quarta-feira, 29 de agosto de 2012
A Guerra dos Deuses
A Guerra dos Deuses
Poderes Paralelos em luta
O Monopólio das Consciências
O Controle da Internet
1. Conflito de interesses diferentes e contrários
Internautas bem ou mal intencionados, que, através da rede, estabelecem uma luta entre si com o objetivo de dominar cabeças e controlar consciências, apropriar-se de vidas alheias, aprisioná-las em seus mundos virtuais de interesses aberrantes que vão desde a escravidão de seus conteúdos e pontos de vista digitais até a manipulação de suas mentes, corpos e espíritos, tentando assim abarcar o maior número de pessoas, seduzi-las para seus programas de exploração de inteligências voltadas para as suas intencionalidades desejosas de poder e monopólio, o que significa que esses Deuses da Razão e Senhores de Idéias procuram, enfim, construir um megarebanho de gente dependente de suas ordens, subjugadas aos seus caprichos e absorvidas por seus arbítrios em nome de uma mentira vestida de verdade, de um bem envolto pelo mal, de uma paz carregada de violência, de uma virtude viciosa, onde se anseia por destruir pontos de vista e visões de mundo diferentes e contrárias em troca de se tornar mercadoria ou propriedade de um pequeno grupo de doutores da internet, controladores dos ambientes eletrônicos e desse contexto de cybercultura em que mentalidades diversas se fazem vítimas da loucura de alguns, escravos de seus transtornos psicológicos e de seus distúrbios ideológicos, para ao final se transformarem em castelos dourados de empresários dessa teia de sites, blogs e emails, redes sociais e conteúdos de relacionamento, gerando pois o império do mal ou o reino do bem, de acordo com o universo de intenções em jogo, no qual batalham os agentes do bem e da paz contra os especialistas em dependência patológica e escravidão alheia, vencendo logo quem tiver mais força de idéias, mais malandragem no negócio e fizer o maior número de cabeças se voltarem para os seus interesses de dominação tanto para o bem quanto para o mal.
É a Guerra dos Deuses Cibernéticos.
Através da internet, busca-se o domínio de pessoas, grupos e indivíduos, e o controle de povos e sociedades.
Nessa batalha virtual, vencerá quem for mais esperto, fazer do bem o seu negócio e da bondade e da paz a sua estratégia de vitória.
O Bem vencerá.
2. O Jogo das Intencionalidades
Para o bem ou para o mal, os Senhores da Guerra, que por diversas vezes se vestem de Chefes de Estado, Comandantes de Comunidades online, Gestores Financeiros, Agentes Políticos e Econômicos, Gerentes de ONGs, Administradores de Empresas, da Indústria e do Comércio, Agências de Inteligência e Investigação, Sociedades Secretas, Instituições Religiosas, Presidentes da República e Governadores de Nações, Prefeitos de Povos, Líderes Estudantis e Comunitários, e outras Gerências Sociais, Culturais e Ambientais, intencionam abarcar gentes, grupos e indivíduos, reuni-los em seus sites, blogs e emails, inseri-los em suas redes sociais e sites de relacionamento, como o Twitter, o Orkut, o Facebook, o MySpyce, invadir e apropriar-se de seus contatos e conteúdos e programas virtuais, dirigir as suas atividades cotidianas, conduzir as suas ações, sentimentos e idéias, definir os seus comportamentos sociais, determinar as suas atitudes junto a amigos, parentes e familiares, ameaçam as suas famílias e empregos, aprisionar as suas consciências e escravizar as suas opiniões e pontos de vista, segundo os seus interesses de controle de mentalidades e culturas, e de acordo com o seu domínio de sociedades inteiras, locais, regionais e globais, resultando assim em uma rede de dominação eletrônica, onde as pessoas se tornam dependem das interpretações alheias, sujeitos aos arbítrios desses Deuses do Tempo, subjugados pois ao seu mundo de partidos e ideologias que passam então a lhes impor as suas regras de conduta, os valores morais e os seus princípios éticos, as suas normas ideológicas e psicológicas, incluindo-os em um universo sem liberdade, impossível de ser feliz, de sintomas doentios e atividades patológicas, como que encarnando em si mesmos a moléstia da escravidão interdependente e a enfermidade múltipla e polivalente, responsável por transformá-los em mercadorias da internet, propriedades de outros, utensílios humanos a serviço da exploração de humanos, da pedofilia e da pornografia, do homossexualismo e do tráfico de drogas, ambientes obscuros corruptores de menores e adolescentes, homens e mulheres aparentemente inocentes, gerando deste modo seu contexto de escravidão humana em que não se tem direitos nem voz e vez. Eis então criado via rede o campo das prisões ideológicas e a área das dependências psicológicas. Um lugar de sujeição contra o qual reagem a Política daqueles e daqueles que defendem o bem e a bondade e advogam as causas do amor e da paz. Está portanto aqui e agora instalada virtualmente a Guerra dos Deuses cujo destino será a vida ou a morte, dependendo dos vencedores desta batalha de idéias.
3. CyberBullyng – A Violência na Rede
A Virtualização da Violência é uma realidade atual, consequência desse quadro negro de intenções transformadas em agressões, aberrações e alienações, o que reflete o estado real da Guerra dos Deuses do Tempo e Senhores da História, que via rede internet aprisionam pessoas e suas consciências e experiências cotidianas, escravizam as suas idéias, sentimentos e atitudes, exploram as atividades dentro e fora dessa teia virtual de imensas possibilidades em que esses indivíduos possuem matérias e conteúdos eletrônicos, ferramentas digitais de mudança do meio em que vivem e instrumentos virtualizadores de suas existências no mundo social, político e econômico em que se encontram aqui e agora, fazendo de seus ambientes de vida e trabalho, saúde e educação, canais de manipulação da realidade alheia, portas abertas para o monopólio de suas ações e efeitos positivos ou negativos em seus contextos culturais, realidade essa que revela a caixa preta que representa o interior de tais Internautas, Senhores da Razão Humana, Proprietários da Natureza e Donos do Universo, Deuses do Espaço Virtual, concretizando entre nós a Batalha de Valores que se contradizem e o Combate de Princípios que se antagonizam, em nome do bem que defendem ou do mal que advogam simultaneamente, caracterizando essa Luta Cibernética como a nova e diferente Cultura da Internet, visto que essa mentalidade e prática violentas vem assumindo vidas e pessoas, contagiando crianças, jovens e adolescentes, comprometendo adultos e idosos, contaminando a rede, e tornando-a objeto de interdependência de agressividades onde alguns jogam para escravizar e outros em nome da liberdade se utilizam das armas do bem e das forças da paz para defender a vida e o amor, as coisas boas que a realidade tem, fazendo do poder da bondade a chave da sua vitória, a janela virtual para a sua felicidade. Entre nós logo a liberdade de fazer o bem e defender a paz contra a tentativa de muitos de espalhar via rede a escravidão das consciências, o abarcamento de seu mundo interno e o intercâmbio de domínio mútuo estabelecido por ambas as partes, os Agentes da Bondade e os Gestores da Maldade. Nessa Guerra Virtual de Idéias adversas, ganha essa jornada de lutas e contradições aqueles homens ou aquelas mulheres que se superam a si mesmos, transcendem os seus preconceitos morais e superstições míticas e místicas, e ultrapassam os limites de sua natureza e as fronteiras de sua racionalidade, a serviço do universo de propriedades alheias que construiram até aqui. Agora, neste momento, o Combate prossegue, creditando à Cultura do Bem os favores de saúde e bem-estar para os internautas em jogo, e debitando à Mentalidade de Violência os prejuizos reais e virtuais de desvios de caráter, transtornos de personalidade e distúrbios de comportamento. Que os internautas agora acordem para essa realidade de dores mentais e físicas, psicológicas e morais, espirituais e ideológicas! Que a blindagem de suas vidas pessoais e existências coletivas seja uma marca virtual a partir deste instante! Eis um alerta para todos.
4. Serão os Deuses Internautas ?
A Internet, como Realidade Virtual e Ambiente de Interatividade de pessoas e grupos e compartilhamento de seus conteúdos em forma de blogs e redes sociais, Canal de Comunicação interpessoal e intersubjetivo, Rede de encontro amoroso ou de trabalho, familiar ou de amizade, Teia comum a todos os que acessam seus emails e portais, contatos e relações eletrônicas, Espaço de interseção biunívoca entre comunidades multilaterais e polivalentes, Lugar de convergência de pontos de vista e de diferentes interpretações da vida e de visões da realidade tradicionais ou renovadoras do cotidiano, também pode ser usada para fins aberrantes onde poderes políticos e econômicos e suas ideologias de comando de sujeitos e suas atitudes e atividades tentam construir um mundo fechado de relacionamentos corrompidos e de comportamentos obscuros, alienados do bem que devem fazer e da paz que precisam viver, o que na verdade é um contra-senso em termos de alternativas de desenvolvimento pois esses Senhores Internautas, manipuladores de consciências e exploradores de racionalidades e corações inocentes, estão gerando a partir darede internet um universo do qual são proprietários eternos e absolutos, com o qual subordinam indivíduos e sociedades de acordo com seus interesses confusos e intencionalidades complicadas, subjugam grupos e comunidades e sujeitam aos seus caprichos e arbítrios, pontos de vista e ideologias, todos e cada um daqueles e daquelas em condições de serem pescados e arrebatados por suas investidas e estratégias de controle e dominação, produzindo então nesse contexto de conteúdos e programas digitais uma verdadeira Indústria de Escravidão ou uma autêntica Fábrica de Prisões Psicológicas em que as mentes e razões de definidas comunidades e suas inteligências e racionalidades são determinadas em sua origem, meio e fim, porque a serviço do senhorio desses Deuses Internautas, construtores da Guerra do Medo e da Aflição, do Pânico e do Desespero, e por conseguinte destruidores da vida humana e suas alternativas de saúde e bem-estar, e suas tendências de bem e de paz, amor e vida, e suas possibilidades de fraternidade e solidariedade, ordem e justiça, direito e respeito, liberdade e responsabilidade, otimismo e felicidade, verdade e transparência, alegria e bom-senso, equilíbrio e contentamento. Portanto, é através da Internet para depois invadir outros meios de propaganda, difusão e comunicação social, que esses Deuses do Mundo de cada dia e de toda noite aspiram por abarcar e apropriar-se do universo interior e exterior de muitos cidadãos e cidadãs deste Planeta Computadorizado, então transformados em escravos de seus pontos de vista, manipulados por suas opiniões e visões de sociedade, aprisionados em suas idéias e valores, princípios e consciências, normas de vida e regras de conduta, inseridos assim em seu campo de concentração de pessoas humanas submetidas aos seus partidos de exploração e ideologiasde dominação e controle de mentalidades e culturas. É fundo, fecundo e profundo esse universo internético em que internautas duelam e se chocam para não ser dependentes uns dos outros, escravos entre si, sujeitados reciprocamente aos seus próprios fluxos imaginários e seus complexos de loucura e demência. Salve-se quem puder! Entre nós, a luta pela vida e a liberdade. Quando alguns procuram exercer controle sobre outros, estes buscam alucinadamente se livrar de suas estratégias de domínio de suas idéias e apropriação de suas atividades, pensamentos, atitudes e sentimentos. Somente um milagre divino pode verdadeiramente nos libertar de tamanha loucura revestida de servos e senhores, donos e escravos, poderes que dominam e forças que lutam por não perder a liberdade, fonte da verdadeira felicidade. Nessa Guerra Virtual, sobrevivem justamente os que desejam a liberdade. Lutam por ela. Fazem dela uma ponte para terem voz e vez na sociedade a que pertencem. Que nos salvem a liberdade! Que nos libertem o desejo de ser livre e feliz!
5. Alienação – A Fuga da Realidade
Uma das estratégias utilizadas por esses Deuses Virtuais para exercer controle sobre pessoas e dominar sua vida cotidiana é tentar aliená-las da realidade do dia a dia, fazê-las fugir de si mesmas, ignorar os meios de comunicação social e suas mídias eletrônicas como o rádio e a televisão, a internet e o telefone celular, rejeitar notícias e reportagens sobre o mundo inteiro, não poder ouvir uma música ou visualizar um vídeo ou um filme de cinema, enfim, escondê-las de seu contexto social e político, econômico e cultural, e inseri-las em seu próprio ambiente de desvios mentais e aberrações de comportamento, inclui-las em um processo imaginário de produção de idéias que nada têm a ver com seu meio de vida e trabalho, e deste modo aprisioná-las em seu mundo de opressão e escravidão, deprimindo-as pois, envolvendo-as em seus anseios de dominação, abarcando de vez todas as suas possibilidades de liberdade e bloqueando todas as suas alternativas de reaver a sua família e o seu emprego, as suas atividades sociais, os seus conteúdos virtuais, o seu universo de realidades interpessoais, construtoras de boas amizades e ótimas relações com parentes, amigos e familiares, colegas de trabalho e companheiros de caminhada, parceiras de cama e demais paqueras ew namoradas do dia e da noite. Desta forma, o campo de relacionamentos e interatividades destes internautas engolidos pelos desejos alienantes desses Senhores de Idéias e Proprietários de Consciências, Donos de Cabeças e Agentes de controle mental e emocional da vida alheia, vêem-se desaparecidos de seu momento histórico e de sua realidade de aqui e agora, assumem um instante irreal e irracional na existênciadessas pessoas, grupos e indivíduos, que então passam a ser dependentes de seus interesses de monopólio de suas atividades e atitudes, manipulados que são em seus pontos de vista e seu caráter, tendo seu eu e personalidade própria descaracterizados, obscurecidos pelo quadsro negro de intencionalidades boas ou más desses sujeitos, reis da internet e advogados ou do mal que produzem ou do bem que pretendem realizar. Criam-se portanto via rede as condições indispensáveis para ser um dependente patológico, presos a ideologias que lhe são adversas e escravos psicologicamente das idéias, valores e princípios dos outros. Eis então um mundo de prisões doentias, alienantes e aberrantes, que ignora as boas coisas que a vida tem e seu ambiente de saúde individual e bem-estar coletivo. Assim, o Reino da Escravidão instalou-se entre nós. É o universo das dependências virtuais. Salve-se quem tiver condições para isso!
6. Aberração – O Desvio do Comportamento
Parece que nesse conflito de sentimentos antagônicos, de pontos de vista dialéticos, de atitudes adversas e de atividades contraditórias, há algo que reflete o estado mental e emocional dos internautas, aparentemente transtornados em seus pensamentos e ações, com distúrbios reveladores da irracionalidade de seus atos e da irrealidade de suas experiências ainda que convivendo diariamente com a sociedade em que se encontram, nela alimentando seus trabalhos e relacionamentos, todavia de uma forma que mostra a ignorância do bom-senso racional e a ausência de sensatez e equilíbrio nas relações sociais, nas disputas políticas, ideológicas e partidárias, no engajamento cultural e ambiental, nas dificuldades financeiras e nos comportamentos tido como normais por seus familiares e colegas de trabalho, por seus amigos de rua e companheiros de caminhada no tempo e lugar em que vivem atualmente. Pois bem. É precisamente essa loucura de convergências em comum e discórdias separadoras a chave para entender como os Gestores da Internet e seus conteúdos e programas virtuais têm alguma coisade anormal e antinatural, o que demonstra entre eles um quadro azul de patologias imaginárias, de práticas doentias, como que nos dizendo que nessa Guerra de Idéias críticas, diferentes e contrárias umas às outras existe uma moléstia própria de quem perdeu o juizo dacabeça e se atira em um mundo de sintomas enfermos, caracterizando o modo carente e doente das relações interpessoas e interdepentes por esses grupos e indivíduos controladores de consciências e administradores do patrimônio alheio, proprietários de suas vidas e da vida dos outros, causando na rede um sentimento de repulsa e rechace da parte de quem defende a vida e a cultura do amor e do bem, de quem exerga a existência com os olhos da liberdade, da bondade dos relacionamentos, da amizade entre comunidades, da saúde e bem-estar que devem permanecer no convívio entre sociedades diferentes mesmo que adversas nas suas matérias de conhecimento, ética e espiritualidade. Será que os Deuses estão doentes ? Será que a moléstia da alienação e a enfermidade da aberração tomaram conta da internet ? Teremos que adoecer também, ou evitar esse contexto negro de moléstia perniciosa, que significa na verdade tornar-se escravo das opiniões alheias e viver preso em uma rua sem saída onde as alternativas de soltura não existem, as possibilidades de liberdade se ignoram e as tentativas de cura, salvação e libertação parecem fechadas por tal cultura de perversão e corrupção e obscurecidas por essamentalidade de violência e agressividade que atravessam tal Teia Virtual, onde as pessoas se encontram controladas em seus atos e atividades, bloqueadas em suas mentes e inteligências, barradas em suas opções de vida e trabalho, e atropeladas por esses Senhores Covardes e Injustos que anseiam por nos escravizar e apropriar-se total ou parcialmente de nossas realidades humanas e naturais, originando uma dependência patológica que nunca se viu igual entre nós e eles, via internet. É uma Guerra doente.
