrado, fazendo o bem-estar das criaturas ali presentes e propiciando o bem-comum de todo esse meio de convivências naturais, eis o que chamamos de capital ecológico.
São capitais ecológicos os créditos de carbono, o desenvolvimento sustentável, as árvores plantadas no campo e na cidade, o favorecimento da fotossíntese, a limpeza de rios e lagoas, a higienização de plantas e animais, os remédios contra a poluição dos ares, do solo e das águas, a medicina ecológica, o direito ambiental, a educação e a consciência dos problemas ambientais e suas soluções cabíveis, viáveis e possíveis, o compromisso pessoal e social com as causas ecológicas, a responsabilidade social, política, cultural e ambiental, a participação em eventos, congressos e seminários em torno do meio-ambiente, a defesa da natureza e o respeito às suas leis ambientais, as caminhadas ecológicas que favorecem e beneficiam a conscientização das questões ambientais buscando respostas positivas para os seus problemas mais urgentes e importantes, o cuidado com a água e o zelo pelas áreas verdes, a preservação dos biomas e contextos de valorização natural, e assim por diante.
Devemos pois incentivar esses capitais ecológicos tendo em vista a boa saúde do meio-ambiente e consequentemente o bem-estar das sociedades humanas que estão ao seu redor.
Defender o meio-ambiente é preservar a humanidade dos malefícios antinaturais daqueles que exploram negativamente a natureza e monopolizam e manipulam a boa saúde da ecologia e do ecossistema natural.
Portanto, sejamos produtores de capitais ecológicos.
Lutemos pela vida a favor do meio-ambiente.
Isso é gerar lucros ambientais e incentivar créditos para a humanidade que anseia por proteger a natureza e guardar as suas propriedades ecológicas dos criminosos ambientais, soltos por aí.
Sejamos pois capitais ecológicos em pessoa.
Que Deus nos oriente nesse sentido.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Médico e Paciente

A Relação Médico-Paciente
Aberrações de um comportamento

Consideraremos aqui os tradicionais problemas que envolvem a relação médico-paciente e suas soluções possíveis, cabíveis e viáveis.
1. A Problemática Patológica Real, Histórica e Atual
a) Monólogo x Diálogo - Médico e paciente não se abrem ao diálogo. O médico fala sozinho. O paciente não participa do seu tratamento de saúde. O médico dita as regras de conduta e o paciente passivamente obedece.
b) Fechamento x Abertura - Fechados entre si, não se abrem ao diálogo nem encontram as condições indispensáveis ao bom e eficiente tratamento médico. Bloqueados mentalmente, cheios de preconceitos e superstições, ambos, médico e paciente, não acham a via necessária ao bom entendimento.
c) Prisão x Liberdade - Presos em seus preconceitos, bloqueios e confusão mental, não dialogam nem se abrem a um ambiente de liberdade e felicidade que deveria reinar entre eles. Sair da prisão e encontrar a liberdade: eis o caminho certo para uma boa terapêutica de saúde, onde os problemas são superados, os preconceitos são destruídos e as soluções urgentes e eficazes são então construídas.
d) Caos x Ordem - O caos está instalado. Cabe, então, ao Profissional de Saúde ordenar o caos, organizar as idéias, administrar corretamente o ambiente adverso, gerenciar com autoridade e competência médica a patologia agora existente, oferecendo então a solução terapêutica necessária. O médico assim coloca ordem no caos.
e) Trevas x Luz - Uma luz interior surge, agora, a partir da qual médico e paciente finalmente se acham e se encontram, providenciando o bem-estar necessário, e favorecendo assim a qualidade de saúde de que o paciente precisa. Nasce a luz e terminam as trevas.
f) Escravidão x Libertação - Desde agora, libertam-se médico e paciente de suas prisões ideológicas, de seus preconceitos e superstições, da desordem patologicamente provocada , da escuridão doentia, e voltam-se pois os instrumentos necessários ao reerguimento da saúde do paciente, criando-se já um clima agradável de saúde e um ambiente favorável de bem-estar generalizado, no qual, ambos, médico e paciente, saem ganhando, este com a cura de sua doença ou a melhoria de seu estado patológico, e aquele com a alegria de saber que pôde cooperar de fato com a estabilidade crescente do quadro de saúde e bem-estar de seu paciente.
g) Tradição x Renovação Urge, desde agora, viabilizar o surgimento de uma nova mentalidade médica, uma nova visão-de-mundo acerca da medicina e suas conseqüentes soluções terapêuticas, ainda que se mantenha uma certa tradição na busca de tratamento eficaz para os problemas de saúde existentes. Renovar e renovar-se: eis o caminho adequado para o enfrentamento clínico e hospitalar dos problemas patológicos encontrados. h) Patologia x Terapêutica - Devem as soluções terapêuticas superar, ultrapassar e transcender os problemas patológicos. Deste modo, o paciente será beneficiado crescentemente, adquirindo presente e futuramente qualidade de saúde e bem-estar geral para os seus problemas existentes. Os diagnósticos serão corretos. O tratamento de saúde eficiente. O paciente salvo e curado. E o médico feliz e satisfeito. Saúde e bem-estar para todos.
2) As Soluções Terapêuticas Necessárias a) Mentalidade nova - Devem ser criadas uma nova mentalidade médica, uma nova visão-de-mundo a respeito da medicina, onde os problemas possam ser facilmente superados e as soluções tranquilamente encontradas.
b) Fortalecer o sistema imunológico - A defesa do corpo humano (órgãos, sistemas e aparelhos) deve ser fortalecida, criando-se as condições indispensáveis para o combate de doenças, moléstias e enfermidades, destruindo pois elementos estranhos ao organismo funcional humano, tais como vírus e bactérias.
c) Remédios vitais - O uso de remédios vitalmente adequados contribuirá certamente para o combate e cura das doenças, males e distúrbios encontrados no paciente diagnosticado.
d) Um clima agradável e um ambiente favorável - Realmente, construindo-se um meio-ambiente saudável, tanto nas clínicas médicas como nos hospitais , todas as condições favoráveis à qualidade de saúde e bem-estar serão encontradas, trazendo de fato os benefícios esperados para a boa saúde do paciente. Um clima agradável e um ambiente favorável contribuem 99% para a cura, salvação e libertação positivas e otimistas do paciente. Melhorias no ambiente como atividades esportivas, artísticas e de lazer, grupos de discussão sobre temas e assuntos da realidade cotidiana, jogos e música, rádio e televisão, computador e internet, brincadeiras de diversão, ginástica e exercícios físicos, corridas e caminhadas, passeios turísticos, viagens e eventos, palestras e conferências, debates e seminários, ofertas de áreas verdes e clima ecológico, convergência com o meio-ambiente, equilíbrio com a natureza e harmonia e sintonia com o universo local e temporal, intercâmbio com famílias dos pacientes e outras comunidades adjacentes, interatividade entre os Profissionais de Saúde, pacientes e funcionários do estabelecimento hospitalar, compartilhamento de conteúdos, programas e conhecimentos generalizados, além da ética comportamental e da espiritualidade natural, trabalhos de inclusão social e participação individual e coletiva em projetos de promoção e elevação da auto-estima e bom astral de todos.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A Guerra dos Deuses

