Não sou o que pensam que eu sou
Os efeitos de uma imaginação patológica que muitas vezes nossas interpretações sobre a vida alheia concebem estão cheias de erros, sofrem faltas terríveis, ao tentarmos entender o que se passa na cabeça dos outros, suas idéias e pontos de vista, seu olhar sobre a realidade, sua visão dos seres da realidade e das coisas do cotidiano. Sim, por várias vezes erramos ao compreendermos uma pessoa, pois imaginamos algo que ela não é, ou “inventamos” uma personalidade inexistente, ou alguém que jamais ganhou vida entre nós. Por tantas vezes, nossa imaginação falha, pois eu não sou o que muitos pensam de mim, como ainda os outros não podem ser o que eu imagino acerca deles. Penso o impensado. Imagino o inimaginável. Sou o que eu penso e não o que os outros pensam ou imaginam que eu seja. Sou a minha imaginação e não o pensamento alheio. Minha vida está ligada a mim e à minha consciência e falha quando as interpretações de outros tentam conceber quem eu seja. Sou o que eu penso de mim e não o que os outros imaginam a meu respeito. Sou a minha consciência e não a consciência alheia. Sou o meu pensamento e não o pensamento de outros. O que vale e me importa é o que eu entendo que eu seja. O que os outros pensam ou imaginam de mim não interessa nem tem valor algum aos meus olhos. Sou o que penso. Sou a minha imaginação e não o que os outros compreendem que eu seja. Sou eu e não os outros.
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