7. O Domínio de Cabeças
Fazer a cabeça uns dos outros e tentar assim dominar a internet, eis a Guerra Psicológica, responsável pelo conflito de idéias e pontos de vista diversos, pela manipulação de racionalidades e consciências em função de seus próprios interesses e intencionalidades, pela exploração das inteligências alheias que então se transformam em dependências patológicas de outros internautas, Proprietários de Cabeças e Donos de corpos e mentes, definidores das visões de realidade e sociedade que cada subordinado deve ter e determinadores de suas opiniões e manifestações comportamentais, de suas interpretações sociais e políticas, dirigentes do destino de pessoas e interventores da vida alheia. Em tal processo de controle de internautas e domínio de grupos e indivíduos que acessam a rece, ocorrem ao mesmo tempo mudança de atitudes, transformações de pensamentos e metamorfoses existenciais, quando pois muitos se convertem às ideologias reinantes e dominantes via Teia Virtual. Sim, de fato, nessa caminhada de prisão de mentalidades e subordinação de culturas, algumas teorias predominam, outras se submetem, a minoria impera e a grande maioria se vê dependente de poucos Senhores Digitais e seu universo de controle mental, físico e espiritual. Nessa batalha psicossocial, mentes se escravizam e razões governam outras cabeças, a serviço ou do Poder das Trevas e sua rede de maldades, corrupções e obscuridades, ou das Forças do Bem e da Paz e suas consequências de bondade e amizade nas relações conduzidas, nas práticas consumadas e nas experiências produzidas. Com efeito, estamos em uma Guerra de idéias que duelam e se chocam, onde os vencedores serão sempre os mais espertos e malandros, os produtores de dependências, os articuladores da dominação e os protagonistas que em nome dos Deuses Virtuais causam os créditos de um comportamento ou violento ou pacífico, todavia com a certeza de que a Bondade dos relacionamentos e atitudes superará os seus adversários, ultrapassará os limites da agressividade e transcenderá as fronteiras da cultura da morte e do mal e a mentalidade que ainda possa ignorar a realidade de Deus e sua natureza de coisas boas e de paz nas consciências. Ganharão os bons.
8. A Política do Medo
Nessa batalha virtual de interesses diversos que insiste hoje na internet, uma das estratégias de obtenção de controle de mentes e corpos e domínio de consciências e pessoas é o uso de ferramentas inibidoras de conteúdos digitais, ameaçadoras de sites e redes sociais, amedrontadoras de internautas, coibidoras da liberdade de ação e pensamento, o que revela a intencionalidade desses Senhores da Guerra Ideológica e Psicológica de, através do medo e da aflição, do pânico e do desespero, das ameaças de morte e suborno, dos investimentos na cultura corruptora de identidades e cadastros eletrônicos, do bloqueio do caráter e das relações e contatos de indivíduos e grupos, do interrompimento do acesso de comunidades online às suas atividades, conteúdos e programas na rede, e impedimento de reflexões e manifestações de pontos de vista e posicionamentos éticos e culturais, apropriar-se do maior número de sociedades virtuais e seus componentes e sujeitos até atingir a realidade cotidiana, a partir de que os seus instrumentos de dominação terão mais tempo e espaço para subjugarem personalidades e membros comunitários, e aqueles homens e mulheres que então se tornaram dependentes patológicos de suas estruturas de monopólio de racionalidades e sentimentos aparentemente inocentes, aprisionando-os total ou parcialmente em sua teia virtual de mentalidades escravas e sujeitadas aos seus arbítrios e caprichos mais obscuros, fechados ao público, dos quais somente eles, os Deuses desse Combate de Idéias, Princípios e Valores diferentes e contrários têm a possibilidade de adquirir controle e domínio. É a Política do Medo. Canal de prisões ideológicas e Portal de escravidões psicológicas. Aqui, o mundo é dos Agentes do Mal, contra o qual reagem as Forças da Bondade e do Bem e os Poderes da Paz e da Concórdia. Sim, a luta virtual prossegue. Sem definições seguras. Sem determinismos estáveis. Reina então via rede a insegurança de um ambiente em conflito, que põe medo em alguns e encoraja outros a defender a liberdade de expressão, de pensamento e de comportamento, caminho para a verdadeira felicidade.
9. Prisão de Idéias
Em tal intervalo onde se processa essa Guerra de Idéias observa-se o interesse de todos os Deuses Virtuais em usar a tática da prisão de conteúdos, identidades e manifestações da personalidade e do caráter dos internautas então subjugados aos seus programas de intencionalidades escravizadoras de consciências e pontos de vista contrários ou não aos seus planos de dominação da rede e seus efeitos na vida cotidiana da sociedade agora visada e subordinada às suas arbitrariedades controladoras de seus tempos digitais e de seus espaços eletrônicos até atingir total ou parcialmente as comunidades e populações que caem em sua teia de domínio de cabeças e controle de culturas diferentes e mentalidades dependentes umas das outras. Eis pois a estratégia utilizada por esses Senhores de Inteligências dominadas, Donos de racionalidades aparentemente inocentes e Proprietários da vida alheia e seus atos e contatos sociais e interpessoais até que abarquem finalmente toda a estrutura da internet e suas consequências no mundo do dia a dia dos homens e das mulheres desta realidade cotidiana, que se deixam atrair por suas investidas poderosas e apropriadoras de seus lugares na existência de cada dia e de toda noite, inclusive as madrugadas passadas no computador via rede. Estabelece-se então virtualmente ou não a Guerra Psicológica em que alguns internautas manipulam a realidade de outros, onde pequenos grupos controlam as razões, ações e sentimentos de inúmeros indivíduos, o que consolida assim a exploração de mentes em função das intenções mais obscuras, mais alienantes e mais aberrantes. Aprisionar portanto idéias e experiências alheias, eis a tática da escravidão ideológica e da submissão psicológica de ideais diversos, opiniões variadas e visões de mundo e sociedade capazes de servir aos interesses de monopólio virtual desses Doutores da Ciência do abarcamento de pontos de vista importantes ou interessantes aos seus desejos de subserviência subjetiva e objetiva. A Guerra dos Deuses por conseguinte é uma Batalha Psicológica e social que escapa inclusive o campo da internet e invade a realidade cotidiana de todos nós.
10. Ideologias em choque
Realmente, assistimos a um verdadeiro combate de ideologias diferentes e contrárias em choque entre si, manifestando cada qual o seu desejo de abarcar via rede todo o universo dos internautas que caem em sua Teia Virtual de controle de consciências e domínio de cabeças e seus programas e conteúdos, suas identidades digitais e contatos, seu mundo de representações mentais, seu campo de símbolos e imagens, toda a sua estrutura online a serviço de interesses que vão desde a prisão ideológica e psicológica de pessoas, grupos e indivíduos e suas ações na internet, até o contexto das redes sociais e sites de relacionamento incluindo o Twitter, o Orkut, o MySpace e o Facebook, além de emais e blogs de empresas ou de particulares, o que demonstra a intencionalidade desses Senhores da Guerra de construir um imenso arsenal militar de ambientes virtuais como instrumentos de dominação de populações inteiras e ferramentas de exploração de gentes, manipulação de seus cotidianos, a fim de monopolizar todo o sistema cybercultural e chegar assim à apropriação de todas as comunidades e sociedades virtualmente constituidas, invadindo outrossim a sua realidade de cada dia e de toda noite. Sendo assim, a Guerra dos Deuses vem se espalhando pela internet e começa a ganhar as ruas e adjacências da vida cotidiana de todos nós. Em tal Guerra Virtual sobrevivem os mais espertos e malandros, já que poderosos todos são. Que as Forças do Bem e da Bondade, que defendem a vida e a liberdade dos humanos, igualmente se aproveitem dessa possibilidade a garantir a vitória dos mais bem dotados, mais inteligentes e melhor preparados para não perder: o uso da malandragem. Que os malandros do Bem saibam disso.
11. O Duelo dos Partidos
Essa Guerra de Idéias, de cunho sobretudo cibernético, de posições contraditórias, de atividades divergentes e de atitudes discordantes, acontece mais na linha imaginária do que propriamente na realidade dos fatos cotidianos, o que na verdade é consequência dessa batalha psicológica onde uns fazem a cabeça dos outros, apropriam-se de programas e conteúdos alheios, aprisionam-se mutuamente e mantém laços recíprocos de escravidão, que atingem o corpo, a mente e o espírito de internautas ou não, todos subjugados aos interesses dos mais fortes e submetidos aos arbítrios dos mais poderosos. Em tal campo dialético de críticas destrutivas, de opiniões em choque, de ações que se ignoram e de atividades que se contrariam, sobrevivem sobremaneira os Senhores Combatentes, que articulam suas estratégias em função de uma cultura de bondade e concórdia e de uma mentalidade sem violência ou agressividade, levando à derrota aqueles e aquelas que abraçam experiências patológicas em que suas práticas se caracterizam por transtornos mentais e físicos, e distúrbios materiais e espirituais. É óbvio que nessa luta de adversidades e nesse duelo de Gigantes, vencem os mais espertos e malandros, tendo em vista que todos nessa briga ideológica são onipotentes, interferem na realidade e intervêm no destino das pessoas, manipulam as suas consciências, exploram seus contatos e monopolizam seu mundo de relações polivalentes e multilaterais, gerando assim um intercâmbio de forças que se dominam e de poderes que se controlam, ora ganhando as posturas do mal ora vencendo as atividades do bem e da paz. Então, se produz uma guerra sem fim, e o Todo-Poderoso nesse processo de contradições mentais, que se sairá melhor nessa luta de antagonismos separadores, será Aquele que fizer de sua vida certamente um projeto de construção via rede de uma sociedade mais justa e fraterna, mais pacífica e solidária, mais ordeira e transparente, mais saudável e agradável, mais livre e responsável, mais direita e de respeito, mais autêntica e verdadeira, no compromisso com o bem que deve sempre fazer e com a paz que sempre deve abraçar. Vitoriosos, os bons Doutores Internéticos continuarão produzindo ilimitadamente um universo humano e natural em que a qualidade de vida seja sustentável por muito tempo e a riqueza de seu bem-estar se torne duradoura por vários anos, séculos e milênios sem fronteiras de tempo e lugar. Eis o mundo de valores positivos e de princípios otimistas que todos aguardamos, capaz de nos orientar bem no bom caminho da vida. A Vida é eterna.
12. A Escravidão dos corpos e das mentes
O Culto ao Imaginário e seus efeitos na vida cotidiana de internautas e pessoas, grupos e indivíduos, sujeitados aos caprichos dos Deuses, submetidos aos arbítrios desses Senhores de consciências e subordinados aos seus pontos de vista abarcadores de seus contatos, programas e conteúdos de conhecimento, faz com que a Guerra Psicológica dite as regras de conduta de suas vítimas, manipule seus dados e informações mais importantes e interessantes, explore seu mundo de representações mentais, definindo em seu contexto social o seu comportamento e a sua experiência com outras comunidades, novas amizades construidas e diferentes relações geradas nesse intercâmbio de domínios e controles que uns exercem sobre os outros. Em tal processo de escravidão alheia, são monopolizadas as cabeças, as intenções e as práticas desses prisioneiros virtuais e reais, que a partir de então passam a depender da inteligência dos outros, determinadores de suas ações na realidade e de suas atitudesna virtualidade, criando assim um universo patológico de relacionamentos onde as mentes se vêem transtornadas e os corpos carregados de distúrbios orgânicos e fisiológicos, reflexo das relações de dependência com seus Administradores de Idéias e Gestores de suas ideologias, culturase mentalidades. Deste modo, caminha via rede o combate entre o real e o imaginário, o bem e o mal, a paz e a violência, e nesse intervalo de movimentos críticos e dialéticos pode se observar a potencialidade do campo imaginário objetivando fazer suas dependências virtuais, reais e psicológicas, dentro de um contexto em que os mandatários são a loucurada imaginação, a irrealidade das idéias e a irracionalidade dos fenômenos de uma consciência parcial ou totalmente alienada da realidade. Com efeito, essa batalha de origem imaginária e de consequências reais e virtuais, atinge o cotidiano dos homens e mulheres, então propriedades de outros, dependentes de cabeças diversas e sofrendo os efeitos de uma manipulação doentia de suas vidas reais e seus ambientes de família e trabalho, de rua e contatos, de relações interdependentes e intercâmbios sociais, culturais e ambientais, além é óbvio dos contextos políticos e econômicos de suas vítimas, escravas de suas ideologias e aprisionadas por suas intencionalidades bem ou mal conduzidas, orientadas de modo positivo ou negativo. Surgem pois nesse clima de controles mentais e domínios imaginários um outro mundo de experiências, de sentimentos controversos e de pensamentos antagônicos, onde o contexto é o da loucura das idéias subordinadas umas às outras, o fluxo criador de imaginações doentias e o complexo de vidas submetidas às arbitrariedades de pessoas que muitas vezes ninguém conhece, todavia que existem em qualquer ponto da realidade seja ela real ou imaginário, virtual ou cotidiana. O Mundo é dos Poderosos.
13. A Batalha dos Espíritos
Nestes instantes, acontece uma Guerra via internet: a Guerra dos Deuses Virtuais, a Batalha dos Espíritos eletronicamente conectados que tentam apropriar-se de pessoas e seus conteúdos e contatos e assim expandir por meio da rede o seu domínio de consciências e controle de mentes e espíritos, a fim de constituir virtualmente o seu Império de Idéias e Imagens, aprisionador de sujeitos inocentes e escravizador de indivíduos, grupos e comunidades que se deixam levar por seus arbítrios sem respeito algum e por seus caprichos irresponsáveis, para isso se utilizando sobretudo de mecanismos e realidades imaginárias, a partir das quais intervêm na vida das sociedades visadas e interferem em seu ritmo de existência, definindo pois suas metas e objetivos de trabalho e comportamento e determinando seu destino no contexto cotidiano de seus ambientes de família e emprego, de faculdade e de rua, de relações com outros e interatividades alheias, sempre buscando captar seus projetos e ideologias em nome de seu Reino de Prisões Eletrônicas e Escravidões Virtuais, o seu modo de manipular essa gente alienada de seu convívio social e desviada de suas ações sensatas e equilibradas, qualificando assim – esse poder de controlar as pessoas – um quadro patológico de atitudes aberrantes e experiências alienantes de sua própria realidade. Deste modo, criam as condições de sujeição e dominação, conduzindo essa gente internáutica inclusive à loucura da consciência e à enfermidades psicológicas muito graves. Vence o mais forte e o mais poderoso nas idéias e nas práticas de subordinação uns aos outros. É a Guerra de Poderosos, de gente onipotente, dominadoras de vidas, que duelam com outros que advogam a cultura do bem e uma mentalidade de paz. Aqui, o bem e o mal travam um terrível combate. É a batalha da Bondade contra a Maldade. Eu escolhi o Partido do Bem e da Bondade. Defendo a vida e as experiências do amor. Sou do Bem.