A Guerra dos Deuses

Poderes Paralelos em luta
O Monopólio das Consciências
O Controle da Internet

1. Conflito de interesses diferentes e contrários

Internautas bem ou mal intencionados, que, através da rede, estabelecem uma luta entre si com o objetivo de dominar cabeças e controlar consciências, apropriar-se de vidas alheias, aprisioná-las em seus mundos virtuais de interesses aberrantes que vão desde a escravidão de seus conteúdos e pontos de vista digitais até a manipulação de suas mentes, corpos e espíritos, tentando assim abarcar o maior número de pessoas, seduzi-las para seus programas de exploração de inteligências voltadas para as suas intencionalidades desejosas de poder e monopólio, o que significa que esses Deuses da Razão e Senhores de Idéias procuram, enfim, construir um megarebanho de gente dependente de suas ordens, subjugadas aos seus caprichos e absorvidas por seus arbítrios em nome de uma mentira vestida de verdade, de um bem envolto pelo mal, de uma paz carregada de violência, de uma virtude viciosa, onde se anseia por destruir pontos de vista e visões de mundo diferentes e contrárias em troca de se tornar mercadoria ou propriedade de um pequeno grupo de doutores da internet, controladores dos ambientes eletrônicos e desse contexto de cybercultura em que mentalidades diversas se fazem vítimas da loucura de alguns, escravos de seus transtornos psicológicos e de seus distúrbios ideológicos, para ao final se transformarem em castelos dourados de empresários dessa teia de sites, blogs e emails, redes sociais e conteúdos de relacionamento, gerando pois o império do mal ou o reino do bem, de acordo com o universo de intenções em jogo, no qual batalham os agentes do bem e da paz contra os especialistas em dependência patológica e escravidão alheia, vencendo logo quem tiver mais força de idéias, mais malandragem no negócio e fizer o maior número de cabeças se voltarem para os seus interesses de dominação tanto para o bem quanto para o mal.
É a Guerra dos Deuses Cibernéticos.
Através da internet, busca-se o domínio de pessoas, grupos e indivíduos, e o controle de povos e sociedades.
Nessa batalha virtual, vencerá quem for mais esperto, fazer do bem o seu negócio e da bondade e da paz a sua estratégia de vitória.
O Bem vencerá.

2. O Jogo das Intencionalidades

Para o bem ou para o mal, os Senhores da Guerra, que por diversas vezes se vestem de Chefes de Estado, Comandantes de Comunidades online, Gestores Financeiros, Agentes Políticos e Econômicos, Gerentes de ONGs, Administradores de Empresas, da Indústria e do Comércio, Agências de Inteligência e Investigação, Sociedades Secretas, Instituições Religiosas, Presidentes da República e Governadores de Nações, Prefeitos de Povos, Líderes Estudantis e Comunitários, e outras Gerências Sociais, Culturais e Ambientais, intencionam abarcar gentes, grupos e indivíduos, reuni-los em seus sites, blogs e emails, inseri-los em suas redes sociais e sites de relacionamento, como o Twitter, o Orkut, o Facebook, o MySpyce, invadir e apropriar-se de seus contatos e conteúdos e programas virtuais, dirigir as suas atividades cotidianas, conduzir as suas ações, sentimentos e idéias, definir os seus comportamentos sociais, determinar as suas atitudes junto a amigos, parentes e familiares, ameaçam as suas famílias e empregos, aprisionar as suas consciências e escravizar as suas opiniões e pontos de vista, segundo os seus interesses de controle de mentalidades e culturas, e de acordo com o seu domínio de sociedades inteiras, locais, regionais e globais, resultando assim em uma rede de dominação eletrônica, onde as pessoas se tornam dependem das interpretações alheias, sujeitos aos arbítrios desses Deuses do Tempo, subjugados pois ao seu mundo de partidos e ideologias que passam então a lhes impor as suas regras de conduta, os valores morais e os seus princípios éticos, as suas normas ideológicas e psicológicas, incluindo-os em um universo sem liberdade, impossível de ser feliz, de sintomas doentios e atividades patológicas, como que encarnando em si mesmos a moléstia da escravidão interdependente e a enfermidade múltipla e polivalente, responsável por transformá-los em mercadorias da internet, propriedades de outros, utensílios humanos a serviço da exploração de humanos, da pedofilia e da pornografia, do homossexualismo e do tráfico de drogas, ambientes obscuros corruptores de menores e adolescentes, homens e mulheres aparentemente inocentes, gerando deste modo seu contexto de escravidão humana em que não se tem direitos nem voz e vez. Eis então criado via rede o campo das prisões ideológicas e a área das dependências psicológicas. Um lugar de sujeição contra o qual reagem a Política daqueles e daqueles que defendem o bem e a bondade e advogam as causas do amor e da paz. Está portanto aqui e agora instalada virtualmente a Guerra dos Deuses cujo destino será a vida ou a morte, dependendo dos vencedores desta batalha de idéias.

3. CyberBullyng – A Violência na Rede

A Virtualização da Violência é uma realidade atual, consequência desse quadro negro de intenções transformadas em agressões, aberrações e alienações, o que reflete o estado real da Guerra dos Deuses do Tempo e Senhores da História, que via rede internet aprisionam pessoas e suas consciências e experiências cotidianas, escravizam as suas idéias, sentimentos e atitudes, exploram as atividades dentro e fora dessa teia virtual de imensas possibilidades em que esses indivíduos possuem matérias e conteúdos eletrônicos, ferramentas digitais de mudança do meio em que vivem e instrumentos virtualizadores de suas existências no mundo social, político e econômico em que se encontram aqui e agora, fazendo de seus ambientes de vida e trabalho, saúde e educação, canais de manipulação da realidade alheia, portas abertas para o monopólio de suas ações e efeitos positivos ou negativos em seus contextos culturais, realidade essa que revela a caixa preta que representa o interior de tais Internautas, Senhores da Razão Humana, Proprietários da Natureza e Donos do Universo, Deuses do Espaço Virtual, concretizando entre nós a Batalha de Valores que se contradizem e o Combate de Princípios que se antagonizam, em nome do bem que defendem ou do mal que advogam simultaneamente, caracterizando essa Luta Cibernética como a nova e diferente Cultura da Internet, visto que essa mentalidade e prática violentas vem assumindo vidas e pessoas, contagiando crianças, jovens e adolescentes, comprometendo adultos e idosos, contaminando a rede, e tornando-a objeto de interdependência de agressividades onde alguns jogam para escravizar e outros em nome da liberdade se utilizam das armas do bem e das forças da paz para defender a vida e o amor, as coisas boas que a realidade tem, fazendo do poder da bondade a chave da sua vitória, a janela virtual para a sua felicidade. Entre nós logo a liberdade de fazer o bem e defender a paz contra a tentativa de muitos de espalhar via rede a escravidão das consciências, o abarcamento de seu mundo interno e o intercâmbio de domínio mútuo estabelecido por ambas as partes, os Agentes da Bondade e os Gestores da Maldade. Nessa Guerra Virtual de Idéias adversas, ganha essa jornada de lutas e contradições aqueles homens ou aquelas mulheres que se superam a si mesmos, transcendem os seus preconceitos morais e superstições míticas e místicas, e ultrapassam os limites de sua natureza e as fronteiras de sua racionalidade, a serviço do universo de propriedades alheias que construiram até aqui. Agora, neste momento, o Combate prossegue, creditando à Cultura do Bem os favores de saúde e bem-estar para os internautas em jogo, e debitando à Mentalidade de Violência os prejuizos reais e virtuais de desvios de caráter, transtornos de personalidade e distúrbios de comportamento. Que os internautas agora acordem para essa realidade de dores mentais e físicas, psicológicas e morais, espirituais e ideológicas! Que a blindagem de suas vidas pessoais e existências coletivas seja uma marca virtual a partir deste instante! Eis um alerta para todos.

4. Serão os Deuses Internautas ?

A Internet, como Realidade Virtual e Ambiente de Interatividade de pessoas e grupos e compartilhamento de seus conteúdos em forma de blogs e redes sociais, Canal de Comunicação interpessoal e intersubjetivo, Rede de encontro amoroso ou de trabalho, familiar ou de amizade, Teia comum a todos os que acessam seus emails e portais, contatos e relações eletrônicas, Espaço de interseção biunívoca entre comunidades multilaterais e polivalentes, Lugar de convergência de pontos de vista e de diferentes interpretações da vida e de visões da realidade tradicionais ou renovadoras do cotidiano, também pode ser usada para fins aberrantes onde poderes políticos e econômicos e suas ideologias de comando de sujeitos e suas atitudes e atividades tentam construir um mundo fechado de relacionamentos corrompidos e de comportamentos obscuros, alienados do bem que devem fazer e da paz que precisam viver, o que na verdade é um contra-senso em termos de alternativas de desenvolvimento pois esses Senhores Internautas, manipuladores de consciências e exploradores de racionalidades e corações inocentes, estão gerando a partir darede internet um universo do qual são proprietários eternos e absolutos, com o qual subordinam indivíduos e sociedades de acordo com seus interesses confusos e intencionalidades complicadas, subjugam grupos e comunidades e sujeitam aos seus caprichos e arbítrios, pontos de vista e ideologias, todos e cada um daqueles e daquelas em condições de serem pescados e arrebatados por suas investidas e estratégias de controle e dominação, produzindo então nesse contexto de conteúdos e programas digitais uma verdadeira Indústria de Escravidão ou uma autêntica Fábrica de Prisões Psicológicas em que as mentes e razões de definidas comunidades e suas inteligências e racionalidades são determinadas em sua origem, meio e fim, porque a serviço do senhorio desses Deuses Internautas, construtores da Guerra do Medo e da Aflição, do Pânico e do Desespero, e por conseguinte destruidores da vida humana e suas alternativas de saúde e bem-estar, e suas tendências de bem e de paz, amor e vida, e suas possibilidades de fraternidade e solidariedade, ordem e justiça, direito e respeito, liberdade e responsabilidade, otimismo e felicidade, verdade e transparência, alegria e bom-senso, equilíbrio e contentamento. Portanto, é através da Internet para depois invadir outros meios de propaganda, difusão e comunicação social, que esses Deuses do Mundo de cada dia e de toda noite aspiram por abarcar e apropriar-se do universo interior e exterior de muitos cidadãos e cidadãs deste Planeta Computadorizado, então transformados em escravos de seus pontos de vista, manipulados por suas opiniões e visões de sociedade, aprisionados em suas idéias e valores, princípios e consciências, normas de vida e regras de conduta, inseridos assim em seu campo de concentração de pessoas humanas submetidas aos seus partidos de exploração e ideologiasde dominação e controle de mentalidades e culturas. É fundo, fecundo e profundo esse universo internético em que internautas duelam e se chocam para não ser dependentes uns dos outros, escravos entre si, sujeitados reciprocamente aos seus próprios fluxos imaginários e seus complexos de loucura e demência. Salve-se quem puder! Entre nós, a luta pela vida e a liberdade. Quando alguns procuram exercer controle sobre outros, estes buscam alucinadamente se livrar de suas estratégias de domínio de suas idéias e apropriação de suas atividades, pensamentos, atitudes e sentimentos. Somente um milagre divino pode verdadeiramente nos libertar de tamanha loucura revestida de servos e senhores, donos e escravos, poderes que dominam e forças que lutam por não perder a liberdade, fonte da verdadeira felicidade. Nessa Guerra Virtual, sobrevivem justamente os que desejam a liberdade. Lutam por ela. Fazem dela uma ponte para terem voz e vez na sociedade a que pertencem. Que nos salvem a liberdade! Que nos libertem o desejo de ser livre e feliz!

5. Alienação – A Fuga da Realidade

Uma das estratégias utilizadas por esses Deuses Virtuais para exercer controle sobre pessoas e dominar sua vida cotidiana é tentar aliená-las da realidade do dia a dia, fazê-las fugir de si mesmas, ignorar os meios de comunicação social e suas mídias eletrônicas como o rádio e a televisão, a internet e o telefone celular, rejeitar notícias e reportagens sobre o mundo inteiro, não poder ouvir uma música ou visualizar um vídeo ou um filme de cinema, enfim, escondê-las de seu contexto social e político, econômico e cultural, e inseri-las em seu próprio ambiente de desvios mentais e aberrações de comportamento, inclui-las em um processo imaginário de produção de idéias que nada têm a ver com seu meio de vida e trabalho, e deste modo aprisioná-las em seu mundo de opressão e escravidão, deprimindo-as pois, envolvendo-as em seus anseios de dominação, abarcando de vez todas as suas possibilidades de liberdade e bloqueando todas as suas alternativas de reaver a sua família e o seu emprego, as suas atividades sociais, os seus conteúdos virtuais, o seu universo de realidades interpessoais, construtoras de boas amizades e ótimas relações com parentes, amigos e familiares, colegas de trabalho e companheiros de caminhada, parceiras de cama e demais paqueras ew namoradas do dia e da noite. Desta forma, o campo de relacionamentos e interatividades destes internautas engolidos pelos desejos alienantes desses Senhores de Idéias e Proprietários de Consciências, Donos de Cabeças e Agentes de controle mental e emocional da vida alheia, vêem-se desaparecidos de seu momento histórico e de sua realidade de aqui e agora, assumem um instante irreal e irracional na existênciadessas pessoas, grupos e indivíduos, que então passam a ser dependentes de seus interesses de monopólio de suas atividades e atitudes, manipulados que são em seus pontos de vista e seu caráter, tendo seu eu e personalidade própria descaracterizados, obscurecidos pelo quadsro negro de intencionalidades boas ou más desses sujeitos, reis da internet e advogados ou do mal que produzem ou do bem que pretendem realizar. Criam-se portanto via rede as condições indispensáveis para ser um dependente patológico, presos a ideologias que lhe são adversas e escravos psicologicamente das idéias, valores e princípios dos outros. Eis então um mundo de prisões doentias, alienantes e aberrantes, que ignora as boas coisas que a vida tem e seu ambiente de saúde individual e bem-estar coletivo. Assim, o Reino da Escravidão instalou-se entre nós. É o universo das dependências virtuais. Salve-se quem tiver condições para isso!