14. Almas em combate
Por meio da internet e outros ambientes sociais ou mesmo contextos bastante familiares a nós, acontece essa disputa de cabeças, conquista de espaços, duelo de partidos opostos, divergência de opiniões e interesses e discordância de conteúdos, situações e intencionalidades, mostrando a todos essa Guerra de contrários onde os mais fortes e poderosos tendem a levar vantagem, todavia a cultura da paz e a mentalidade do bem e da bondade parecem resistir bravamente às suas investidas diabólicas, defendendo a vida e as relações boas de amor e amizade, e os laços de generosidade, fraternidade e solidariedade que ainda existem entre as pessoas de respeito e de direito, responsáveis por seus atos e comprometidas com um mundo mais justo e pacífico em que todos e cada um se sintam cidadãos e cidadãs de um universo cujo Rei é o Senhor e cujo Fundamento é Deus. Nesse processo de batalhas incansáveis e de combates intermináveis e de lutas inesgotáveis, vencerá como disse certamente a Bondade das pessoas que têm fé na Raiz dos seres e Princípio das coisas, para isso se utilizando das ferramentas da verdade e dos instrumentos da justiça, advogando portanto deste modo a liberdade das pessoas, fonte da felicidade cotidiana, base de uma sociedade onde a qualidade de vida e dignidade humana estão acima dos preconceitos de uns e das superstições de outros. Em tal dialética de forças e de poderes que não concordam entre si, convergem para o bem os homens e mulheres de boa vontade, os cidadãos de transparência elevada que põem nas leis do amor e da vida as suas garantias de vitória certos de que ao final ganharão a partida, em nome é claro da Bondade de um Deus, Criador, Autor da Vida, que só nos enche de alegria com seus favores, créditos e benefícios sem fim. Podemos perder aqui ou ali, porém o mais importante é vencer a guerra.
15. A Luta dos Senhores
É notável observar os elementos integrantes dessa guerra virtual identificados com os Donos de redes sociais e sites de relacionamento, Blogueiros em geral, Empresas de Informática, Líderes Estudantis, Gestores do Comércio e da Indústria, Internautas Plurais, Administradores de conteúdo online, Políticos Nacionais e Internacionais, Empresários e Juizes e Desembargadores, Comerciantes e Industriais, Profissionais liberais, Formadores de opinião, Engenheiros e Advogados, Médicos e Professores, Proprietários de mercadorias e Agentes de serviços diversos, Interventores de grupos e comunidades, Investidores financeiros e Articuladores culturais, ONGs e Associações de Moradores, Sindicatos de trabalhadores, Consórcios de automóveis e Imobiliários, Bancos públicos e privados, Governos de Estado e Municípios, Capitais Estrangeiros e Empresas Multinacionais, enfim, Gestores de Comunidades variadas, que se interessam por acumular pessoal e seus contatos e conteúdos de saber e relacionamento, tendo em vista abarcar grande quantidade de indivíduos a serviço de seus interesses de exploração e manipulação de consciências e experiências alheias, o que constitui as condições indispensáveis para a montagem de um Exército Virtual com repercussões na realidade cotidiana, tornando possível um universo eletrônico, real e atual de pessoas escravas de suas ideologias e prisioneiras de seus ideais de monopólio de vidas e cabeças, formando pois deste modo um mundo inteiro de propriedades humanas alienadas de suas realidades e identidades pessoais e coletivas. Esses, os Senhores da Guerra, do bem contra o mal, cujas intenções vão acima do poder imaginário de conceber tal teia digital de prisões humanas, já que pretendem desta maneira controlar vidas e seus contatos e dominar pessoas e seus acessos e relações com outros. Assim por conseguinte vai crescendo sobretudo via rede internet esses edifícios do bem e do mal, onde os primeiros defendem a vida e sua cultura de bem e de bondade enquanto os demais visam a destruição das mentes e dos espíritos e sua mentalidade alicerçada ainda pelas correntes do amor e da paz. Vem desenvolvendo-se paulatinamente esse combate dos Senhores da Guerra, a Guerra da paz contra a violência, da vida contra a morte, do bem contra o mal.
16. Manipulação de conteúdos
O Monopólio da Internet e de outros meios de comunicação social, de redes sociais e de sites de relacionamento, como o Linkedin, o Orkut, o Twitter, o Facebook e o MySpace, assim como Emails e Blogs, é um desejo ansioso de quem tem poder na rede, força de manipulação de idéias e pensamentos, potencial para controlar mentes e dominar corpos e almas, aprisionar consciências e escravizar espíritos vacilantes, que não percebem muitas vezes que estão sendo virtualmente monitorados, investigados por quem sonha alto com a exploração de conteúdos online, e busca tornar propriedade sua as idéias, valores e conhecimentos alheios, transformando seu campo de energias dominadoras em um arsenal de guerra cujas armas e ferramentas de dominação são quase sempre o poder das idéias, a hegemonia de forças que causam dependência patológica, a supremacia de racionalidades que subjugam os menos avisados e os mais fracos no mundo digital, fazendo assim seu universo de controles eletrônicos um instrumento de abarcamento de pessoas, prisão de indivíduos aparentemente inocentes e escravidão de grupos e comunidades cujo interesse aponta para o seu domínio em termos de instrumentalização de suas inteligências, controle de suas matérias e princípios de saber e de sentimentos multilaterais e polivalentes, à procura pois de um modo de definição das estruturas dos outros, com o objetivo claro de torná-los objetos de domínio e seres escravos do poder de suas ideologias, culturas e mentalidades, que submetem essas sociedades aos caprichos de seus interesses e às intencionalidades de suas forças de subjugamento eletrônico, digital e virtual. Desta forma, vem acontecendo via rede internet a batalha desses Senhores da Guerra, os Deuses Virtuais, capazes de exercer domínio sobre tudo e todos, caso se dê bobeira e se vacile diante de seu alto nível de poder ideológico interessado em monopolizar matérias e conteúdos alheios tendo em vista construir seu campo de forças exploradoras e seu exército de intelectuais e mãos de obra a serviço de seus anseios bélicos, nacionais e internacionais.
17. Exploração de Pontos de Vista
A Força das Ideologias e o Poder dos Símbolos e das Idéias tornam os pontos de vista tipicamente fortes e poderosos, capazes de fazer a cabeça uns dos outros, dominar as mentes e controlar as consciências de modo a transferir para seus subjugados toda a sua matéria de exploração alheia, todo o seu conteúdo de apropriação de vidas inocentes e todo o seu repertório político e cultural, desenvolvido com o intuito de garantir os interesses das classes dominantes, aqueles Senhores da Razão e Deuses da Inteligência, que superam os contrários e as adversidades de seus inimigos e adversários, alcançando com seu universo de abarcamento de pessoas, grupos e indivíduos, todo o campo fértil de produtos, programas e discursos online, toda a área sujeita aos seus anseios e intencionalidades, responsáveis por sua conquista de territórios estranhos, tomando para si regiões virtuais carregadas de conteúdos ricos de conhecimento e saber informático e internético. Com isso, esses partidos e ideologias de poder e controle de vidas alheias, disseminam via rede o seu mundo monopolizador de outros mundos, então submetidos aos interesses dos mais fortes e poderosos em termos de idéias, símbolos e valores, normas eletrônicas e princípios digitais, transformando essa teia de possibilidades e tendências que é a Internet em um campo de disputas e conflitos divergentes e discordantes, onde vencerá o mais capaz em se tratando de força ideológica e poder de malandragem, ficando para trás os mais tímidos e fracos, sem coragem para enfrentar a onipotência de sociedades online e comunidades virtuais cuja intenção é exercer completo domínio sobre os conteúdos, programas, matérias, discursos e pontos de vista eletronicamente considerados, e que conseguem controlar o universo alheio cheio de vida e carregado de viabilidades virtuais. Deste modo, os Deuses desta Guerra Eletrônica conseguem avançar se apropriando do campo de outras vidas escravas de suas potencialidades e prisioneiras da força de suas culturas virtuais, de suas ideologias causadoras de dependência e de suas mentalidades tiranas, absolutistas e autoritárias quando então produzem a cadeia de virtualidades eletrônicas, um mundo onde os grandes submetem os pequenos, e os gigantes colocam na prisão da rede os que aparentemente se comportam com pureza de vida e inocência existencial e espiritual. É o jogo dos poderes virtuais em que as forças ideológicas e seus grupos partidários controlam as possibilidades alheias e as tendências que alguns têm de viver tranquilamente sem que se observe que alguém monitora seus passos, investiga seus atos e se apropria de sua riqueza em forma de símbolos, idéias e imagens. Trata-se de uma interdependência doentia e patológica.
18. Não somos ilhas – Dependemos uns dos outros
A Hegemonia de classes e grupos, de comunidades e associações, de entidades e instituições, de organizações e empresas, umas sobre as outras, como o caso do Twitter e do Facebook, revela uma dependência muitas vezes patológica em que os mais fortes dominam os mais fracos, os grandes submetem os pequenos, e os mais poderosos controlam a vida e o conteúdo de pessoas e indivíduos quase sempre inocentes, sem más intencionalidades ou de interesses que não visam a exploração de sites, blogs e emails, e sim cooperar positivamente para a grandeza da internet, a riqueza de produtos e serviços online, e a excelência de uma vida virtual cuja interatividade e compartilhamento de conteúdos, matérias e programas contribuam efetivamente para o bem-comum de toda a rede e o bem-estar de todos os internautas. De fato, não somos ilhas. Todavia, devemos ter cuidado com a dependência que temos uns em relação aos outros que pode se tornar doentia e causa de violência e agressividade nessa teia de produções interculturais e interconhecimentos criativos e que tão necessários para o nosso crescimento material e espiritual, físico e mental. Tal interdependência deve ser saudável e agradável a todos os integrantes desse espaço comum de virtualidades enriquecedoras de nossas vivências sociais e de nossas existências espirituais. Tal progresso virtual nos fará bem, e fará com que caminhemos para a frente e para o alto, evoluindo com as comunidades virtuais aparentemente dependentes umas das outras. Esse o desenvolvimento virtual que esperamos. Sem guerras nem deuses. Sem violência.
19. O Bem contra o Mal
Nesse campo de batalha de interesses diferentes e contrários que é a Internet acontece a guerra psicológica, o choque de idéias, o conflito de pontos de vista, o combate de conteúdos e programas a serviço de boas ou más intencionalidades, revelando-nos o alcance da luta entre os Deuses Virtuais e Reais, todos buscando alargar seus exércitos de pessoas e dilatar suas forças de arrebanhamento e seus poderes de monopólio de consciências, manipulação de visões da realidade, exploração das interpretações pessoais e interpessoais tendo em vista a construção de um universo de possibilidades que certamente resultará na apropriação de indivíduos, grupos e comunidades online e offline, o que representa a consolidação da política de apropriação de gentes, domínio de sociedades e controle relativo ou absoluto de suas potencialidades cotidianas, seu mundo de interesses e seu campo de privacidades agora não tão exclusivas assim. Deste modo, via rede vão se gerando propriedades alheias, de acordo com os interesses de quem delas usufrui a fim de construir o seu gigantesco território de dominações, a partir de que se adquirirão lucros financeiros e créditos sociais, benefícios políticos e favores culturais, um mundo de tendências positivas ou negativas, otimistas ou pessimistas, de acordo com a teia de boas ou más intenções em jogo, o jogo de intencionalidades aprisionadoras de pessoas e que fazem de escravos toda a vida social de complexos locais, regionais e globais dessa humanidade aparentemente inocente, submetida aos caprichos dos Deuses e seus arbitrios ideológicos e psicológicos. A Guerra de Idéias prossegue.
20. Uma Teia de Interdependências
A Convergência de conteúdos e a discordância de pontos de vista parece ser uma característica fundamental para se entender essa guerra cibernética, essa batalha de idéias e psicologias diferentes e contrárias, o que reflete na verdade o mundo de interesses interdependentes via rede onde alguns subordinam os outros, tentando apropriar-se da vida alheia, controlar suas mentes e seus corpos e dominar suas consciências e experiências na rua, na família e no trabalho. Desde então, os Deuses Virtuais constroem essa realidade de combate psicológico em que idéias e intencionalidades chocam-se umas com as outras com o objetivo dos mais fortes e poderosos abarcarem os mais fracos e debilitados, gerando assim uma teia de prisões quando partidos e ideologias passam a monopolizar culturas e mentalidades submetidas aos seus arbítrios e caprichos, desejos de exploração e anseios de manipulação de pessoas e comunidades, sujeitadas aos interesses dominantes. Nesse intervalo de vida e morte, acontecem as lutas virtuais que atingem o cotidiano das sociedades e a conjuntura local, regional e global de toda a humanidade. Nesse combate de idéias e batalha psicológica, levam a melhor os que conseguem fazer a cabeça dos outros, apropriar-se de seu mundo real e virtual, pessoal e social, e produzir então seu enorme exército de subordinados, comunidades a serviço de interesses alheios, sujeitos envolvidos por essa rede de domínio de consciências com a qual subordinam as mais diversas sociedades de conhecimento, de entretenimento e de culturas em geral, o que torna seu repertório de propriedades cada vez maior, agigantando-se dentro e fora da rede mundial de computadores até chegar à intimidade e privacidade de indivíduos e grupos sujeitados a esses monopólios físicos e mentais, emocionais e espirituais. Aqui quem manda não é o dinheiro, mas o poder das idéias.
21. A Guerra só está começando
O Jogo dos interesses reais e virtuais já se iniciou. No campo de batalha espiritual, física e mental, as diversidades e adversidades culturais, políticas e sociais, se chocam, travam o duelo em um gramado de inúmeras tendências e possibilidades, em um contexto de vida ou morte, em um ambiente onde o equilíbrio luta contra os transtornos emocionais e o bom-senso combate os distúrbios psicológicos de quem intenciona bem ou mal apropriar-se de conteúdo alheio, subjugar consciências aparentemente inocentes, controlar grupos e indivíduos online, e dominar comunidades virtuais, redes sociais e sites de relacionamento. Partidos diferentes e contrários e suas ideologias de exploração, monopólio de pessoas e manipulação das mentes e pontos de vista de outros, já começam a partida definindo suas defesas e ataques, suas jogadas ensaiadas e suas táticas de submissão de inteligências, apropriação da vida alheia e subjugação de suas cabeças e contatos em favor de seu abarcamento cotidiano, em nome do senhorio dos Deuses Virtuais, que anseiam por arrebanhar multidões, definir o destino de sociedades e alargar e ampliar por todo o mundo eletrônico seu exército de monopolização de gentes, povos e nações, grupos e comunidades submetidas às suas boas ou más intencionalidades, interesses que se possível apelam para a violência e a agressividade se o negócio é ganhar adeptos e seguidores, escravizar indivíduos e aprisionar grupos e sociedades eletronicamente constituidas com efeitos na vida da realidade cotidiana. Os times já estão em campo. A Guerra transcorre com perdas e ganhos de ambos os lados. Créditos e débitos se alternam, e enquanto uns vencem com a violência de suas ideologias, culturas e mentalidades, outros se levantam após as quedas para contraatacar novamente, e tentar ganhar o conflito de idéias e duelo psicológico, salvando-se quem for inteligente e malandro, e não se deixar envolver pelo mecanismo intencionalmnente bom ou mal por parte dos adversários desse jogo de virtualidades e inimigos de partidos contrários e ideais diferentes. Nesse jogo psicológico, as boas idéias tendem a vencer as ideologias dominantes, em nome do bem que defendem, da bondade de suas ações e da paz que advogam via rede internet. A Guerra está no ar. Enquando isso, o povo e suas torcidas organizadas ou não acompanham o jogo da guerra, determinando ao mesmo tempo seus apoios e descréditos, comprometendo-se com o bem ou o mal colocados em campo. O Jogo da Guerra se agrava e se torna crítico a cada instante e a todo momento.
22. Vencerá o mais Malandro
Diz o ditado popular que “Malandro é quem quer ser feliz. Vence quem faz a cabeça”. É verdade. Nessa Guerra Virtual e real ganha o mais esperto, quem faz da malandragem sua tática de defesa e ataque, quem faz a cabeça do outro usando como estratégia de vitória sua ideologia carregada de interesses de dominação e exploração, sua cultura de manipulação das consciências, sua mentalidade enraizada em valores do bem ou do mal e em princípios positivos e otimistas ou negativos e pessimistas, desde que suas boas ou más intenções garantam a supremacia de sua psicologia envolvedora de partidos e comunidades, grupos e indivíduos submetidos aos caprichos dos Deuses e suas arbitrariedades seguidoras de seus interesses de controle físico e mental, social e cotidiano de populações inteiras a serviço de seu domínio integral ou parcial das sociedades online e offline. Ao fazer a cabeça alheia se consegue concretizar o jogo do abarcamento de pessoas, que mais tarde se inserirão no exército de dominação dos Senhores da Virtualidade, os Proprietários de Comunidades e os Donos da política de servidão, prisão e escravidão de uns e de outros. Por outro lado, existe o campo do bem e da virtude onde internautas e seus contatos e grupos de apoio e comunidades eletrônicas, sites de relacionamento, mídias digitais e redes sociais, trabalham visando o bem de todos e cada um, a construção de um ambiente de otimismo e positivismo em seu entorno, quando então se procura a paz social e ambiental, a bondade das pessoas, a saúde virtual e o bem-estar real e cotidiano das sociedades envolvidas. Nessa luta entre o bem e o mal, certamente vencerá quem melhor souber fazer a cabeça de cada um. Sim, malandro é quem quer ser feliz.
23. A Dialética das Interpretações
Nesse convívio de opostos onde as interpretações são dialéticas, diferentes e contrárias, as ideologias se chocam, os partidos entram em conflito permanente, as culturas diversas se tornam adversas e as mentalidades discordantes divergem radicalmente pois o bem, de um lado, e o mal, por outra área, não se entendem, não dialogam, não mantêm contratos entre si, jamais estabelecem harmonia e vivem constantemente não sintonizados um com o outro. Seus gestores seguem regras contrárias e princípios opostos, razão do duelo da bondade de conteúdos contra a maldade de programas, o que reflete a raiz do cotidiano, o ambiente divergente e o contexto discordante que homens e mulheres se dispõem a viver e conviver uns com os outros. É uma dialética existencial, que na rede revela visões de mundo e de sociedade variadas, distantes, longe de um consenso de idéias e conhecimentos ricos em conteúdo virtual. É a guerra psicológica. O Combate de sentimentos e corações alterados que travam a batalha internética em que vence os mais espertos e malandros, quem faz a cabeça do outro, quem possui maior qualidade de vida e excelência de virtudes, a partir do momento em que se constata que o bem é superior ao mal. Eis uma luta sem tréguas, sem perdas e ganhos, sem créditos e débitos, visto que é a lei da vida dentro dessa teia de virtualidades contraditórias, apontando ora a vitória de um ou de outro. Nesse cenário de guerra eletrônica, real e cotidiana as pessoas interpretam suas ações e emoções, e dão a vida em nome do domínio bom ou mal sobre o outro e os outros. Todos querem se controlar e controlar a realidade alheia. Eu escolhi o bem. Deus é a minha vitória.
24. Visões diversas da realidade
O Detalhe interessante dessa Guerra entre os Deuses da Realidade e da Virtualidade é que eles têm interpretações diferentes e até contrárias sobre a vida, visões diversas e adversas sobre a mesma realidade cotidiana, um modo de olhar a existência segundo o ponto de vista de cada qual, o que certamente gera conflitos entre si, discórdias entre suas ideologias e partidos, divergências entre seus valores e princípios defendidos por cada um. Assim, o combate se torna intenso e extenso, quando todos advogam suas próprias causas e com isso conseguem muitos adeptos e seguidores, construindo então um gigantesco exército de pessoas, grupos e indivíduos, comunidades e sociedades, onde esses seguram suas bandeiras próprias, defendem suas idéias, conhecimentos e sentimentos, abraçam com firmeza a força de suas mentalidades e o poder de suas culturas enraizadas em normas de vida e trabalho consistentes, fortes e enérgicas. É a luta das idéias e suas ideologias dialéticas entre si. Nessa batalha ideológica e psicológica, vencem os que possuem mais fundamentação teórica e mais consolidação das experiências vividas dentro e fora da rede internet, junto ao povo, objeto de disputa por todos os Senhores desse Combate Espiritual. Em nome de suas ideologias e práticas de vida, entram em choque, duelam entre si, se criticam uns aos outros, fazem o jogo dialético de interesses discordantes e intencionalidades divergentes, uma relação de contradições que briga por conquistar tempo e espaço no interior das gentes e massas populares. Nessa hora de briga entre o bem e o mal, seus discípulos e alunos abraçam seus Deuses próprios e suas características ou de equilíbrio e bom-senso ou de violência e agressividade. Acredito na força do bem e no poder da paz ainda que os contextos sejam contrários e os ambientes adversos. Deus é mais do que o Diabo.
25. Abarcar o maior número de pessoas
O Jogo da Guerra está no ar. No campo de batalha real e virtual, os Deuses lutam tentando vencer a disputa por quem leva o maior número de pessoas para o seu exército poderoso cuja força são as idéias boas ou más, a psicologia utilizada, os princípios abraçados e os valores assumidos, fundamentos do combate virtual onde as estratégias devem buscar a vitória ou do bem ou do mal. Nesse processo de brigas e duelos em prol do maior arrebanhamento de multidões e populações, comunidades e sociedades, grupos e indivíduos, as culturas de cada qual superam-se para ganhar a partida, as mentalidades diferentes e até contrárias ultrapassam seus próprios limites psicológicos e mentais, as ideologias transcendem seus próprios obstáculos e seus partidos tentam ignorar as barreiras de uma realidade de dificuldades, conflitante e problemática. Eis o movimento crítico e dialético onde os Senhores da Guerra virtual e psicológica e ideológica apelam para redes sociais e sites de relacionamento tais como o Twitter, o Linkedin, o Orkut, o MySpace e o Faceboock, além de blogs e emails, ONGs do cotidiano, instituições sociais e líderes comunitários, chefes de hierarquias e diretores de empresas, gerentes de bancos e governadores de Estado, todos envolvidos na busca por construir o monopólio da internet e ao mesmo tempo destruir os programas e conteúdos, idéias e ideais de seus opositores, inimigos e adversários. É um jogo de vida ou morte. Os Deuses e seu universo de controle das mentes e domínio das consciências procura assim manipular as pessoas engajadas, explorar seus contatos e pontos de vista, abarcar suas relações e comportamentos e gerenciar suas cabeças, seus modos de se relacionar e agir, o que representa seu poder de se apropriar da vida alheia e lhe impor seus caprichos, arbítrios e ideologias, em nome da vitória ou do bem ou do mal. Todos querem vencer.
26. A Paz contra a Agressividade
O que propriamente caracteriza essa Guerra dos Deuses é que de um lado estão as forças do bem e da bondade, da concórdia e da convergência, do direito e do respeito, da liberdade e da responsabilidade, e por outro lado os poderes do mal e da maldade, da violência e da agressividade, dos maus interesses e das más intencionalidades, das atividades que visam desorientar os internautas, desviá-los de seus princípios e pontos de vista, valores e contatos, ambos os lados procurando abarcar o maior número de pessoas, grupos e comunidades, em uma tentativa de formação e consolidação de seus exércitos de batalha virtual, real, psicológica e espiritual, e constituição crescente de seus mundos de ideologias e partidos, servidores dos Senhores desse combate sem tréguas onde o bem e a paz defendem a vida e sua cultura de bondade e otimismo e sua mentalidade de paz e não violência, e do campo oposto as teorias e práticas de uma filosofia agressiva, aberrante e desvirtuadora de indivíduos, controladora de suas mentes e que anseia por exercer completo ou relativo domínio sobre seus conteúdos e programas de saber e conhecimento, de sentimento e experiência na vida cotidiana. Nesse duelo diverso e adverso, crítico e dialético, a realidade positiva enfrenta os ambientes negativos e os contextos pessimistas de uma corrente ideológica bastante transtornada, com até distúrbios psicológicos, frutos de uma imaginação doentia e suas práticas patológicas. Portanto, se de uma área o equilíbrio e o bom-senso das pessoas parecem predominar, no ponto contrário a insensatez e o desequilíbrio mental e emocional, físico e espiritual, também prevalecem, daí o confronto entre duas realidades distintas e antagônicas, uma violenta e agressiva e a outra pacífica e de bem com a vida e com todos. É a Guerra dos líderes e de suas comunidades reais e virtuais. Nesse choque de diferenças e contrários, tende a vencer o bem e a paz, o equilíbrio e o otimismo, o bom-senso e a vida positiva.
27. Todos desejam ganhar
O Processo crítico e dialético que envolve essa Guerra de Idéias, de princípios diferentes e valores contrários, mostra a ânsia presente e insistente em todos, amigos e inimigos, por vencer tal batalha psicológica e virtual, real e cotidiana, em que os adversários apelam para todas as estratégias disponíveis e todos artifícios possíveis, tendo em vista um objetivo único e comum a todos: a vitória. Desde então, entram em duelo constante e em luta permanente onde os contrários ditam as regras de conduta e as contradições reinantes na rede e no dia a dia da sociedade imprimem as normas da consciência de cada um e suas experiências uns com os outros. Tal abordagem mútua e iniciativa recíproca proporciona a todos um nível de combate até mesmo violento e agressivo, demonstrando o conflito entre o bem e o mal, onde conteúdos, programas e atividades se contrariam e mantêm adversidades a todo instante. Todavia, o melhor lutador é aquele que sabe usar de malandragem e esperteza, além da sensibilidade de perceber as falhas dos inimigos e as fraquezas dos adversários, e igualmente do conhecimento necessário e da cultura imprescindível, aliados de visões da realidade e da sociedade diversas e adversas, o que reflete pontos de vista em choque duradouro, e interpretações da vida e da existência bem diferentes umas das outras. Por isso, nessa Guerra Psicológica, os mundos são inimigos e os campos do jogo travado antagônicos, revelando que cada qual deve explorar as faltas dos outros, manipular e controlar a partida, impondo seu ritmo de jornada e dominando aos poucos os acessos e contatos, relacionamentos e atitudes de seus adversos. Tal movimento dialético é a jogada dos Deuses para vencer essa caminhada de contrários que termina com a vitória de um ou de outro. Todos querem ganhar. Todavia, vence o maior e o melhor. O maior jogador e o melhor batalhador. Combate de vencidos e perdidos, créditos e débitos, ganhos e perdas. Os prejuizos de uns estão lado a lado com a alegria de outros. A Tristeza para alguns e a felicidade para os demais. É um Guerra de competidores interessados em derrubar as barreiras que impedem a sua vitória. É a vitória da luta.
28. Um fluxo de tendências indefinidas
Os Guerreiros, nessa guerra de interesses diferentes e intencionalidades contrárias, parecem perdidos ou confusos diante da exploração alheia, da manipulação de consciências e monopólio de pessoas e grupos, visando o abarcamento cada vez maior dos conteúdos, pontos de vista e contatos daqueles que são submetidos aos caprichos e arbitrariedades dos Deuses, Senhores da Internet, Advogados do bem e do mal, Doutores da paz e da violência, interventores de corpos e mentes, que subjugam suas vítimas e controlam seus relacionamentos e comportamentos, sempre com o intuito de acumular soldados para seu exército virtual e real, serventes de suas ideologias e partidos, escravos da hegemonia de alguns e soberania de outros, muitas vezes sem saber para quem trabalham ou a quem servem nesse mundo de convergências e divergências, concórdias e discórdias, todos lutando por algum ideal, seja de acordo com a bondade de alguns ou a maldade de outros mais. Indefinidos, os jogadores, guerreiros e lutadores fazem suas apostas, definem seus artifícios e determinam suas estratégias de vitória, vencendo quem souber aproveitar as oportunidades de apropriação de uns em relação aos outros. Indefinida, a guerra prossegue, os duelos se travam, os choques se manifestam. Ganham os mais espertos.
29. Um complexo de possibilidades indeterminadas
O alcance dessa luta aparentemente interminável mostra que as alternativas são indefinidas e as oportunidades de vitória indeterminadas, as possibilidades de se conseguir espaço para os artifícios de guerra, as estratégias de combate e as controvérsias da batalha estão postas de tal maneira que a primeira iniciativa de ataque pressupõe uma resposta à altura, uma atitude de defesa em que os contrários se chocam e os antagonismos mantêm um duelo permanente de conteúdos e programas, pontos de vista diferentes e visões diversas da realidade, o que demonstra claramente que as boas e grandes idéias têm mais chance de vitória, uma guerra ideológica e psicológica onde ganham os melhores perfis de malandragem, os maiores graus de cultura e conhecimento, os observadores de plantão e os mais sensíveis aos erros e falhas dos adversários. As previsões de vitória estão indefinidas e o sucesso de cada Deus e Senhor é indeterminado, tendo em vista as inúmeras possibilidades de se conseguir derrubar os inimigos e impor suas ações de liberdade construtoras de felicidade ou não para quem é guerreiro e faz o jogo da guerra. Nesse processo de luta real, virtual e cotidiana todos se esforçam por vencer e ganhar todas as tendências de vitória. Os mais fortes ideologicamente e os mais poderosos psicologicamente são os verdadeiros vencedores. Sim, vencem a força das idéias e o poder dos pontos de vista mais ricos em conteúdo. O resto é consequência.
30. A Opção pela Liberdade
É fato que nessa batalha de virtualidades onde as idéias vão na frente e o corpo vai atrás todos façam a opção pela liberdade na construção de conteúdos e programas online ou ao contrário quando outros trabalham com a destruição da boa consciência das pessoas e seu mundo de contatos e fenômenos ideológicos e psicológicos, o que caracteriza esse combate de imagens e textos que se chocam, de vozes e sons que se travam e brigam por conquistar o melhor tempo e o maior espaço possibilitador de um maior número de adeptos e seguidores, constituidores de seus exércitos e grupos de apoio, comunidades a serviço de interesses alheios e das intencionalidades boas ou más desses Senhores da Guerra, tornando esclarecedor como o equilíbrio de alguns luta contra os transtornos de outros, e o bom-senso duela contra os distúrbios mentais e físicos e emocionais de outros tantos. Mas a tensão prossegue, as apreensões se elevam, os ânimos se exaltam, as preocupações ocupam ambos os lados, as estratégias de cada qual se impõem com firmeza e autoridade, os artifícios opostos chegam a creditar ou debitar ganhos e perdas, vitórias e derrotas, atingindo então o ápice das controvérsias empreendidas, de tal forma que quem vacila nessa hora pode perder a guerra por completo. Todavia, o processo guerreiro continua e se dinamizará até que o vencedor passe a ditar as regras de conduta do vencido, impor suas normas de trabalho e vida, criar raizes onde a vitória pareça estar consolidada, bem estabelecida, estabilizada, segura e tranquila. É a vitória das melhores estratégias de ação e combate. As idéias são o instrumento de vitória e a ferramenta capaz de derrotar inimigos e adversários. É a batalha das idéias.