6. Aberração – O Desvio do Comportamento

Parece que nesse conflito de sentimentos antagônicos, de pontos de vista dialéticos, de atitudes adversas e de atividades contraditórias, há algo que reflete o estado mental e emocional dos internautas, aparentemente transtornados em seus pensamentos e ações, com distúrbios reveladores da irracionalidade de seus atos e da irrealidade de suas experiências ainda que convivendo diariamente com a sociedade em que se encontram, nela alimentando seus trabalhos e relacionamentos, todavia de uma forma que mostra a ignorância do bom-senso racional e a ausência de sensatez e equilíbrio nas relações sociais, nas disputas políticas, ideológicas e partidárias, no engajamento cultural e ambiental, nas dificuldades financeiras e nos comportamentos tido como normais por seus familiares e colegas de trabalho, por seus amigos de rua e companheiros de caminhada no tempo e lugar em que vivem atualmente. Pois bem. É precisamente essa loucura de convergências em comum e discórdias separadoras a chave para entender como os Gestores da Internet e seus conteúdos e programas virtuais têm alguma coisade anormal e antinatural, o que demonstra entre eles um quadro azul de patologias imaginárias, de práticas doentias, como que nos dizendo que nessa Guerra de Idéias críticas, diferentes e contrárias umas às outras existe uma moléstia própria de quem perdeu o juizo dacabeça e se atira em um mundo de sintomas enfermos, caracterizando o modo carente e doente das relações interpessoas e interdepentes por esses grupos e indivíduos controladores de consciências e administradores do patrimônio alheio, proprietários de suas vidas e da vida dos outros, causando na rede um sentimento de repulsa e rechace da parte de quem defende a vida e a cultura do amor e do bem, de quem exerga a existência com os olhos da liberdade, da bondade dos relacionamentos, da amizade entre comunidades, da saúde e bem-estar que devem permanecer no convívio entre sociedades diferentes mesmo que adversas nas suas matérias de conhecimento, ética e espiritualidade. Será que os Deuses estão doentes ? Será que a moléstia da alienação e a enfermidade da aberração tomaram conta da internet ? Teremos que adoecer também, ou evitar esse contexto negro de moléstia perniciosa, que significa na verdade tornar-se escravo das opiniões alheias e viver preso em uma rua sem saída onde as alternativas de soltura não existem, as possibilidades de liberdade se ignoram e as tentativas de cura, salvação e libertação parecem fechadas por tal cultura de perversão e corrupção e obscurecidas por essamentalidade de violência e agressividade que atravessam tal Teia Virtual, onde as pessoas se encontram controladas em seus atos e atividades, bloqueadas em suas mentes e inteligências, barradas em suas opções de vida e trabalho, e atropeladas por esses Senhores Covardes e Injustos que anseiam por nos escravizar e apropriar-se total ou parcialmente de nossas realidades humanas e naturais, originando uma dependência patológica que nunca se viu igual entre nós e eles, via internet. É uma Guerra doente.

7. O Domínio de Cabeças

Fazer a cabeça uns dos outros e tentar assim dominar a internet, eis a Guerra Psicológica, responsável pelo conflito de idéias e pontos de vista diversos, pela manipulação de racionalidades e consciências em função de seus próprios interesses e intencionalidades, pela exploração das inteligências alheias que então se transformam em dependências patológicas de outros internautas, Proprietários de Cabeças e Donos de corpos e mentes, definidores das visões de realidade e sociedade que cada subordinado deve ter e determinadores de suas opiniões e manifestações comportamentais, de suas interpretações sociais e políticas, dirigentes do destino de pessoas e interventores da vida alheia. Em tal processo de controle de internautas e domínio de grupos e indivíduos que acessam a rece, ocorrem ao mesmo tempo mudança de atitudes, transformações de pensamentos e metamorfoses existenciais, quando pois muitos se convertem às ideologias reinantes e dominantes via Teia Virtual. Sim, de fato, nessa caminhada de prisão de mentalidades e subordinação de culturas, algumas teorias predominam, outras se submetem, a minoria impera e a grande maioria se vê dependente de poucos Senhores Digitais e seu universo de controle mental, físico e espiritual. Nessa batalha psicossocial, mentes se escravizam e razões governam outras cabeças, a serviço ou do Poder das Trevas e sua rede de maldades, corrupções e obscuridades, ou das Forças do Bem e da Paz e suas consequências de bondade e amizade nas relações conduzidas, nas práticas consumadas e nas experiências produzidas. Com efeito, estamos em uma Guerra de idéias que duelam e se chocam, onde os vencedores serão sempre os mais espertos e malandros, os produtores de dependências, os articuladores da dominação e os protagonistas que em nome dos Deuses Virtuais causam os créditos de um comportamento ou violento ou pacífico, todavia com a certeza de que a Bondade dos relacionamentos e atitudes superará os seus adversários, ultrapassará os limites da agressividade e transcenderá as fronteiras da cultura da morte e do mal e a mentalidade que ainda possa ignorar a realidade de Deus e sua natureza de coisas boas e de paz nas consciências. Ganharão os bons.

8. A Política do Medo

Nessa batalha virtual de interesses diversos que insiste hoje na internet, uma das estratégias de obtenção de controle de mentes e corpos e domínio de consciências e pessoas é o uso de ferramentas inibidoras de conteúdos digitais, ameaçadoras de sites e redes sociais, amedrontadoras de internautas, coibidoras da liberdade de ação e pensamento, o que revela a intencionalidade desses Senhores da Guerra Ideológica e Psicológica de, através do medo e da aflição, do pânico e do desespero, das ameaças de morte e suborno, dos investimentos na cultura corruptora de identidades e cadastros eletrônicos, do bloqueio do caráter e das relações e contatos de indivíduos e grupos, do interrompimento do acesso de comunidades online às suas atividades, conteúdos e programas na rede, e impedimento de reflexões e manifestações de pontos de vista e posicionamentos éticos e culturais, apropriar-se do maior número de sociedades virtuais e seus componentes e sujeitos até atingir a realidade cotidiana, a partir de que os seus instrumentos de dominação terão mais tempo e espaço para subjugarem personalidades e membros comunitários, e aqueles homens e mulheres que então se tornaram dependentes patológicos de suas estruturas de monopólio de racionalidades e sentimentos aparentemente inocentes, aprisionando-os total ou parcialmente em sua teia virtual de mentalidades escravas e sujeitadas aos seus arbítrios e caprichos mais obscuros, fechados ao público, dos quais somente eles, os Deuses desse Combate de Idéias, Princípios e Valores diferentes e contrários têm a possibilidade de adquirir controle e domínio. É a Política do Medo. Canal de prisões ideológicas e Portal de escravidões psicológicas. Aqui, o mundo é dos Agentes do Mal, contra o qual reagem as Forças da Bondade e do Bem e os Poderes da Paz e da Concórdia. Sim, a luta virtual prossegue. Sem definições seguras. Sem determinismos estáveis. Reina então via rede a insegurança de um ambiente em conflito, que põe medo em alguns e encoraja outros a defender a liberdade de expressão, de pensamento e de comportamento, caminho para a verdadeira felicidade.