31. O Risco das Alternativas presentes
Parece que nessa luta de interesses diferentes e contrários e de intencionalidades diversas e adversas o perigo ronda nossas cabeças e o risco de sofrermos alguma intervenção do adversário talvez seja a inquietação mais real na Internet ou mesmo no interior da realidade cotidiana. Estamos sim sob o efeito do risco de levarmos alguma pedra no caminho, ou cairmos em alguma dificuldade em nossas relações interpessoais, ou entrarmos em sério conflito com o inimigo, ou até arranjarmos algum problema com nossos próprios colegas e amigos devido a essa tensão na rede e na vida real, onde a dialética é perturbadora, os choques são alarmantes e inquietantes, os duelos se travam em um jogo de batalhas construidoras e destruidoras, sobrando então para quem está a beira da estrada, interferindo ou não nesse processo de guerra virtual em que os Deuses de plantão tentam explorar todas as falhas do rival até conseguir controlar seu universo de conteúdos e pontos de vista e dominar toda a sua teia de contatos e relações públicas e privadas. Nesse movimento de alteridades e dualidades as maiores vítimas são aqueles que se alienam do combate e se omitem na disputa por um lugar ao sol nessa jornada de desejos que se enfrentam e de anseios que sonham por derrubar uns aos outros. Firmes em suas ideologias os Senhores da Guerra prosseguem avançando uns contra os outros. A Força dos mais fracos parece querer encarar o poder dos mais fortes. Em consequência, muitos que são alheios ou neutros diante dessas controvérsias eletrônicas conseguem enriquecer-se com as experiências produtoras de matérias interessantes em termos de estratégia política de ataque e defesa, artifícios de malandragem ideológica e psicológica, esforços por gerar conteúdos específicos de combate ou ainda empenhos recíprocos geradores de trabalhos e empregos para todos aparentemente não envolvidos. No final, todos se vêem comprometidos com essas batalha de virtualidades onde a realidade é a dialética de princípios e o antagonismo de valores diferenciados, mas que produzem ou a queda ou a vitória de uns e de outros. Os Deuses só querem guerra. Nada mais que isso. É a filosofia deles.
32. O Transtorno das Sociedades visadas
Devido ao interesse obscuro dos Deuses e a sua intencionalidade velada e quase não descoberta, as comunidades que sofrem os efeitos de sua invasão de seus ambientes reais e virtuais e de seus contextos humanos e cotidianos parecem transtornadas em sua essência e carregada de distúrbios em suas aparências perante os outros e a si mesmas. Ocorre então que a sociedade em que vivem se transforma para melhor ou pior em consequência dessas interferências alheias em seu mundo político e social, econômico e cultural. Por isso, a tendência é que alguns grupos avancem em qualidade de vida e riqueza de conteúdo e outros se encaminhem para a decadência moral e espiritual. Nesse jogo de posições diferentes e contrárias e pontos de vista diversos e adversos muitos adoecem ideologica e psicologicamente e alguns se libertam de suas cadeias patológicas e de suas prisões bloqueadoras de seu progresso na vida social e comum de todos os cidadãos, principalmente aqueles e aquelas que estão conectados via internet, intervindo pois nesse processo de libertação de consciências ou de escravidão de mentes e espíritos, corpos e almas. Tal movimento de crescimento ou de abaixamento que determina essa Guerra dos Deuses define propriamente o comportamento de uns e de outros ora apoiando as virtudes do bem ora assumindo as vicissitudes do mal. Essa a política de ação que envolve essa batalha virtual onde as pessoas se chocam para ganhar ou perder dependendo das estratégias de combate inerentes e dos artifícios internos e externos que a vitória do bem ou do mal pode alcançar. Nessa luta de contrários, o equilíbrio tende a vencer e o bom-senso é a maior das vitórias e a melhor garantia dos créditos alcançados. O Jogo prossegue. Talvez seja uma Guerra sem fim.
33. O Distúrbio das Racionalidades
Constata-se que nesse choque de interesses e duelo de intencionalidades ocorre que as mentes menos avisadas e mais fracas tendem a se corromper ou adoecer psicologicamente ou mergulhar em distúrbios que podem afetar a continuidade de sua participação nesse jogo de realidades antagônicas, suprimidas que são de suas consciências e racionalidades, transtornadas em suas idéias, valores e princípios, tornando-se presas dos adversários, que então as subjugam e escravizam segundo suas ideologias de controle mental e emocional e domínio de suas ações teóricas e práticas. Acontece assim o monopólio dos mais saudáveis sobre os mais debilitados, a manipulação de uns sobre os outros, explorando cada qual os erros dos inimigos, suas faltas, desacertos e incertezas, o que causa de um lado a dependência psicossocial em favor de uns ou de outros, o aprisionamento de seus conteúdos, contatos e pontos de vista, em função do abarcamento de pessoas vítimas do Senhorio dos Deuses que as submetem aos seus caprichos e arbitrariedades diversas, refletindo também a capacidade, a liderança e a potencialidade de alguns sobre os demais. Nessa guerra psicológica e ideológica os grandes tendem a superar os pequenos mais pela força das idéias do que seu poder de apropriação subjetiva e objetiva. Os Deuses anseiam por luta, e cada um quer vencer essa batalha real e virtual. Os Deuses estão loucos.
34. Oportunidades de aqui e agora
O Mundo da Internet é feito de tendências variadas, de oportunidades diversas e de possibilidades múltiplas, o que torna a Guerra dos Deuses um campo bastante fértil de batalhas intensas e imensas que se chocam entre si, ora advogando a causa do bem ora defendendo a cultura do mal, construindo pois via rede e no cotidiano uma mentalidade nova e diferente da comum de todos os dias, identificada com a interatividade de conteúdos e programas e compartilhamento de interesses, pontos de vista e visões da realidade parecidas e antagônicas, mostrando a todos que também esse combate psicológico e social, ideológico e espiritual transforma a vida das pessoas e as faz mergulhar em um universo onde as oportunidades podem ser bem aproveitadas, as alternativas são fecundas e a profundidade da luta oferece aos internautas e a toda a sociedade uma via de felicidade ainda que estejamos em um jogo aberto de conflitos definidos e de controvérsias determinadas, fato esse gerador de uma outra atmosfera de vida e trabalho, de empenhos e atividades, causando então em todos expectativas por uma sociedade melhor ou pior, positiva ou negativa, otimista ou pessimista, dependendo das intencionalidades que duelam nessa situação de guerra virtual e real e cotidiana. Sim, os Deus em guerra nos possibilitam paradoxalmente oportunidades de negócios, de afazeres polivalentes e de ações multifuncionais. A Guerra desses Senhores nos abrem grandes oportunidades de vida e trabalho. São os frutos de uma guerra aparentemente sem sentido algum. Parece mesmo que quase todos saem ganhando com essas contradições de idéias, de consciências e de racionalidades decididas pela vitória. Com efeito, a vida se abre. Os opostos geram uma nova energia de vida. Sim, a dialética move a história.
35. Que Deus nos ajude
Nesse conflito de idéias, duelo de valores e choque de princípios diversos e adversos, diferentes e contrários, onde os pontos de vista combatem ora em favor do bem ora em benefício do mal, contamos com a ajuda de Deus, sua intervenção no destino dos internautas e sua interferência na sorte das pessoas envolvidas nessa Guerra de Senhores, de instituições e ONGs em batalha ideológica e espiritual, de líderes e partidos em luta entre si, todos apostando na vitória, e utilizando estratégias, armadilhas e artifícios com a intenção boa ou má de conquistar rebanhos, adquirir sociedades e apropriar-se de grupos e indivíduos que possam trabalhar em seus exércitos, campos de ideologia e partido, a serviço de ideais de exploração de cabeças, controle de mentes e domínio de corpos e espíritos, todos subjugados aos seus interesses de monopólio de consciências, agora empregados de patrões de grandes pensamentos de subjugação de inteligências e funcionários de chefes manipuladores dos destinos de povos e gentes, aparentemente inocentes, prisioneiras de suas arbitrariedades e escravos de suas intencionalidades para a paz ou a violência de visões de mundo e de sociedade desejosas de abarcar uns aos outros relativa ou absolutamente. Mas a Guerra prossegue. Que Deus anseie por interferir em seus resultados dando ganhos aos bons e créditos aos melhores. Acredito na positividade, na vitória de quem é bom e faz o bem. Creio em quem faz da vida uma construção, e não uma destruição dos fundamentos da existência.
36. O Bem vencerá
É importante compreendermos nessa Guerra Virtual, de conflitos ideológicos e psicológicos, de duelos nas idéias abraçadas, nos valores perseguidos e nos princípios carregados com alma e coração, quem na verdade dita as regras do jogo, quem comanda a partida real e cotidiana, quem define as situações vividas e as circunstâncias experimentadas, quem determina a ordem dos acontecimentos, faz a batalha ter uma direção certa e o combate um destino esperado por quase todos, ou seja, urge perceber que o bem com certeza vencerá o mal, a paz entre as pessoas ganhará da violência de alguns e da agressividade de outros, o equilíbrio e o bom-senso superarão transtornos e distúrbios, e o otimismo de quem constrói a vida certamente ultrapassará o negativismo e o pessimismo talvez da maioria. Sim, a bondade dará de goleada na maldade. O Sorriso transcenderá a tristeza e as lágrimas. A Alegria será a casa de quem optou pelas coisas boas da vida, viveu em tranquilidade com sua consciência e teve a calma da alma e em repouso o seu corpo e o seu espírito. É a luta dos Deuses, mas também a disputa que consagrará o Prêmio de Deus àqueles e àquelas que fizeram da vida um serviço à vida, mergulharam na cultura do bem e nadaram sempre em direção ao Oceano do bem e da bondade, da concórdia e da convergência, suplantando no caminho os traumas dos doentes mentais e as frustrações dos Senhores derrotados. Deus vencerá.
37. A Paz ganhará
A Esperança que impera em todos e cada um dos que acompanham e participam da Guerra dos Deuses é que ao final a paz reine, vença o equilíbrio das pessoas envolvidas, o bom-senso seja a marca registrada da vitória, o otimismo supere seus contrários, a tranquilidade una as mentes e os corações, a calma mergulhe nas almas e nos espíritos engajados nessa luta real e virtual, o repouso desça ao fundo do corpo físico trazendo-lhe segurança de vida, estabilidade nos ambientes vividos, constância e responsabilidade nos princípios e valores assumidos, o respeito prevaleça no comportamento interpessoal, interativo e compartilhado, o direito supere a hipocrisia, a justiça ganhe dos injustos e maus, e a transparência das virtudes e das boas atividades transcenda o abismo da loucura e ultrapasse o fundo mais fundo do poço em que possa se encontrar a sociedade nesses instantes de decisão dos destinos da humanidade. Que vença o maior e o melhor.
ANEXO I
Uma Guerra sem fim ?
A Luta dos Deuses Virtuais se reflete na eternidade quando os Senhores e suas ideologias, culturas e mentalidades travam o grande combate espiritual uns defendendo o bem e outros advogando o mal, uma batalha de espíritos e almas em busca de poder uns sobre os outros, cada qual exercendo a força de suas idéias e experiências, princípios e valores, a fim de controlar as consciências mais fracas e debilitadas e dominar as pessoas menos fortalecidas existencial e espiritualmente. É a Guerra dos Deuses em suas dimensões eternas e espirituais onde os Senhores, Reis do Infinito e Poderes do Planeta Eterno tentam ganhar vitórias uns em relação aos outros. É a Guerra de Idéias. A Luta das Consciências. A Batalha dos espíritos. O Combate das almas. Vencerá quem for mais esperto e malandro. A Malandragem do Bem contra a esperteza do Mal.
ANEXO II
Uma Guerra Cibernética
Os interesses e as intencionalidades boas ou más de países emergentes como os BRICS e de nações desenvolvidas como os Estados Unidos, o Japão e a União Européia refletem seus anseios por fazer a cabeça uns dos outros transformando essa Batalha Virtual em Combate Psicológico onde vence quem articula as melhores ideologias, uma mentalidade firme e forte e uma cultura de exploração alheia em que sujeitos, grupos e pessoas se tornem prisioneiros da consciência uns dos outros e escravos do monopólio que excercem reciprocamente. Assim ganha a guerra quem dominar a consciência alheia e controlar as mentes e cabeças de uns e de outros. Então a rede se torna campo de luta em favor de quem melhor investe em domínio psicológico e controle virtual da propriedade alheia, substituindo armas físicas e materiais bélicos como tanques e bombas atômicas e nucleares, granadas e dinamites. Vence essa guerra quase sem fim quem for mais malandro, tiver a força da virtualidade e o poder de uma rede internética apropriadora de cabeças e subjugadora de inteligências agora a serviço dos mais fortes e poderosos. Éa guerra das virtualidades. Ganha quem faz a cabeça de uns e de outros. Vence a melhor psicologia, o melhor controle alheio e quem consegue apreender a consciência dos outros. De virtual a guerra se torna psicológica pois o objetivo é se proprioar da cabeça das pessoas. Uma guerra de controles mentais. Domina quem for mais forte e mais malandro. E o mais inteligente. Uma batalha de idéias.
ANEXO III
Batalha Espiritual
No tempo e na eternidade, dentro e fora dos limites do cotidiano e das fronteiras da história, interesses se contradizem e intencionalidades boas ou más entram em choque para defender cada qual seus pontos de vista e suas idéias e conhecimentos, suas visões de mundo e de sociedade e suas interpretações dos seres e das coisas do dia a dia. São Governos e Estados nacionais e internacionais, ONGs e Empresas Financeiras, Indústrias bélicas e Lideranças espirituais, Forças Militares e os Poderes das Forças Armadas, gestores governamentais e Gabinetes de investigação científica, Administradores políticos e econômicos, Países de cultura social forte e mentalidade firme onde os princípios são absolutos e necessários, e os valores constantes e permanentes. Sim, um novo campo de combate e uma diferente estratégia e artifício de batalha quando cada um advoga seus determinismos e explora suas definições ideológicas tentando assim superar-se uns aos outros, derrubar inimigos e transcender adversários, usando para isso a Guerra Cibernética e a Luta Virtual, o que confere a essa contrariedade de valores e adversidade de princípios uma batalha de espíritos do bem contra as almas do mal. É a Guerra dos Deuses, dos Senhores da Internet e sua nova área de conflitos digitais, desejando-se vencer uns aos outros e ganhar essa luta do bem contra o mal, da luz contra as trevas, da paz contra a violência, do dia contra a noite. Poderes usam a Internet como novo lugar de batalha e diferente tempo de combate, com outras armas e aparelhos ideológicos, onde a força das idéias é a principal ferramenta de luta e o grande instrumento de guerra. Forças se opõem e poderes travam um duelo constante, ambas buscando monopolizar os ambientes sociais, virtuais e culturais, e manipular consciências inocentes sem a guarda precisa e a vigilância imprescindível para se defenderem desse jogo virtual onde cada qual procura de qualquer maneira, a todo custo, no peito e na marra, fazer a cabeça uns dos outros. Nessa Guerra, não se permite vacilos nem bobeiras. O Poder e a Força se juntam e se unem à malandragem para se apropriar de corpos e mentes e levar vantagem uns em relação aos demais. Uma Guerra Psicológica de alcance virtual e de extensão cibernética. Uma nova Guerra. A Guerra das Idéias.
ANEXO IV
Uma Luta Eterna
Na história das guerras da humanidade, em todos os tempos e lugares, o conflito entre o bem e o mal sempre foi a causa das mudanças das sociedades, princípio de movimento de ida e vinda para o trabalho cujo exercício se dava na concordância entre as coisas boas que se faziam e o bem praticado e a divergência entre atitudes pessimistas e comportamentos otimistas, ações negativas e positivas, fatores esses que refletiam interesses diferentes e contrários em jogo, intencionalidades diversas e adversas que se contrapunham para motivar processos sociais e projetos políticos, repertórios culturais e emergências econômicas, tudo resultado desse confronto histórico e constante entre as forças da bondade e os poderes da maldade, que ultimamente, nesse início de século XXI, têm usado a tecnologia e a informática, as redes sociais e os sites de relacionamento, como blogs e emails, o orkut e o facebook e o twitter, conteúdos e programas que provocam modificações no comportar-se das pessoas, interferindo nas realidades cotidianas e intervindo em decisões da justiça e em sentenças policiais e de autoridades institucionais competentes. Através portanto da rede virtual e da teia internética esses Gigantes de poderes absolutos investem no monopólio das consciências e na apropriação de corpos e mentes, controlando indivíduos e pessoas, e dominando grupos e comunidades, até que todas as sociedades estejam sob seu domínio e sejam definidas por seus interesses peculiares e suas intencionalidades particulares, tentando então apreender sociedades em desenvolvimento quando não nações desenvolvidas e países emergentes. Assim se criam relações de controle mental e domínio de consciências, para isso se utilizando de ferramentas virtuais e dos instrumentos da Internet, hoje as melhores armas de guerra, as grandes plataformas de combate e manipulação, as gigantescas potencialidades pelas quais se expandem propriedades conquistadas e o arrebanhamento de populações inocentes inteiras. É uma guerra eterna. Cada qual com seus interesses e armas de batalha. Tendo como principal ferramenta as idéias e a busca por definições ideológicas e determinismos psicológicos que possibilitem a escravidão alheia e o aprisionamento de povos e nações. São Gigantes em busca de poder. Suas forças transcendem o limite dos canhões e as fronteiras das bombas atômicas e nucleares. Ganha quem fizer a cabeça um do outro.
ANEXO V
Combate de Gigantes
Forças mundiais e poderes globais como os Estados Unidos da América, a Rússia e o Japão, a China e a Índia, a Coréia do Sul, países da União Européia, Lideranças das Américas e da Ásia, projetam assumir o controle do Planeta, cada qual a seu modo, sobretudo utilizando as energias virtuais, o desenvolvimento da rede, a grandeza das teias de virtualidade eletrônica, buscando deste modo apropriar-se de consciências, dominar grupos e comunidades, controlar corpos e mentes, intencionando assim arrebanhar um exército de indivíduos a serviço de interesses alheios que coincidem com o anseio por monopolizar a vida das pessoas e seus ambientes de família e trabalho, seu contexto de amizades e convivência social e familiar, e desta maneira manipular o conjunto da humanidade, como se estivessem disputando a herança do Planeta, definindo regras de controle e normas de domínio, a fim de arrebatar tudo e todos para si, tendo como ferramentas principalmente a rede Internet e seus efeitos reais e virtuais na vida das sociedades modernas, lutando por definir quem sairá lucrando com a apropriação de espíritos e almas, agora presas aos seus interesses bons ou maus, prisioneiros de suas intencionalidades positivas ou negativas, escravos de suas lideranças e adeptos e seguidores de ideologias variadas e seus artifícios de guerra e suas estratégias de combate espiritual. Assim procuram ganhar o maior número possível de pessoas e grupos, formando gente a seu serviço, formalizando comunidades de combate e configurando toda uma rede de forças virtuais e poderes digitais, o que lhes daria o poder sobre tudo e todos. Um Combate de Gigantes.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
O Rio da Vida
O Rio da Vida
A Vida é como um Rio, que passa e não volta mais...
Suas águas se movimentam sempre para a frente, em direção ao Oceano, e por elas navegam pescadores e viajantes, seguindo o ritmo da existência, pescando peixes bons e ruins, para fazer comércio ou servir de alimento para si e suas famílias.
No cotidiano da realidade, também nos encontramos muitas vezes dentro de um Rio, que ora nos leva para horizontes benignos e virtuosos, ora nos direciona para locais onde reinam o perigo, o risco de viver, os vícios das pessoas e a violência de alguns.
Igualmente, ainda que o mundo passe e a realidade seja veloz e corra depressa, precisamos de águas que permaneçam, de valores que fiquem e de princípios que dêem estabilidade e boa vida às nossas atitudes, ações e relações, e comportamentos no dia a dia.
Nesses Rios da Vida, encontramos pessoas boas que nos ajudam a percorrer as águas da existência com paz e calma, tranquilidade na alma e repouso no corpo.
Também os Rios da Realidade nos ensinam a continuar pescando, navegando sem parar, construindo a vida com os peixes bons que encontramos e ao mesmo tempo ignorando os peixes inúteis, que não servem para nada e não nos ajudam em nada.
Somos como os bons pescadores – ou deveríamos ser – que voltam felizes para suas casas depois de uma boa pescaria. Satisfeitos por serem do Rio e realizados porque a vida lhes deu o sustento de cada dia, o alimento necessário, que faz bem a si e aos seus.
Somos como os bons peixes, que alimentam a vida e a família dos pescadores, ajudando-os a manter viva a chama da vida, trabalharem com alegria e viverem as suas realidades de maneira feliz e otimista, alegre e contente, sempre soltando um sorriso vivo para as pessoas ao seu lado e em torno de si.
Assim é a vida.
É como um Rio que passa e não volta mais...
Só ficam o bem que fazemos, as boas experiências que fizemos e as boas práticas que estabelecemos e consolidamos no convívio uns com os outros.
Assim somos nós.
Pescadores da vida.
Peixes que alimentam o cotidiano.
Navegantes que tornam felizes a vida dos outros que caminham conosco.
Somos caminhantes.
Porque a vida é o Rio que caminha.
E nós a caminhada de suas águas ora tranquilas ora turbulentas.
O mais importante é saber viver bem o momento, sabendo que ele não volta mais.
Viver bem o instante de aqui e agora, a fim de colhermos os bons frutos que Deus um dia nos dará por termos feito bem todas as coisas, vivido com alegria essa vida, construindo sorriso e otimismo a nossa volta.
Porque a vida passa, mas o bem que fazemos fica.
Porque o mundo passa, mas bondade de nossas ações continua para sempre.
Assim é o dia a dia.
Cabe a nós vivê-lo bem.
O Resto é consequência.
Mas não se esqueça: a Vida não tem volta.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
A Lógica do Concreto
A Consciência Real
e a Lógica do Concreto
Existe uma racionalidade na realidade ?
Ocorre, no fluxo dos acontecimentos reais, atuais e históricos, uma inteligência interna, inerente à complexidade dos fatos concretos e cotidianos ?
Há uma mentalidade prática, imersa no dia a dia dos fenômenos sociais, políticos e econômicos, reveladores de uma razão experimental, uma consciência real, uma mente concreta ?
Acontece de fato dentro e fora das ocorrências materiais e espirituais da vida humana, natural e cultural, uma atividade cerebral, entrínseca a essa realidade, condicionadora das vivências diárias, das ocorrências cotidianas e dos exercícios mentais, corporais e espirituais das atividades humanas, no interior de sua história tradicional e contemporânea ?
Tal possibilidade chamamos de lógica do concreto.
Como se fosse possível à realidade da experiência cotidiana o fato de poder pensar, refletir e racionalizar seu mundo de realizações práticas e concretas, ter uma razão criadora de suas possibilidades caóticas, confusas e complicadas, todavia que refletem a insistência real de uma consciência geradora de acontecimentos históricos, fenômenos cotidianos ou ocorrências temporais e espaciais...
Essa razão inerente à realidade será a inteligência humana ?
Ou possivelmente uma racionalidade divina ?
Ou ainda uma mente espiritual, eterna e real, suprema e superior às contingências históricas e temporais da vida humana ?
Será algum princípio natural, fundamento da realidade, origem do cotidiano, raiz da história, produtor da natureza, gerador do universo ?
Realmente, a lógica do concreto é um fato real dentro e fora da história da humanidade, no interior e exterior de sua temporalidade, de sua existência eterna, além e aquém dos limites do tempo, inerente a sua espacialidade, entrínseca a sua realidade interna e externa.
Nós seres humanos estamos inseridos nessa realidade temporal e histórica, e eterna, e portanto pertencemos a essa lógica do concreto, estamos pois sujeitos aos seus condicionamentos naturais e culturais, aos seus determinismos reais e atuais, as suas definições de tempo, momento e lugar neste Planeta Terra, e além na eternidade.
Com efeito, graças a Deus, nós somos realmente lógicos e concretos.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
A Mulher-Chocolate
A Mulher-Chocolate
Hoje, na Tijuca, eu conheci a Mulher-Chocolate.
Ela é carioca.
Trabalha no Restaurante Ravelle, bem no Largo da Segunda-feira.
É alta, mais mulata do que morena, de cabelos pretos, bem queimadinha de sol, como chocolate...
Seu rosto é sereno, seus cabelos negros-dourados, seu pescoço é macio, seu corpo é quente como a brasa de fogo em dia de calor, seus pés são doces, leves e suaves como os de toda mulher bonita, perfumada e carinhosa, educada e inteligente, brincalhona e trabalhadora, respeitosa e responsável, amiga e generosa, fraterna e solidária, ordeira e pacífica, saudável e otimista em relação ao cotidiano, alegre no seu dia a dia, feliz por saber que os homens a atraem, a observam com atenção e a paqueram com quase perfeição.
É a Mulher-Chocolate.
Ela usa brincos azuis de ouro, colares brancos como a neve, sobrancelhas escuras pelo lápis feminista, olhos verdes e fundos como o oceano das águas, nariz arredondado pedindo carinho, boca com batom vermelho forte a chamar seus parceiros para a cama, desodorante cheiroso que nos torna atraídos por ela, perfume alemão que a deixa bela como as pérolas preciosas, linda como o rubi e bonita como as areias claras das praias do Rio.
Ela tem um jeito tranqüilo de ser combinando com seu casaco de pele marron que utiliza comumente para as noites de frio.
Ela utiliza calças compridas pretas quase sempre, que se aliam às suas blusas azuis e vermelhas que ela normalmente veste a fim de sobressair nas ruas e avenidas do bairro como se fossem as passarelas de moda dos dias de sol cariocas.
Com seus óculos escuros pode enxergar os seus amados sem que eles a vejam.
Na sua bolsa de couro vermelho esconde os seus objetos de prazer, as suas coisas íntimas e os seus documentos exóticos, que encantam os seus namorados - que são muitos –
e fascinam os garotos que se apaixonam por ela.
Tem 37 anos.
Nos seus sapatos de salto alto vermelhos, o segredo de sua elegância, o encanto de sua beleza e o fascínio de seu modo educado de caminhar, calma como o equilíbrio da alma, racional como o bom-senso do espírito, cordial como as suas mãos cheias de carinho para dar, e espiritual capaz de controlar bem a sua mente e as suas emoções e dominar-se a si mesma.
Como garçonete da Ravelle, onde trabalha, Jaqueline – eis o nome dela – serve bem os fregueses com o devido respeito de uma profissional bem vivida e bem sucedida.
Então, ao tomar uma água e um cafezinho na mesa do restaurante convidei-a para sair comigo à noite.
E ela respondeu-me que “sim” dando-me o seu telefone de casa para marcar a hora que ela chegaria para receber-me em seu apartamento na Praça Saens Pena.
E foi a noite mais linda da minha vida.
Porque não só nos amamos como também atravessamos a madrugada fazendo sexo um com o outro.
Ao amanhecer, cada qual voltou ao seu dia normal.
E nos apaixonamos como ninguém.
E assim o somos até esse momento de aqui e agora.
Eis a Mulher-Chocolate.
Razão da minha vida e sentido do meu ser.
A Glória de Deus no meio de nós.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
SIME
SIME
Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional
Hoje, aqui e agora, em nossa realidade cotidiana, carregada de distúrbios de toda natureza e transtornos na rua, na família e no trabalho, problemas de consciência e conflitos de relacionamento, dificuldades financeiras e limitações no emprego, choques ideológicos e bloqueios psicológicos na vida de cada dia e de toda noite, urge cultivar uma certa cultura de estabilidade em todas as situações do dia a dia, dentro e fora de casa, nas ações individuais e coletivas, nos intercâmbios políticos, sociais e culturais, nas interações diárias e noturnas com pessoas e colegas, parentes e amigos, familiares que nos rodeiam e acompanham em nossas tarefas e esforços, empenhos e atividades em prol do bem-estar de nossa comunidade local, o que com certeza acabará de vez com o modo descartável de viver e existir que atravessa o nosso cotidiano, quando alguns se casam nessa hora, mas daqui a um mês já estão separados e prontos para um novo romance; políticos que mudam de partido uma vez e outra; o empregado que começa a trabalhar agora e na semana seguinte é mandado embora, e obrigado a procurar uma outra atividade; o estudante ou o professor que não comparecem ao colégio e sempre estão ausentes em sala de aula; o doente que a toda instante procura o médico por causa da dor de cabeça constante; o cidadão que age com violência e desequilíbrio com seus colegas de trabalho; a agressividade de policiais no combate da bandidagem; enfim, esse comportamento instável e descartável, estranho e esquisito, inconstante e transitório, que passeia pela vida cotidiana de muita gente que, na hora do aperto, ou nos momentos de risco, ou nos instantes de perigo, perdem a cabeça, jogam tudo para o alto, e tomam a iniciativa de quebrar tudo pela frente, arrebentar e se destruir mental, física, emocional e espiritualmente. Nessas ocasiões de indefinições psicológicas e indeterminismos da mente, precisamos usar o bom-senso, ter juizo e manter o equilíbrio, a fim de superarmos as divergências internas e externas e ultrapassarmos as discordâncias interiores e exteriores. Precisamos de uma mentalidade onde o bem seja a fonte de nossas experiências e a paz a base de nossas práticas de vida, o respeito e a boa educação os fundamentos de atitudes racionais, sensatas e equilibradas. Tais sintomas de confusão da inteligência e de aberrações morais e espirituais, que alteram o nosso comportamento de quase todos os dias, caracteriza a Síndrome da Instabilidade Mental e Emocional, a SIME. Transcenderemos essas barreiras da consciência e esses obstáculos da experiência abraçando ações, ideias e virtudes, valores e princípios, que possam nos orientar no bom caminho da vida cujo sustentáculo e garantia de uma realidade equilibrada, de bons propósitos e ótimas atitudes, é decisivamente a nossa fé em Deus, a nossa oração de cada dia, o bem que fazemos, a bondade de nossas ações, as nossas atitudes solidárias quando ajudamos uns aos outros a serem alguém nesta vida, felizes por dentro e por fora. Deste modo, venceremos a SIME. É uma questão de exercício virtuoso em que construimos uma existência de bem com a vida e em paz com a consciência. São necessárias a luta e a paciência para ganharmos o jogo do bem contra o mal. Cultivemos experiências de estabilidade. Exercitemos a bondade de nossas práticas cotidianas. Sejamos constantes ao assumirmos compromissos responsáveis. Mantenhamos o direito e o respeito. Sejamos educados. E Deus nos dará a vitória.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Otimismo
Seja Otimista
Na Vida, tenha sempre otimismo, sobretudo nas horas de contradição, nos momentos de dificuldade e nos instantes de adversidade.
Seja bom com as pessoas.
Crie novos amigos.
Sorria sempre.
Seja alegre em seus ambientes de família e trabalho.
Seja feliz fazendo os outros felizes.
Seja contente espalhando o bem e a paz na sociedade.
Construa sempre, ao invés de destruir.
Seja criativo em suas obras.
Produza boas idéias.
Gere bons conhecimentos.
Use o discernimento para fazer a diferença entre as coisas.
Seja interativo.
Compartilhe com os outros os seus problemas e os seus pontos de vista.
Colabore com o bem-estar da humanidade.
Coopere com a saúde ambiental e ecológica do Planeta.
Seja fraterno e solidário, amigo e generoso com quem quer que seja, em quaisquer situações de vida e em todas as circunstâncias de existência.
Ame, respeite e valorize a Deus, a si mesmo e aos outros também.
Namore e paquere as mulheres.
Brinque como as crianças.
Entusiasme-se como os jovens.
Aprenda com a sabedoria e a experiência dos mais velhos.
Respeite para ser respeitado.
Seja responsável por seus atos.
Tenha sempre equilíbrio e bom-senso.
Seja livre dando condições de liberdade para os outros.
Tenha juízo sempre.
Seja uma pessoa de fé.
Faça da oração o sentido da sua vida.