9. Prisão de Idéias

Em tal intervalo onde se processa essa Guerra de Idéias observa-se o interesse de todos os Deuses Virtuais em usar a tática da prisão de conteúdos, identidades e manifestações da personalidade e do caráter dos internautas então subjugados aos seus programas de intencionalidades escravizadoras de consciências e pontos de vista contrários ou não aos seus planos de dominação da rede e seus efeitos na vida cotidiana da sociedade agora visada e subordinada às suas arbitrariedades controladoras de seus tempos digitais e de seus espaços eletrônicos até atingir total ou parcialmente as comunidades e populações que caem em sua teia de domínio de cabeças e controle de culturas diferentes e mentalidades dependentes umas das outras. Eis pois a estratégia utilizada por esses Senhores de Inteligências dominadas, Donos de racionalidades aparentemente inocentes e Proprietários da vida alheia e seus atos e contatos sociais e interpessoais até que abarquem finalmente toda a estrutura da internet e suas consequências no mundo do dia a dia dos homens e das mulheres desta realidade cotidiana, que se deixam atrair por suas investidas poderosas e apropriadoras de seus lugares na existência de cada dia e de toda noite, inclusive as madrugadas passadas no computador via rede. Estabelece-se então virtualmente ou não a Guerra Psicológica em que alguns internautas manipulam a realidade de outros, onde pequenos grupos controlam as razões, ações e sentimentos de inúmeros indivíduos, o que consolida assim a exploração de mentes em função das intenções mais obscuras, mais alienantes e mais aberrantes. Aprisionar portanto idéias e experiências alheias, eis a tática da escravidão ideológica e da submissão psicológica de ideais diversos, opiniões variadas e visões de mundo e sociedade capazes de servir aos interesses de monopólio virtual desses Doutores da Ciência do abarcamento de pontos de vista importantes ou interessantes aos seus desejos de subserviência subjetiva e objetiva. A Guerra dos Deuses por conseguinte é uma Batalha Psicológica e social que escapa inclusive o campo da internet e invade a realidade cotidiana de todos nós.

10. Ideologias em choque

Realmente, assistimos a um verdadeiro combate de ideologias diferentes e contrárias em choque entre si, manifestando cada qual o seu desejo de abarcar via rede todo o universo dos internautas que caem em sua Teia Virtual de controle de consciências e domínio de cabeças e seus programas e conteúdos, suas identidades digitais e contatos, seu mundo de representações mentais, seu campo de símbolos e imagens, toda a sua estrutura online a serviço de interesses que vão desde a prisão ideológica e psicológica de pessoas, grupos e indivíduos e suas ações na internet, até o contexto das redes sociais e sites de relacionamento incluindo o Twitter, o Orkut, o MySpace e o Facebook, além de emais e blogs de empresas ou de particulares, o que demonstra a intencionalidade desses Senhores da Guerra de construir um imenso arsenal militar de ambientes virtuais como instrumentos de dominação de populações inteiras e ferramentas de exploração de gentes, manipulação de seus cotidianos, a fim de monopolizar todo o sistema cybercultural e chegar assim à apropriação de todas as comunidades e sociedades virtualmente constituidas, invadindo outrossim a sua realidade de cada dia e de toda noite. Sendo assim, a Guerra dos Deuses vem se espalhando pela internet e começa a ganhar as ruas e adjacências da vida cotidiana de todos nós. Em tal Guerra Virtual sobrevivem os mais espertos e malandros, já que poderosos todos são. Que as Forças do Bem e da Bondade, que defendem a vida e a liberdade dos humanos, igualmente se aproveitem dessa possibilidade a garantir a vitória dos mais bem dotados, mais inteligentes e melhor preparados para não perder: o uso da malandragem. Que os malandros do Bem saibam disso.

11. O Duelo dos Partidos

Essa Guerra de Idéias, de cunho sobretudo cibernético, de posições contraditórias, de atividades divergentes e de atitudes discordantes, acontece mais na linha imaginária do que propriamente na realidade dos fatos cotidianos, o que na verdade é consequência dessa batalha psicológica onde uns fazem a cabeça dos outros, apropriam-se de programas e conteúdos alheios, aprisionam-se mutuamente e mantém laços recíprocos de escravidão, que atingem o corpo, a mente e o espírito de internautas ou não, todos subjugados aos interesses dos mais fortes e submetidos aos arbítrios dos mais poderosos. Em tal campo dialético de críticas destrutivas, de opiniões em choque, de ações que se ignoram e de atividades que se contrariam, sobrevivem sobremaneira os Senhores Combatentes, que articulam suas estratégias em função de uma cultura de bondade e concórdia e de uma mentalidade sem violência ou agressividade, levando à derrota aqueles e aquelas que abraçam experiências patológicas em que suas práticas se caracterizam por transtornos mentais e físicos, e distúrbios materiais e espirituais. É óbvio que nessa luta de adversidades e nesse duelo de Gigantes, vencem os mais espertos e malandros, tendo em vista que todos nessa briga ideológica são onipotentes, interferem na realidade e intervêm no destino das pessoas, manipulam as suas consciências, exploram seus contatos e monopolizam seu mundo de relações polivalentes e multilaterais, gerando assim um intercâmbio de forças que se dominam e de poderes que se controlam, ora ganhando as posturas do mal ora vencendo as atividades do bem e da paz. Então, se produz uma guerra sem fim, e o Todo-Poderoso nesse processo de contradições mentais, que se sairá melhor nessa luta de antagonismos separadores, será Aquele que fizer de sua vida certamente um projeto de construção via rede de uma sociedade mais justa e fraterna, mais pacífica e solidária, mais ordeira e transparente, mais saudável e agradável, mais livre e responsável, mais direita e de respeito, mais autêntica e verdadeira, no compromisso com o bem que deve sempre fazer e com a paz que sempre deve abraçar. Vitoriosos, os bons Doutores Internéticos continuarão produzindo ilimitadamente um universo humano e natural em que a qualidade de vida seja sustentável por muito tempo e a riqueza de seu bem-estar se torne duradoura por vários anos, séculos e milênios sem fronteiras de tempo e lugar. Eis o mundo de valores positivos e de princípios otimistas que todos aguardamos, capaz de nos orientar bem no bom caminho da vida. A Vida é eterna.