Acredite em Deus e confie no Senhor.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Todos têm uma estrada
Todos têm uma estrada
Cada um segue o seu caminho
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Nesse mundo de modelos de globalização alternativos, de interdependências políticas e culturais, sociais e econômicas, científicas e tecnológicas, de relacionamentos interativos compartilhados com conteúdos de conhecimentos de possibilidades variadas e de potencialidades diversas, vivemos um processo de construção de valores e princípios da nossa boa consciência e de uma liberdade geradora de saúde física, mental e emocional, e bem-estar material e espiritual, caminho que nos causa felicidade dependendo de nossa boa e razoável visão da realidade e de nosso ponto de vista descobridor de acontecimentos que qualificam nossa interpretação dos fatos cotidianos, oferecendo-nos uma experiência de vida capaz de nos ajudar na produção de uma existência cujo sentido significante seja um momento de trabalho produtivo, uma relação familiar saudável e agradável, onde tornamos nossos instantes de rua e nossos afazeres do dia a dia estrada para o crescimento interior e realização profissional e satisfação de nossos desejos e necessidades humanas e naturais. Assim fazemos o nosso caminho de vida. Nele, criamos as condições indispensáveis para o nosso progresso sustentável, evolução da consciência e desenvolvimento da liberdade. Nossa estrada então possui muitas alternativas de trabalho e diversas opções de atividade que nos fazem bem e nos tornam bons perante a sociedade. Nessa caminhada de construção do bem e da paz está a nossa felicidade interior e externa.
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Talvez a nossa grandeza nesse mundo de realidades temporais e definições históricas seja o fato de não sermos nada para as pessoas que estão ao redor de nós, e assim ninguém depender de nós, ninguém estar preso a gente, ninguém se tornar escravo de nossa consciência positiva cercada de boas intencionalidades e interesses que configuram nossa saúde mental, física e emocional, e nosso bem-estar material e espiritual. Sim, agradeço sempre a Deus o vazio em minha vida do espírito, o nada que eu sou, e a determinação de não representar coisa alguma para o meu cotidiano envolvido pela violência urbana e rural, e por turbulências sociais e ambientais, e confusões políticas e econômicas, o que me dá uma certa liberdade perante os outros, que deste modo podem viver suas experiências de vida do jeito que quiserem, livres para percorrer sua estrada de existência e seu caminho de virtualidades e benefícios que a Providência Divina põe à nossa disposição. De fato, todos têm a sua estrada de vida e cada qual segue o seu caminho de alternativas variadas, de opçóes diversas, de possibilidades novas e diferentes e de potencialidades sempre originais e criativas. Temos a nossa estrada. Cada um tem o seu caminho. Que o bem e a paz, a tranquilidade do corpo e da alma e o repouso do espírito possam sempre nos acompanhar nessa caminhada cotidiana. Precisamos estar tranquilos para bem viver esta vida ainda que os problemas nos persigam, os conflitos nos acompanhem e as dificuldades anseiem por estar junto a nós. Todavia, calmos podemos levar nossa realidade adiante sem temer a rua ou as adversidades na família e no trabalho. Um pouco de fé em Deus nos ajuda muito nessa estrada de virtudes e vícios ao mesmo tempo, de altos e baixos, de bem e de mal, de paz e de guerra. Com efeito, é preciso tranquilidade.
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Nesse tempo de independências relativas e de interdependências globalizantes e interativas, parece que nós temos um destino comum: a liberdade de uma consciência eterna, evolutiva, que cada vez mais e melhor abstrai conteúdos de conhecimento de qualidade e apreende princípios éticos e valores espirituais identificados com a estabilidade das ações e atividades, a tranquilidade de atitudes saudáveis e agradáveis e a segurança de uma realidade cotidiana sustentável onde a primazia do espírito ocupa a dianteira dentro da hierarquia da natureza. Nesse intervalo de instantes sombrios e momentos tenebrosos, a sociedade evolui, configurando uma consciência construtora de uma liberdade que produz, que compartilha boas atividades e interage com todos e cada um a fim de garantir a sustentabilidade de uma vida baseada na alma e no espírito. Caminhamos assim. Construindo a quase perfeita liberdade. Produzindo uma quase absoluta consciência de nossos limites ideológicos e fronteiras psicológicas, ao mesmo tempo criando um mundo novo e diferente de possibilidades cujas alternativas ultrapassam as definições da razão e os determinismos da natureza, superando as barreiras do conhecimento e mergulhando em um grande universo de opções transcendentais onde reina a inteligência orientadora de nossos bons comportamentos, genitora de nossas potencialidades de saúde relativa e bem-estar permanente. Deste modo se definem nossos caminhos cotidianos e se faz a nossa estrada real e atual. Tendemos ao crescimento espiritual. Evoluimos na consciência. E nossa liberdade parece querer superar todos os obstáculos e transcender as sujeições temporais e históricas. E então nadar em direção ao oceano da eternidade e mergulhar em seu mundo de riquezas infinitas, de grandezas insuperáveis e de belezas transcendentes. Buscamos o eterno. Para lá caminhamos conscientemente. Nessa direção aponta a nossa liberdade. Nosso destino é o eterno.
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No dia a dia, vivemos de metas, objetivos e resultados, que definem nossas atitudes éticas e ações espirituais, determinam nosso comportamento diário e noturno, nossas boas relações com as pessoas, grupos e indivíduos, configurando um quadro azul de vivências saudáveis e experiências agradáveis, em função das quais construimos um ambiente de virtudes, de fraternidade e solidariedade, razão de nosso estar-no-mundo, princípio de nossa saúde mental e emocional e bem-estar físico e espiritual. Deste modo geramos intervenções positivas no cotidiano possibilitando sociedades de bem com a vida e em paz consigo mesmas. Desta maneira, empreendemos novos e diferentes jeitos de pensar e viver a vida, de sentir o momento presente e projetar um futuro de mais qualidade de vida, riqueza de conteúdo cultural e excelência de ideologias que defendem uma boa política e uma economia razoável, culturas alternativas de aprendizagem e uma maneira diversa e nova de se viver e existir em sociedade. Assim construimos nosso aqui e agora, dando sentido aos nossos sentimentos e atitudes, convivendo com todos e cada um de modo que em comum todos tenham vida em abundância, suas lutas renovadas, seus direitos respeitados e sua dignidade venerada com unhas e dentes. Construimos assim pois nosso destino, que tende para a eternidade. Vivemos já em consciência o que seremos amanhã, gerando pouco a pouco hábitos e costumes que se sustentarão e se consolidarão para sempre. Essa consciência positiva sobreviverá e superará a morte constituindo-se em consciência eterna, raiz de uma liberdade produzida com respeito e responsabilidade. Esse é o nosso ideal. Ainda que a realidade muitas vezes nos diga o contrário.
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Cercados por ideologias diversas e até contrárias umas às outras, convivendo com movimentos sociais diferentes e adversos, suportando as loucuras da vida cotidiana, definindo padrões de comportamento e sendo determinados pela luta dos trabalhadores e a busca de melhores condições de vida e trabalho, saúde e educação, de todas as sociedades, prucurando outros, novos e diferentes tempos e espaços e um lugar saudável e agradável no convívio humano, interferindo em favor de mais saúde e mais bem-estar para todos e cada um, enfim, intervindo para que nossas situações de trabalho, de rua e de família sejam as melhores possíveis, assim vivemos o nosso dia a dia, em busca de metas, objetivos e resultados que nos façam crescer e evoluir como pessoas humanas e fazendo de nosso conhecimentos, éticas comportamentais e espiritualidades naturais, um processo libertador, onde todos tenham voz e vez para seguir e definir suas experiências de vida, processar uma estrada de luz, em que se procura a vida em plenitude, de qualidade suportável, estável e sustentável, de lutas por dignidade e qualidade de vida, determinando direitos que nos realizem profissionalmente e nos satisfaçam em nossas vocações para a vida, o bem que devemos fazer, e uma existência direita, de respeito e responsabilidade social e familiar, desejando assim evoluir na consciência carregada de pluralidades mentais e polivalências físicas, riquezas materiais e belezas espirituais, uma consciência direcionadora de nossas ações, atitudes e atividades em prol de bem-estar social para todos. Assim definimos nosso caminho de vida. Sustentamos nossa estrada cotidiana cheia de créditos e débitos, de pontos negativos e positividades, de momentos otimistas e instantes de pessimismo, tristeza e angústia. Assim é a vida. Em meio a esse oceano de possibilidades, fazemos a nossa estrada e encaminhamos nossa caminhada de vícios e virtudes, certos de que temos uma eternidade diante de nós, onde os bons e que fazem o bem podem ser felizes, e os maus e plenos de transtornos e distúrbios sofrerão um eterno mundo de desequilíbrios internos e externos, de circunstâncias diárias e noturnas onde o mal-estar acompanha quem não tem juizo e sofre as carências do bom-senso e de uma vida sem equilíbrio. Nesse processo, Deus quer caminhar conosco e nos ajudar a seguir pelo caminho do bem e da paz, da tranquilidade interior e da calma psicológica, social e espiritual. Portanto, diante desse quadro negro-azul de alternativas cotidianas definimos nossaestrada de vida e tomara com a consciência e a liberdade de que sabemos o que estamos fazendo. Nessa caminhada, o nosso destino para sempre.
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Todos seguem o seu destino.
Fomos feitos para a liberdade.
Nesse processo de vida cotidiana, de muitas tendências e diversas possibilidades, de várias alternativas e potencialidades diferentes e novas, devemos caminhar livremente, pois fomos feitos para isso segundo a nossa natureza, e viver de tal modo que ninguém se aprisione a nós nem seja escravo da gente, como igualmente nós não devemos nos sujeitar e subordinar a nada nem ninguém, mas seguir a nossa estrada com liberdade, fazendo o bem e vivendo em paz, trabalhando com otimismo e equilíbrio, usando o bom-senso das coisas e existindo com a alegria de quem sorri para a vida certo de que Deus é o condutor da história e Senhor do tempo, e define a cada um a sua estrada e determina a cada qual o seu caminho, trilhado com respeito e direito, com o compromisso responsável de quem busca na realidade as coisas boas da vida, a bondade das pessoas de bem, e uma existência onde a sensatez deve ser a marca registrada de nossa jornada cotidiana. Nessa consciência histórica e social, a nossa eternidade. Caminhamos conscientes de que somos eternos e fomos feitos para a eternidade, sem que nos aprisionemos e sejamos escravos de qualquer coisa ou de alguém. Nessa trajetória real, viva e atual, definimos nossas opções de vida e trabalho, seguimos livremente, conduzidos pelo nosso destino eterno. De fato, nessa estrada podemos ser dependentes uns dos outros, todavia sem cair na prisão patológica ou na escravidão doentia. Devemos saber que todos são livres e fomos feitos para a liberdade de acordo com a nossa natureza humana, animal e vegetal. Sim, nosso destino é a liberdade. Deus, a nossa libertação.
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No decorrer de nossa jornada cotidiana de todos os dias, noites e madrugadas, a cada hora, minuto e segundo produzimos novos e diferentes saberes e conhecimentos, culturas e mentalidades, consciências diversas e liberdades variadas, que por sua vez interagem com nossas atividades e trabalhos do dia a dia, com nossas relações com a família e a rua, com amigos, parentes e familiares, transformados então em comportamentos de saúde e bem-estar quando compartilhamos uns com os outros esse universo de globalizações locais e regionais, gerando ora pensamentos criativos, idéias e ideais originais, interpretações da vida e da realidade novas, surpreendentes e descobridoras sempre de um outro jeito de viver, de um modo novo de agir e se comportar, de uma maneira diferente de construir nossos instantes de aqui e agora e nossos momentos de sensatez e equilíbrio mental e emocional, físico e psicológico, material e espiritual. Nesse mundo de transformações positivas reside o progresso da humanidade, a evolução das consciências, a geração de uma liberdade respeitosa e responsável, a criação de valores e princípios que bem orientam a nossa vida diária e noturna. Em meio a essas mudanças de pensamento, de sentimento e de comportamento, crescemos como pessoas humanas, obtemos qualidade e dignidade de vida, lutamos por direitos inalienáveis e fundamentais, e assumimos compromissos com atitudes, ações e atividades que nos fazem bem uns aos outros. Assim evoluimos em sociedade. Construindo e reconstruindo novos mundos e diferentes realidades, novas consciências do tempo e novas atividades onde a liberdade imprime sua marca registrada na constituição da história. De tal modo, mudamos para melhor, nos transformamos positivamente, que a nossa metamorfose temporal e histórica se identifica com a procura de uma felicidade grande, gigante como as iniciativas de saúde interpessoal, bem-comum das sociedades e bem-estar social e coletivo. Nesse campo de metamorfoses, a nossa felicidade.
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Nosso destino eterno se faz a partir dessas transformações sociais e culturais, políticas e econômicas, morais e religiosas, científicas e tecnológicas, que formam e informam a nossa consciência, evoluindo para a constituição de uma liberdade sadia e luminosa, definindo assim nossas raizes cotidianas, metamorfoseadas em princípios e valores temporais, dando origem a nossa boa criatividade e determinação em assumir responsavel e comprometidamente nosso caminho histórico, nossa estrada de créditos e débitos sociais, fazendo-nos mergulhar em atitudes e comportamentos capazes de orientar nosso processo de vida, nossa caminhada cotidiana, quando então podemos respirar melhor e distinguir o que nos pertence, o que nos faz, satisfaz e realiza, e assim determinar nossa trajetória real e atual construindo novas e diferentes possibilidades de existência, outras alternativas de trabalho, grandes opções de vivências otimistas e equilibradas, potencializando pois nossa estrada de bem e boa para percorrer porque coincide com a nossa vocação natural para a liberdade, base da verdadeira felicidade, dentro de um contexto ético e espiritual onde a transparência de virtudes, a verdade dos conhecimentos e a autenticidade da consciência nos encaminham para objetivos de plenitude física e mental, emocional e psicológica, o que nos define como seres humanos em busca da nossa felicidade eterna. Nesse processo de vida, procuramos assumir uma consciência positiva, diretriz de nossa liberdade, orientadora de nossas ações e iluminadora e fortalecedora de nossa boa saúde espiritual. Então, crescemos. Estamos sempre evoluindo. O Progresso é a nossa marca.
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A Caminhada de todos e cada um deve ser feita com liberdade, base da verdadeira felicidade. E liberdade é saber escolher o caminho, conhecer a estrada preferida e sustentá-la com princípios bem definidos e estáveis, com valores bem determinados e permanentes de modo a garantir a tranquilidade do processo, a segurança da trilha, a estabilidade do percurso feito com firmeza, fortaleza e sobriedade, disciplina e austeridade, sem vacilar no caminho, ainda que a transitoriedade e o fator descartável dos acontecimentos nos persigam e atrapalhem, mesmo que o provisório dos fatos e dos fenômenos do cotidiano incomodem nossa opção fundamental por uma experiência de liberdade ativa cuja consciência a administra como rocha inabalável. Assim nossas atitudes e comportamentos devem estar seguros e tranquilos, e garantidos por raizes éticas e espirituais onde reinam a estabilidade das ações e a sustentabilidade das atividades de maneira que não haja ”furo” nem vacilação na determinação de nossas ações pessoais e sociais, interpessoais e coletivas. De fato, precisamos de princípios estáveis e absolutos, e de valores constantes e permanentes, a fim de que nessa caminhada não caiamos do cavalo e fiquemos a sós na estrada, e sejamos bem orientados no que devemos fazer. Bem definidas nossas ações e atitudes, sigamos com equilíbrio e otimismo o nosso caminho, e façamos da nossa estrada de vida um processo em que possam imperar a ordem da consciência, a disciplina moral e uma espiritualidade natural forte e firme, condições de uma liberdade saudável a todos e agradável a cada um. Nisso, a nossa felicidade. Felicidade eterna.