12. A Escravidão dos corpos e das mentes

O Culto ao Imaginário e seus efeitos na vida cotidiana de internautas e pessoas, grupos e indivíduos, sujeitados aos caprichos dos Deuses, submetidos aos arbítrios desses Senhores de consciências e subordinados aos seus pontos de vista abarcadores de seus contatos, programas e conteúdos de conhecimento, faz com que a Guerra Psicológica dite as regras de conduta de suas vítimas, manipule seus dados e informações mais importantes e interessantes, explore seu mundo de representações mentais, definindo em seu contexto social o seu comportamento e a sua experiência com outras comunidades, novas amizades construidas e diferentes relações geradas nesse intercâmbio de domínios e controles que uns exercem sobre os outros. Em tal processo de escravidão alheia, são monopolizadas as cabeças, as intenções e as práticas desses prisioneiros virtuais e reais, que a partir de então passam a depender da inteligência dos outros, determinadores de suas ações na realidade e de suas atitudesna virtualidade, criando assim um universo patológico de relacionamentos onde as mentes se vêem transtornadas e os corpos carregados de distúrbios orgânicos e fisiológicos, reflexo das relações de dependência com seus Administradores de Idéias e Gestores de suas ideologias, culturase mentalidades. Deste modo, caminha via rede o combate entre o real e o imaginário, o bem e o mal, a paz e a violência, e nesse intervalo de movimentos críticos e dialéticos pode se observar a potencialidade do campo imaginário objetivando fazer suas dependências virtuais, reais e psicológicas, dentro de um contexto em que os mandatários são a loucurada imaginação, a irrealidade das idéias e a irracionalidade dos fenômenos de uma consciência parcial ou totalmente alienada da realidade. Com efeito, essa batalha de origem imaginária e de consequências reais e virtuais, atinge o cotidiano dos homens e mulheres, então propriedades de outros, dependentes de cabeças diversas e sofrendo os efeitos de uma manipulação doentia de suas vidas reais e seus ambientes de família e trabalho, de rua e contatos, de relações interdependentes e intercâmbios sociais, culturais e ambientais, além é óbvio dos contextos políticos e econômicos de suas vítimas, escravas de suas ideologias e aprisionadas por suas intencionalidades bem ou mal conduzidas, orientadas de modo positivo ou negativo. Surgem pois nesse clima de controles mentais e domínios imaginários um outro mundo de experiências, de sentimentos controversos e de pensamentos antagônicos, onde o contexto é o da loucura das idéias subordinadas umas às outras, o fluxo criador de imaginações doentias e o complexo de vidas submetidas às arbitrariedades de pessoas que muitas vezes ninguém conhece, todavia que existem em qualquer ponto da realidade seja ela real ou imaginário, virtual ou cotidiana. O Mundo é dos Poderosos.

13. A Batalha dos Espíritos

Nestes instantes, acontece uma Guerra via internet: a Guerra dos Deuses Virtuais, a Batalha dos Espíritos eletronicamente conectados que tentam apropriar-se de pessoas e seus conteúdos e contatos e assim expandir por meio da rede o seu domínio de consciências e controle de mentes e espíritos, a fim de constituir virtualmente o seu Império de Idéias e Imagens, aprisionador de sujeitos inocentes e escravizador de indivíduos, grupos e comunidades que se deixam levar por seus arbítrios sem respeito algum e por seus caprichos irresponsáveis, para isso se utilizando sobretudo de mecanismos e realidades imaginárias, a partir das quais intervêm na vida das sociedades visadas e interferem em seu ritmo de existência, definindo pois suas metas e objetivos de trabalho e comportamento e determinando seu destino no contexto cotidiano de seus ambientes de família e emprego, de faculdade e de rua, de relações com outros e interatividades alheias, sempre buscando captar seus projetos e ideologias em nome de seu Reino de Prisões Eletrônicas e Escravidões Virtuais, o seu modo de manipular essa gente alienada de seu convívio social e desviada de suas ações sensatas e equilibradas, qualificando assim – esse poder de controlar as pessoas – um quadro patológico de atitudes aberrantes e experiências alienantes de sua própria realidade. Deste modo, criam as condições de sujeição e dominação, conduzindo essa gente internáutica inclusive à loucura da consciência e à enfermidades psicológicas muito graves. Vence o mais forte e o mais poderoso nas idéias e nas práticas de subordinação uns aos outros. É a Guerra de Poderosos, de gente onipotente, dominadoras de vidas, que duelam com outros que advogam a cultura do bem e uma mentalidade de paz. Aqui, o bem e o mal travam um terrível combate. É a batalha da Bondade contra a Maldade. Eu escolhi o Partido do Bem e da Bondade. Defendo a vida e as experiências do amor. Sou do Bem.

14. Almas em combate

Por meio da internet e outros ambientes sociais ou mesmo contextos bastante familiares a nós, acontece essa disputa de cabeças, conquista de espaços, duelo de partidos opostos, divergência de opiniões e interesses e discordância de conteúdos, situações e intencionalidades, mostrando a todos essa Guerra de contrários onde os mais fortes e poderosos tendem a levar vantagem, todavia a cultura da paz e a mentalidade do bem e da bondade parecem resistir bravamente às suas investidas diabólicas, defendendo a vida e as relações boas de amor e amizade, e os laços de generosidade, fraternidade e solidariedade que ainda existem entre as pessoas de respeito e de direito, responsáveis por seus atos e comprometidas com um mundo mais justo e pacífico em que todos e cada um se sintam cidadãos e cidadãs de um universo cujo Rei é o Senhor e cujo Fundamento é Deus. Nesse processo de batalhas incansáveis e de combates intermináveis e de lutas inesgotáveis, vencerá como disse certamente a Bondade das pessoas que têm fé na Raiz dos seres e Princípio das coisas, para isso se utilizando das ferramentas da verdade e dos instrumentos da justiça, advogando portanto deste modo a liberdade das pessoas, fonte da felicidade cotidiana, base de uma sociedade onde a qualidade de vida e dignidade humana estão acima dos preconceitos de uns e das superstições de outros. Em tal dialética de forças e de poderes que não concordam entre si, convergem para o bem os homens e mulheres de boa vontade, os cidadãos de transparência elevada que põem nas leis do amor e da vida as suas garantias de vitória certos de que ao final ganharão a partida, em nome é claro da Bondade de um Deus, Criador, Autor da Vida, que só nos enche de alegria com seus favores, créditos e benefícios sem fim. Podemos perder aqui ou ali, porém o mais importante é vencer a guerra.