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Nesse processo de vida cotidiana, de construção de relações e comportamentos, de investimentos em trabalho, educação e saúde, geramos uma consciência positiva acerca dos fenômenos de nossa realidade social, política, econômica e cultural, quando então definimos nosso jeito de ser livres, produtores de uma liberdade orientada por uma consciência de princípios duradouros e valores estáveis e permanentes. Essa consciência é relativa pois tende para o Absoluto, evoluindo no tempo e no espaço, progredindo em virtudes e direitos, dignidade e qualidade de vida, conduzindo assim a vida humana para sua plenitude de uma natureza que busca sempre sua saúde social e bem-estar coletivo. Deste modo, evoluimos espiritual e existencialmente. Caminhamos para a frente e para o alto. Procuramos a Deus, sentido de nosso viver e razão de nosso existir. Desta maneira, geramos vida em abundância mudando para melhor nossas atividades diárias e noturnas e qualificando nossos trabalhos, atitudes e empreendimentos. Assim vamos crescendo, buscando o melhor, o que é bom para nós e nos faz bem. Geramos saúde em torno de nós. Vamos desenvolvendo criatividades, talentos e carismas, vocações para a vida e o trabalho e profissões que nos oferecem uma vivência digna, agradável e saudável. E vamos evoluindo no tempo e para a eternidade. Esse progresso é eterno. Assim construimos nosso caminho alternativo e empreendemos nossa estrada de construções positivas e otimistas, equilibradas e sensatas. No equilíbrio, o nosso crescimento no corpo, na alma e no espírito. Somos evolução permanente.
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Em função da liberdade, construimos nosso destino neste mundo e para a eternidade, produzimos outros, novos e diferentes programas, conteúdos e matérias de conhecimento, experiências éticas e espirituais elevadas, aumentando a nossa auto-estima e astral, nos animamos para a vida cotidiana, desenvolvendo nossa criatividade na geração de talentos e carismas que já nos são naturais, evoluindo na consciência que abraça princípios e valores orientadores da nossa vivência de cada dia e de toda hora, gerando atividades e ações que nos fazem bem e é tudo de bom em termos de saúde e educação, respeito mútuo e responsabilidade recíproca, progredindo na interação com grupos e indivíduos que qualificam nosso atual estado de vida, e assim crescemos de bem com a vida e em paz com a nossa consciência. Tal o caminho feito para cada um e que todos devem seguir a fim de que a tranquilidade do espírito reine e impere a paz do corpo e da alma, a calma social e o bem-estar das populações. Deste modo, caminhamos nesta vida de todos os dias. Tal o nosso destino comum e individual. Buscamos o mesmo Deus. Procuramos alternativas de saúde e possibilidades diversas de bem-estar e bem-viver em sociedade. Nossas sociedades também têm um destino: a eternidade. Esse o nosso processo temporal: buscamos o eterno. Tal o nosso destino que nos faz livres e felizes. Caminhamos para a felicidade, que evolui sempre, caminha crescendo em nosso corpo e mente, alma e espírito. Vivemos para a vida para sempre. Somos eternos.
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Não podemos ignorar que a vida é o bem e o mal misturados, quando então perdemos e ganhamos, temos vitórias e derrotas, créditos e débitos, perdas e ganhos, o que nos predispõe a escolher o que é bom para nós e nos faz bem, optar pelo positivo e otimista, de maneira equilibrada e sensata, e ter como alternativa de vida as alegrias cotidianas e não as tristezas do mundo pois Deus – Aquele que nos mantém e sustenta – é otimista e alegre e sempre dá um sorriso para nós a fim de que nos levantemos de nossos poços, quedas e abismos e trilhemos uma nova e diferente via de vida produtiva e trabalho interativo e subamos positivamente os degraus macios e doces, leves e suaves da boa vivência em plenitude e uma experiência de abundâncias dentro dos limites de nossa inteligência e das possibilidades de nossa consciência optando então por uma liberdade respeitosa e responsável construtora do bem que devemos fazer e da paz que precisamos viver, porque cada qual fazendo a sua parte ergueremos o universo decaido e levantaremos essa natureza abalada e perturbada por toda uma série de violências urbanas e rurais e turbulências generalizadas no corpo e na matéria, na mente e no espírito, o que deve nos fazer acordar para a vida e produzirmos a nossa estrada espiritual e o nosso caminho existencial, a partir de uma liberdade que nos faz escolher as melhores coisas, momentos e situações para nós e assim seguirmos gerando ambientes saudáveis e agradáveis para todos e para nós, contextos de vida onde se respire o respeito e o direito, a justiça e a paz social e pessoal, campo fecundo para culturas de vida em plenitude e mentalidades cujos pontos de vista e ideologias sejam o bem feito e a tranquilidade do espírito e a calma da alma, o descanso do corpo e o repouso da mente, a estabilidade da vida e a segurança do cotidiano. Deste modo fazemos o nosso caminho e definimos a nossa estrada de grandes alternativas e gigantescas possibilidades. Eis a nossa felicidade aqui e agora. A Consciência desse caminho e a liberdade de fazê-lo eis o que nos torna felizes.
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A Luz, a força e a energia do Pensamento são nossos guias no tempo e na realidade cotidiana, nos informando os fenômenos da consciência que dirigem nossos passos e formando os princípios e valores que sustentam nossas atividades no dia a dia, nossas atitudes em prol do bem coletivo, nossas ações interativas e compartilhadas com conteúdos de qualidade e dignidade de vida em termos de conhecimento e trabalho, ética e espiritualidade, apontando-nos simultaneamente o caminho da eternidade, quando transformamos em infinito nossas diretrizes históricas e nossos determinismos temporais, definindo o eterno em nossas experiências, melhorando então nossas alternativas de sucesso e prosperidade, alcançando possibilidades outras, novas e diferentes de saúde social e familiar, e bem-estar mental, emocional e espiritual. Assim progredimos na matéria e evoluimos no espírito. Descobrimos estradas novas em que geramos uma vivência saudável e agradável condição para uma vida de elevada auto-estima e bom astral de onde tiramos o entusiasmo para nossos esforços, trabalhos e empenhos, o ânimo para a nossa luta do dia a dia, o incentivo para amar e ser amado, e a motivação para crescermos em sociedade, evoluirmos física e mental, material e espiritualmente, alcançarmos progresso em nossas relações, interatividades e compartilhamentos de conteúdo e matéria de vida de qualidade. Assim crescemos em sociedade. Não avançamos sozinhos. Mas evoluimos uns com os outros. Nossa meta é a eternidade. A Eternidade da vida e do amor.
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Estamos em paz quando procuramos o que é bom para nós e o que nos faz bem, temos tranquilidade e equilíbrio para dialogar com as pessoas, construir virtudes e atividades de saúde e bem-estar, e permitimos que os outros sejam livres e felizes, sem aprisioná-los a nós ou escravizá-los, todavia deixando que eles próprios sigam seu caminho, gerem sua mesma estrada de felicidade, produzindo então uma consciência livre que dá opções e oportunidades para todos, busca o seu próprio progresso e a evolução alheia, anseia por superar limites, problemas e dificuldades ao mesmo tempo que ajuda o próximo a ultrapassar fronteiras e transcender conflitos e adversidades e assim encontrar a melhor solução para a sua caminhada, uma resposta positiva diante dos transtornos da alma e os distúrbios do espírito. Assim todos somam, crescem e evoluem. Cada qual seguindo sua liberdade, produtora da verdadeira felicidade. Nesse processo e nessa estrada avançamos olhando para a frente e o alto, buscando a Deus mas caminhando com a sociedade dos homens e mulheres. Nesse caminho encontramos problemas e soluções, perguntas e respostas, fazendo de cada resposta outras, novas e diferentes perguntas, e assim construindo e recompondo a vida no seu devido lugar, achando nela lugar para nós e os outros, tempo para trabalharmos nossa felicidade e a de todos e cada um. Deste modo vamos gerando outras alternativas de vida, novas oportunidades de trabalho e diferentes possibilidades de bem-viver e bem-estar juntos e unidos uns aos outros. Tal o sentido da vida: buscarmos a nossa liberdade e deixar também os outros serem livres. Encontrar felicidade fazendo a felicidade alheia. Assim estamos bem porque sentimos que todos estão bem igualmente. Pois quando vamos mal, tudo vai mal. Porém se o bem se aproxima de nós, tudo concorre para a nossa felicidade e a de todos. Crescemos para que todos evoluam conosco. Não somos ilhas. Dependemos uns dos outros.
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Seguir a consciência, abraçar seus valores e princípios positivos, fazer o bem e evitar o mal, ter uma vida equilibrada e otimista, deveria ser a regra pessoal de todo cidadão ou cidadã desta sociedade turbulenta e violenta em que estamos inseridos cotidianamente. Assim teríamos uma existência de liberdade, fonte e base da verdadeira felicidade. Viveríamos tranquilos e seguros, com estabilidade psicológica e sustentabilidade ideológica. Chegaríamos a uma relativa plenitude de hábitos e costumes reflexos de uma realidade de saúde e bem-estar físico e mental e emocional, material e espiritual. Então não seríamos escravos de nada nem prisioneiros de ninguém. Praticaríamos a verdadeira liberdade, condição de paz social e familiar, com o respeito uns aos outros e a responsabilidade social, cultural e ambiental sendo experimentada por todos. Eis o que significa seguir a sua própria consciência, fundamento de virtudes elevadas e comportamentos sadios e agradáveis, raiz de um existir de qualidade e dignidade, em que nossos direitos são respeitados, e nossas obrigações e deveres cumpridos com compromisso e responsabilidade ética, social e espiritual. Tal a condição de vida e de trabalho que nos dá o fato de seguirmos sempre a nossa consciência, fonte de paz interior e base de uma interioridade determinante de uma experiência saudável. Em nossa estrada de vida, sigamos a nossa consciência. Ela é a voz de Deus. Nossa guia perfeita e sem erro em nossos caminhos cotidianos.
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Em meio a um conjunto de relações e interatividades que desenvolvemos ao longo de nossa jornada cotidiana, de trabalhos compartilhados uns com os outros, de atitudes e intercâmbios sociais e culturais, também temos nessa caminhada um encontro com nós mesmos, quando ficamos diante do Autor da Vida, abraçamos a solidão e nos vemos sozinhos perante a vida e seus riscos e perigos, construindo assim a nossa estrada de cada dia, noite e madrugada, percorrendo essa estrada de vida cheia de alternativas plurais e carregada de possibilidades polivalentes. Então arrumamos a nossa casa interior, beijamos o silêncio que nos acalma, ordena e tranquiliza, e seguimos gerando novos caminhos e diferentes estradas, sempre fazendo um encontro quase perfeito com nós próprios, condição para uma experiência de qualidade e dignidade, o que nos torna autênticos no dia dia, transparentes em nossa ética e espiritualidade, verdadeiros diante de Deus, de si e dos outros. Assim é nossa vida social e familiar. Tal a nossa estrada de trabalhos constantes e movimentos permanentes. Essa a via que nos faz felizes a partir de uma liberdade produtora de grandes conteúdos de saber, de sentimentos variados e experiências renovadas. Deste modo geramos uma vida de plenitude. Produzimos abundância de conteúdos culturais. Fortalecemos nossa espiritualidade. Desenvolvemos diferentes vivências que dão sentido e significado à nossa vida cotidiana. Esse o nosso caminho. Tal a nossa estrada. Nesse processo, a solidão é imprescindível pois nos ajuda a realizar um verdadeiro encontro pessoal com nosso ego. É assim que a existência tem valor e razão de ser. Isso se chama felicidade. Sem ignorar nosso lado social.
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É preciso que tenhamos consciência do caminho a trilhar e saber que muitas vezes urge seguir sozinho ainda que viver em sociedade seja uma condição cultural. Todavia é necessário quase sempre buscar a solidão a fim de ordenar a nossa mente, disciplinar nossos hábitos e costumes e organizar nossas idéias e experiências, sentimentos e conhecimentos, ações e atividades. Estar sozinho portanto quem sabe seja uma alternativa para buscar uma interioridade mais livre e feliz, ordeira e pacífica, segura e tranquila, estável e sustentável. Precisamos sim da solidão como também do nosso lado social e familiar. Uma boa espiritualidade saberá diferenciar os dois caminhos e quando devemos abraçar um e outro. Contudo devemos diferenciar as coisas e optar ou por uma vida solitária ou social de vez em quando. Talvez o discernimento seja a ferramenta de Deus que nos ajudará a procurar a alternativa mais correta dentro de cada situação vivida no cotidiano. Cabe a nós iluminados pelo Espírito Superior decidir o melhor caminho e a estrada mais segura e tranquila que nos dê a liberdade relativa e a felicidade completa. Entretanto devemos nos conscientizar da estrada a seguir e saber que nessa caminhada precisamos de princípios morais e de valores espirituais orientadores da nossa boa estrada de vida. Urge trabalhar para isso. Nosso objetivo nesse mundo de temporalidades e historicidades deve ser discernir o que é bom para nós e o que nos faz bem e abraçar esse caminho como o que sentenciamos seguir nesse processo de vida solitária ou social, existencial e espiritual. Nessa estrada Deus caminha conosco. Ele é a Luz que ilumina nossos passos.
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No cotidiano da nossa vida, convém deixar a vida nos levar embora tenhamos que ser os gestores de nossa caminhada e os administradores do nosso processo de existência. Todavia, muitas vezes somos levados pela correnteza dos rios, dirigidos pelas ondas dos mares, arrastados pela rotina de um dia a dia onde nossas diretrizes existenciais e espirituais sofrem a influência de arrastões do cotidiano, que nos direcionam para uma jornada de vida que certamente não é aquela que desajaríamos assumir em nossa estrada de realidade. Sim, somos de vez em quando levados pela vida, arrastados pelo mar da realidade cujas ondas nos encaminham para situações que talvez não sejam aquelas pretendidas por nós. Mas a vida é assim mesmo. Ora somos geridos por realidades inesperadas, novas e surpreendentes, ora conseguimos controlar nossas atividades e dominar as circunstâncias que nos envolvem, definindo as regras então da conduta cotidiana ou determinando comportamentos regularizados pelo nosso Ego e suas condições de gestão interior e realização externa. Portanto, devemos estar atentos para que as ondas do mar da vida ou a correnteza dos rios da existência não sufoquem o nosso Eu nem apaguem nosso desejo de auto-determinação de nossas ações e atitudes, ou seja, devemos sempre optar por nós mesmos dirigir a nossa caminhada, conduzir o nosso caminho e seguir pela nossa estrada real e atual. Tenhamos pois a consciência de nossas realidades internas e sociais e familiares, e tenhamos a alternativa de buscar a liberdade mesmo diante de circunstâncias negativas ou situações pessimistas. Que Deus nos oriente nessa estrada de vida. Que Ele nos ilumine e fortaleça em nossa caminhada cotidiana. Pois seguimos com Ele, por Ele e para Ele.
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Mesmo impulsionado por momentos em que a alteridade e fenômenos diversos parecem controlar o nosso Ego e dominar o nosso interior, é importante privilegiar a nossa liberdade como motor de comportamentos positivos, garantia de princípios otimistas e valores equilibrados que sustentem a nossa caminhada temporal e cotidiana, mantendo-nos acesos perante a realidade, com o astral elevado e a auto-estima lá em cima, fundamentos de uma vida de saúde espiritual e bem-estar social e psicológico, tornando possível uma experiência de vida onde a justiça e o direito com respeito são as regras de uma vida boa e de ótimas realizações profissionais e de grandes satisfações naturais e vocacionais, o que confere à vivência humana um grau aumentado de dignidade e qualidade de conteúdo no corpo,na mente e no espírito. Desse modo evoluimos, progredindo na consciência e construindo uma dinâmica de vida em que a liberdade é a lei que direciona o nosso Eu encaminhando suas opções existencias, alternativas psicossociais e possibilidades espirituais rumo a um tempo e lugar que refletem nossa condição saudável e agradável diante de tudo e de todos. Essa opção de liberdade é condição de felicidade para nós e os outros. Vivendo assim passamos a experimentar a paz interior e o bem-estar ao nosso redor. Então todos se aproximam de nós. Os inimigos desaparecem e já não temos mais adversários. Deus ora vem habitar no meio de nós.
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