15. A Luta dos Senhores

É notável observar os elementos integrantes dessa guerra virtual identificados com os Donos de redes sociais e sites de relacionamento, Blogueiros em geral, Empresas de Informática, Líderes Estudantis, Gestores do Comércio e da Indústria, Internautas Plurais, Administradores de conteúdo online, Políticos Nacionais e Internacionais, Empresários e Juizes e Desembargadores, Comerciantes e Industriais, Profissionais liberais, Formadores de opinião, Engenheiros e Advogados, Médicos e Professores, Proprietários de mercadorias e Agentes de serviços diversos, Interventores de grupos e comunidades, Investidores financeiros e Articuladores culturais, ONGs e Associações de Moradores, Sindicatos de trabalhadores, Consórcios de automóveis e Imobiliários, Bancos públicos e privados, Governos de Estado e Municípios, Capitais Estrangeiros e Empresas Multinacionais, enfim, Gestores de Comunidades variadas, que se interessam por acumular pessoal e seus contatos e conteúdos de saber e relacionamento, tendo em vista abarcar grande quantidade de indivíduos a serviço de seus interesses de exploração e manipulação de consciências e experiências alheias, o que constitui as condições indispensáveis para a montagem de um Exército Virtual com repercussões na realidade cotidiana, tornando possível um universo eletrônico, real e atual de pessoas escravas de suas ideologias e prisioneiras de seus ideais de monopólio de vidas e cabeças, formando pois deste modo um mundo inteiro de propriedades humanas alienadas de suas realidades e identidades pessoais e coletivas. Esses, os Senhores da Guerra, do bem contra o mal, cujas intenções vão acima do poder imaginário de conceber tal teia digital de prisões humanas, já que pretendem desta maneira controlar vidas e seus contatos e dominar pessoas e seus acessos e relações com outros. Assim por conseguinte vai crescendo sobretudo via rede internet esses edifícios do bem e do mal, onde os primeiros defendem a vida e sua cultura de bem e de bondade enquanto os demais visam a destruição das mentes e dos espíritos e sua mentalidade alicerçada ainda pelas correntes do amor e da paz. Vem desenvolvendo-se paulatinamente esse combate dos Senhores da Guerra, a Guerra da paz contra a violência, da vida contra a morte, do bem contra o mal.

16. Manipulação de conteúdos
17. Exploração de Pontos de Vista
18. Não somos ilhas – Dependemos uns dos outros
19. O Bem contra o Mal
20. Uma Teia de Interdependências
21. A Guerra só está começando
22. Vencerá o mais Malandro
23. A Dialética das Interpretações
24. Visões diversas da realidade
25. Abarcar o maior número de pessoas
26. A Paz contra a Agressividade
27. Todos desejam ganhar
28. Um fluxo de tendências indefinidas
29. Um complexo de possibilidades indeterminadas
30. A Opção pela Liberdade
31. O Risco das Alternativas presentes
32. O Transtorno das Sociedades visadas
33. O Distúrbio das Racionalidades
34. Oportunidades de aqui e agora
35. Que Deus nos ajude
36. O Bem vencerá
37. A Paz ganhará

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

EaD

EaD
Ensino a Distância

Uma oportunidade para todos
Uma alternativa para muitos
Uma necessidade para alguns

A Problemática Educacional real e atual brasileira e a emergência do EaD no tempo e na história das práticas pedagógicas em vigor neste país como solução urgente para as dificuldades de aprendizagem por parte da maioria de nossos estudantes

A crescente crise das aulas presenciais no contexto do ensino universitário no Brasil faz soar bem alto os problemas reais e atuais da Educação Brasileira contemporânea, para os quais contribuem efetivamente as mudanças velozes e repentinas de nossas sociedades, as contrariedades econômicas e financeiras de muitos grupos e indivíduos, a exclusão social e a marginalização política de grande parte dos estudantes ativos, o ativismo descontrolado e a cultura do descartável de grandes massas de populações, submetidas ao desequilíbrio moral e espiritual de seus líderes, partidos e elites, o que reflete profundamente nas orientações pedagógicas que todos os Profissionais da Educação anseiam por direcionar aos seus colegas de trabalho, funcionários de instituições públicas e privadas e é claro os alunos e alunas dos cursos superiores do Brasil.
Esses antagonismos culturais da sociedade brasileira e a necessidade de um novo e diferente olhar pedagógico sobre as questões educacionais e suas interrogações mais agudas entre outros sintomas de dificuldade nessa área fez surgir, como uma indispensável alternativa para o Brasil, o EaD, que não deve é óbvio substituir a presença do estudante em sala de aula todavia complementar os seus conhecimentos até então adquiridos, enriquecer as suas idéias e seus conteúdos carregados de repertório cultural e aperfeiçoar os modelos pedagógicos que no momento presente tratam desse assunto a nós peculiar.
Muitas vantagens encontramos no EaD tais como a autonomia do aluno, a liberdade de opções, a elevação de sua auto-estima, o seu esforço de superação tendo em vista metas e resultados a serem alcançados, a sua livre iniciativa em dirigir o seu próprio curso de capacitação profissional ou de graduação universitária, a alternativa de tempo e lugar para estudar, sem esquecer o compromisso social que deve ter com as regras do ensino e as normas da universidade às quais precisa obedecer se é que aspira por chegar ao fim da caminhada.
Sinceramente, não vejo débitos ou prejuízos para quem escolhe o EaD.
Parece até que a Didática fica mais inteligente, a programação das aulas mais racional, o exame das matérias e disciplinas disponíveis mais equilibrado.
Creio que o EaD é e será daqui por diante um imenso crédito para o Brasil.
Créditos como uma Pedagogia mais realista e atualizada para a Educação Brasileira, a conscientização do povo brasileiro para a importância do ensino online e via internet, a libertação de preconceitos culturais em relação às urgentes necessidades de renovação de nossos modelos educacionais, o discernimento das diferentes práticas pedagógicas, o progresso do país nesse setor ainda tão carente de verbas e recursos financeiros, a qualificação das aulas ministradas pelos professores, a dignificação do magistério e demais profissionais ligados a esse campo, a melhoria das condições e relações trabalhistas entre patrões e empregados, o maior desempenho dos estudantes na sociedade, o bom relacionamento social e familiar da parte dos envolvidos, e o ótimo comportamento ético e espiritual que se pode esperar de todos.
Certamente, o EaD vai dar certo no Brasil, como vem acontecendo em outras nações no mundo inteiro.
Somente a sabedoria do tempo mostrará para nós a verdadeira identidade do EaD no Brasil.
Enquanto isso, vamos lutando para que a Educação Brasileira nessa área tenha já os razoáveis e positivos resultados esperados.
Sem batalha, não se vence a guerra.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A Ordem do Amor

A Ordem do Amor

Em nossos trabalhos diários e em nossos relacionamentos cotidianos, nos contatos com a família e os colegas do emprego, na participação de debates na escola e em encontros com pessoas na rua e no supermercado, nas conversas de botequim e nos bate-papos na padaria e no jornaleiro, observamos como a boa sexualidade – o amor entre o homem e a mulher - é fator de ordem interior, condição de paz e tranqüilidade dentro e fora de nós, elemento de equilíbrio da mente e das emoções e bom-senso em nossas atitudes de cada dia, de disciplina moral e organização de nossas idéias e conhecimentos, porque, em tais circunstâncias onde o afeto é importante, o desejo se faz presente e a paixão se torna constante em nossas vidas, temos calma na alma, repousamos bem o nosso corpo, dormimos melhor, controlamos mais as nossas adversidades e dominamos otimamente as nossas atividades cerebrais, os nossos exercícios mentais e as nossas operações de ordem ética e espiritual.
Quando o amor entre o homem e a mulher vai bem, tudo se ordena, tudo se acalma, tudo se pacifica, tudo se equilibra, tudo repousa.
Parece então que o ambiente a nossa volta acompanha o nosso interior, a natureza descansa e o universo sorri para nós.
É como se uma força interna comandasse o nosso destino e uma energia divina contagiasse as nossas relações, determinasse o clima em torno de nós e definisse as nossas ações em prol da coletividade, fazendo nascer e brotar ao nosso lado a fraternidade entre as pessoas e a solidariedade entre grupos e indivíduos.
Em nosso entorno respira-se a paz interior, o bem e a bondade, a boa amizade e a feliz generosidade.
Quando estamos bem com o nosso parceiro de cama e companheiro de caminhada, o mundo atua em nosso favor, a vida nos credita imensos benefícios, Deus mais uma vez sorri para nós.
Então, o amor ordena todas as coisas, tranqüiliza tudo e a todos, faz-nos trabalhar com alegria e viver em repouso permanente.
Fazemos bem todas as coisas.
Tudo caminha direito e vivemos com respeito.
A Justiça habita no meio de nós.
Somos mais transparentes com as pessoas.
A Verdade se coloca ao nosso lado.
A Felicidade se põe em nosso meio.
É a ordem do amor.
É o jeito que a boa sexualidade encontra para nos tornar felizes, de bem com a vida e em paz conosco mesmo.
É a maneira do amor atuar, regularizando todas as coisas e regulamentando os nossos atos a favor do bem das pessoas.
Graças ao amor entre o homem e a mulher.
Essas são as conseqüências de um bom convívio entre as duas partes, os ótimos efeitos de um bom relacionamento em que a felicidade se constrói na dependência entre um e outro, no intercâmbio de boas idéias, na interatividade de valores bem aceitos e de virtudes bem praticadas, no compartilhamento de conhecimentos e vivências que melhoram, enriquecem, fazem crescer e aperfeiçoam a vida dos dois.
É fundamental que um homem ame uma mulher, e que uma mulher se apaixone por um homem.
É o sentido da vida e a razão da existência.
Eis a lei natural criada por Deus para que sejamos felizes aqui e na eternidade.
Da ordem desse amor construído todos os dias e todas as noites dependem o nosso bom dia de hoje, o nosso bom cafezinho no botequim, as nossas boas compras no shopping ou no supermercado, as nossas boas aulas na universidade, as nossas boas orações na igreja, a nossa boa saúde mental, física e espiritual, e o nosso bem-estar material, emocional e existencial.
Desse modo, o nosso ambiente estará bem se o nosso amor estiver em harmonia, se vivermos constantemente apaixonados pela vida e a natureza, o ser e o universo, o pensamento e a existência.
Portanto, graças ao amor entre o homem e a mulher.
Deus quis assim.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Bagunceira

A Bagunceira

A Vida é uma Criança
Criança gosta de brincar
Da brincadeira surge a bagunça
Com a bagunça, a casa fica desarrumada
Nasce o desejo da ordem
Com a ordem, se disciplinam as coisas
Através da disciplina, se organiza tudo e todos

A Dança da esperança é a bonança da criança
Vivemos de sonhos
Sonhos que devem se realizar

O Ciclo natural da história:
Bagunça e ordem
Trabalho e descanso
Movimento e repouso
Mobilidade e constância
Dinâmica e permanência
Operação e estabilidade

O Mundo é lógica e dialética
Ordem e caos
Regra e confusão
Norma e complicação
Direito e falsidade
Verdade e mentira
Justiça e injustiça

A Natureza possui as suas leis
As suas leis são os seus limites
Seus limites são o equilíbrio
O Equilíbrio é o bom-senso
Bom-senso é autocontrole
Autocontrole é autodomínio
O Bom juízo é algo natural

O Universo é infinito
Seu princípio é eterno
Eterno é o seu Organizador

A Vida,
uma Eterna Bagunceira,
que bagunça tudo para depois ordenar.
Assim são os fatos históricos,
acontecimentos desordenados em sua origem
para depois serem disciplinados pela racionalidade humana e organizados pela consciência inteligente do ser vivo criado por Deus.

Vivemos de possibilidades,
que interferem na realidade cotidiana e intervêm no destino dos povos.

Nossa existência humana,
natural e cultural,
social e política,
econômica e financeira,
é definida pelo bem ou pelo mal,
opções que devem ser feitas por nós.

No equilíbrio da natureza e no bom-senso da mente humana
se encontram o segredo do sucesso e a chave da felicidade.

O Bom caminho da vida
nos indica o sorriso como cura de nossos males,
a alegria como remédio de nosso mal-estar
e o otimismo como o melhor médico para a nossa saúde física, mental e espiritual.

Quando somos amigos das pessoas,
fraternos com os necessitados,
solidários com quem precisa de nós
e generosos com os fracos e pobres,
a vida então se coloca ao nosso lado
e Deus nos abençoa com inúmeros favores e benefícios sem fim.

No silêncio,
a bagunça se transforma em ordem.
Com a paciência,
dominamos nossas adversidades.

Se os contrários nos afligem,
ou se as contradições nos amedrontam,
ou se os antagonismos nos causam pânico,
ou se a violência e a morte se apresentam à nossa porta,
então tenhamos fé,
rezemos,
e confiemos em Deus,
e acreditemos no Senhor.

A Vida é assim:
o bem ou o mal que devemos escolher.
A Paz ou a guerra
que devemos optar.
O Amor ou o ódio
que devemos preferenciar.

Como meninos que brincam
ou garotos que bagunçam,
vivemos de sonhos e esperanças,
dançamos a música da felicidade e da bonança
ou nos entregamos à cultura da morte ou à mentalidade da violência.

A Vida é feita de escolhas
porque nosso desejo é a nossa liberdade,
e somos livres optando pelo bem ou pelo mal.

Sabemos o bom caminho
mas somos nós que devemos fazer a boa caminhada.

Deus nos dá as condições,
todavia a liberdade é nossa.

Não basta caminhar,
é preciso ter as condições de caminhar.

Sim, necessitamos de Alguém que nos faça caminhar.

Precisamos de um Primeiro Motor.

Somos movimento,
a natureza nos direciona
e a razão faz o discernimento
nos colocando no caminho certo.

Precisamos de regras,
porém necessitamos igualmente de bagunça
para fazer as regras.

Tal a sabedoria da vida:
entre ordens e bagunças
construímos a existência,
fazemos a história
e criamos a boa eternidade.

Esse foi o jeito que Deus encontrou para nos trazer felicidade.
Felicidade, que é fruto da liberdade.